Software de gestão, automação e integração para empresas e entidades públicas

A software house portuguesa que assume o resultado

Somos uma softwa­re house por­tu­gue­sa es­pe­ci­a­li­za­da em ERP, au­to­ma­ção de pro­ces­sos, in­te­gra­ção de sis­te­mas e de­sen­vol­vi­men­to à me­di­da - com um único res­pon­sá­vel do di­ag­nós­ti­co ao su­por­te: nós.

+22anos de mercado
+575clientes B2B & B2G
+2.500projetos entregues
100%decisão e equipas em Portugal

A key.value de­sen­vol­ve e im­ple­men­ta softwa­re de ges­tão para em­pre­sas e en­ti­da­des pú­bli­cas, in­te­gran­do ERP, au­to­ma­ção, in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al e de­sen­vol­vi­men­to de softwa­re à me­di­da. Aju­da­mos or­ga­ni­za­ções B2B e B2G a ace­le­rar a trans­for­ma­ção di­gi­tal, eli­mi­nar pro­ces­sos ma­nu­ais e me­lho­rar o con­tro­lo ope­ra­ci­o­nal.

O problema

O status quo não é neutro.
É uma decisão com custo acumulado.

A mai­o­ria das trans­for­ma­ções não falha por falta de tec­no­lo­gia. Falha porque a res­pon­sa­bi­li­da­de se dilui entre quem vende o pro­du­to, quem de­se­nha a es­tra­té­gia e quem exe­cu­ta a téc­ni­ca.

fornecedores de software

Vendem o produto

O cli­en­te recebe li­cen­ças, não trans­for­ma­ção. O re­sul­ta­do fica por de­se­nhar.

consultoras tradicionais

Desenham em PowerPoint

A es­tra­té­gia existe, a exe­cu­ção não. A en­tre­ga per­de-­se na tran­si­ção.

integradores locais

Executam tarefas

Cum­prem o téc­ni­co, mas não as­su­mem o im­pac­to no ne­gó­cio nem o re­sul­ta­do final.

O de­ci­sor en­ter­pri­se não compra softwa­re.
Compra trans­fe­rên­cia de risco.
Soluções próprias

Produto próprio, por domínio. Não por acaso.

Qua­tro pla­ta­for­mas cons­truí­das sobre a Forge, a nossa pla­ta­for­ma RAD pro­pri­e­tá­ria - para os pro­ble­mas que o mer­ca­do pre­ci­sa­va de re­sol­ver e nin­guém es­ta­va a re­sol­ver bem.

CIVIO®
Habitação Social

Ges­tão de con­cur­sos, can­di­da­tu­ras, agre­ga­dos e par­que ha­bi­ta­ci­o­nal - di­gi­tal, ras­treá­vel e au­di­tá­vel.

Conhecer o CIVIO® →
VENIO®
Eventos, Espaços & Recursos

Pe­di­dos, es­pa­ços, equi­pas, vi­a­tu­ras e equi­pa­men­tos - tudo sob um único co­man­do, in­te­gra­do com o seu ERP.

Conhecer o VENIO® →
COGNIO®
Documentos Financeiros · IA

Re­ce­ção, ex­tra­ção por IA, va­li­da­ção e in­te­gra­ção au­to­má­ti­ca no ERP - in­ter­ven­ção hu­ma­na só por ex­ce­ção.

Conhecer o COGNIO® →
docvalue.ai®
IA Documental

Per­gun­te aos do­cu­men­tos da sua or­ga­ni­za­ção e ob­te­nha res­pos­tas con­tex­tu­a­li­za­das com IA - in­te­gra­do com o iPortalDoc, o Filedoc e o ERP.

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Parcerias tecnológicas

Cegid Platinum Partner.
O estatuto não se compra - entrega-se.

Platinum é o nível mais ele­va­do da par­ce­ria Cegid, atri­buí­do a quem de­mons­tra con­ti­nu­a­men­te com­pe­tên­cia téc­ni­ca cer­ti­fi­ca­da, volume de pro­je­tos en­tre­gues e qua­li­da­de de su­por­te. Para si, sig­ni­fi­ca im­ple­men­tar Cegid com quem o ecos­sis­te­ma re­co­nhe­ce como re­fe­rên­cia.

Cegid Partner Platinum
iPortalDoc Filedoc Bizneo
Metodologia

Não começamos com software.
Começamos com a pergunta certa.

Diagnóstico

Ma­pe­a­men­to ope­ra­ci­o­nal, iden­ti­fi­ca­ção de blo­quei­os e ba­se­li­ne de KPIs.

Desenho

Ar­qui­te­tu­ra fun­ci­o­nal, ga­nhos rá­pi­dos e um ro­ad­map pri­o­ri­za­do por ROI.

Execução

Sprints com en­tre­gas in­cre­men­tais e va­li­da­ção con­tí­nua com o cli­en­te.

Evolução

Su­por­te, oti­mi­za­ção con­tí­nua e me­di­ção de im­pac­to real no ne­gó­cio.

Os mesmos pro­fis­si­o­nais que de­se­nham, im­ple­men­tam e su­por­tam. É isto que muda tudo.

Prova

Resultados, não referências.

ecossistema integrado

Europalco

Na Europalco, a key.value as­se­gu­ra um ecos­sis­te­ma tec­no­ló­gi­co in­te­gra­do que su­por­ta ope­ra­ções crí­ti­cas do ne­gó­cio: Cegid Primavera ERP, ges­tão do­cu­men­tal Filedoc com in­te­gra­ção docvalue.ai®, eDocument, Picking e de­sen­vol­vi­men­tos es­pe­cí­fi­cos para fer­ra­men­tas de or­ça­men­ta­ção e in­te­gra­ção com Monday e Cegid Primavera. Uma re­la­ção tec­no­ló­gi­ca trans­ver­sal, com­ple­men­ta­da por su­por­te con­tí­nuo à ope­ra­ção.

ecossistema Cegid

Porminho

A Porminho con­fia na key.value para su­por­tar pro­ces­sos es­sen­ci­ais da sua ope­ra­ção atra­vés de um ecos­sis­te­ma Cegid in­te­gra­do, que in­clui Cegid Primavera ERP, Cegid Yet e Cegid Valuekeep. A com­po­nen­te tec­no­ló­gi­ca é com­ple­men­ta­da por su­por­te con­tí­nuo, ga­ran­tin­do acom­pa­nha­men­to trans­ver­sal das so­lu­ções que sus­ten­tam a ope­ra­ção.

VENIO® em produção

InvestBraga

A InvestBraga uti­li­za o VENIO® para cen­tra­li­zar e su­por­tar a ges­tão ope­ra­ci­o­nal dos seus es­pa­ços e even­tos. Uma so­lu­ção de­sen­vol­vi­da para dar maior con­tro­lo sobre a ope­ra­ção, con­cen­tran­do num único am­bi­en­te a in­for­ma­ção ne­ces­sá­ria à ges­tão de even­tos, es­pa­ços, ser­vi­ços e re­cur­sos as­so­ci­a­dos.

o seu setor

O próximo caso

Re­ser­va­do ao di­ag­nós­ti­co es­tra­té­gi­co. Pro­va con­cre­ta an­tes do con­tra­to.

Pôr-nos à prova →
Plataforma Forge

Entregamos em semanas o que a indústria entrega em meses.

Forge é a pla­ta­for­ma RAD pro­pri­e­tá­ria da key.value. Todos os nos­sos pro­du­tos cor­rem sobre ela - e cada evo­lu­ção be­ne­fi­cia toda a base ins­ta­la­da. Ve­lo­ci­da­de pre­vi­sí­vel, zero de­pen­dên­cia de ro­ad­maps de ter­cei­ros.

60-80%redução no tempo de desenvolvimento face a stacks tradicionais
1plataforma única para 4 produtos
0dependência de roadmaps externos
∞evolução contínua partilhada

Não pedimos um contrato.
Pedimos que nos ponha à prova.

O Di­ag­nós­ti­co Es­tra­té­gi­co iden­ti­fi­ca os seus 3 pro­ces­sos mais crí­ti­cos, 2-3 quick wins com ROI es­ti­ma­do e um ro­ad­map re­a­lis­ta - numa reu­nião exe­cu­ti­va es­tru­tu­ra­da. Sem pitch. Sem venda.

Início / Soluções

Soluções de software para empresas e entidades públicas

Quatro produtos. Um princípio:
tudo sob um único comando.

Tec­no­lo­gia, co­nhe­ci­men­to de ne­gó­cio e in­te­gra­ção para trans­for­mar pro­ces­sos, ligar ope­ra­ções e criar re­sul­ta­dos men­su­rá­veis.

A key.value é uma softwa­re house por­tu­gue­sa e Cegid Platinum Part­ner que de­se­nha, de­sen­vol­ve e im­ple­men­ta so­lu­ções de softwa­re para em­pre­sas e en­ti­da­des pú­bli­cas: ERP, ges­tão do­cu­men­tal, au­to­ma­ção de pro­ces­sos, in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al, in­te­gra­ção de sis­te­mas e de­sen­vol­vi­men­to à me­di­da. Uma ofer­ta B2B e B2G cons­truí­da para ligar ope­ra­ções e ace­le­rar a trans­for­ma­ção di­gi­tal.

CIVIO®
Gestão da Habitação Social e Processos Sociais

Para câ­ma­ras, em­pre­sas mu­ni­ci­pais de ha­bi­ta­ção e en­ti­da­des ges­to­ras: con­cur­sos, can­di­da­tu­ras, agre­ga­dos, ren­das e par­que ha­bi­ta­ci­o­nal num pro­ces­so di­gi­tal, ras­treá­vel e au­di­tá­vel.

Ver o CIVIO® →
VENIO®
Gestão Operacional de Eventos, Espaços e Recursos

Para venues, mu­ni­cí­pi­os, fun­da­ções e ope­ra­do­res cul­tu­rais: pe­di­dos, agen­das, equi­pas, equi­pa­men­tos e vi­a­tu­ras sem con­fli­tos, com in­te­gra­ção ERP op­ci­o­nal.

Ver o VENIO® →
COGNIO®
Automatização Inteligente de Documentos Financeiros

ERP + IA = COGNIO®. Re­ce­ção, ex­tra­ção, va­li­da­ção e in­te­gra­ção au­to­má­ti­ca de do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros no ERP, com apren­di­za­gem con­tí­nua.

Ver o COGNIO® →
docvalue.ai®
Inteligência Artificial Documental

Per­gun­te aos do­cu­men­tos da or­ga­ni­za­ção em lin­gua­gem na­tu­ral e ob­te­nha res­pos­tas con­tex­tu­a­li­za­das - IA in­te­gra­da com o iPortalDoc, o Filedoc e o ERP, com per­mis­sões res­pei­ta­das.

Ver o [docvalue.ai®] →

Início / Soluções / CIVIO®

CIVIO® · Software de gestão de habitação social para municípios, empresas municipais e entidades gestoras

O problema nunca foi só a habitação.
Foi tudo o que aconteceu antes.

Cen­tra­li­za pes­so­as, imó­veis, can­di­da­tu­ras, pro­ces­sos e ocor­rên­ci­as numa pla­ta­for­ma con­ce­bi­da para as­se­gu­rar con­tro­lo, ras­tre­a­bi­li­da­de e ca­pa­ci­da­de de de­ci­são.

O CIVIO® é o softwa­re de ges­tão de ha­bi­ta­ção so­ci­al de­sen­vol­vi­do pela key.value para mu­ni­cí­pi­os, em­pre­sas mu­ni­ci­pais e en­ti­da­des res­pon­sá­veis pela ges­tão de ha­bi­ta­ção pú­bli­ca e so­ci­al. A pla­ta­for­ma cen­tra­li­za can­di­da­tu­ras, agre­ga­dos fa­mi­li­a­res, imó­veis, ocu­pa­ções, pro­ces­sos e ocor­rên­ci­as numa única fonte de in­for­ma­ção.

Porquê o CIVIO®

Gestão de habitação social sem fragmentação

Quan­do a in­for­ma­ção ha­bi­ta­ci­o­nal está dis­per­sa por fo­lhas de cál­cu­lo, e-mails, do­cu­men­tos e apli­ca­ções sem in­te­gra­ção, au­men­ta a de­pen­dên­cia do co­nhe­ci­men­to in­di­vi­du­al, reduzem-se a ras­tre­a­bi­li­da­de e o con­tro­lo e tornam-se mais len­tos os pro­ces­sos de acom­pa­nha­men­to e de­ci­são. O CIVIO® subs­ti­tui essa frag­men­ta­ção por uma ges­tão es­tru­tu­ra­da, trans­ver­sal e per­ma­nen­te­men­te atu­a­li­za­da.

Com o CIVIO®, as equi­pas acom­pa­nham o ciclo da ges­tão ha­bi­ta­ci­o­nal com maior con­sis­tên­cia, desde o re­gis­to e aná­li­se das can­di­da­tu­ras até à ges­tão do par­que ha­bi­ta­ci­o­nal e das ocor­rên­ci­as as­so­ci­a­das. A in­for­ma­ção fica or­ga­ni­za­da por pro­ces­so, imó­vel e agre­ga­do, com his­tó­ri­co de ações, res­pon­sa­bi­li­da­des e es­ta­dos.

A cen­tra­li­za­ção da in­for­ma­ção per­mi­te me­lho­rar os tem­pos de res­pos­ta, re­du­zir ta­re­fas ad­mi­nis­tra­ti­vas, apoi­ar a au­di­to­ria e pro­du­zir in­di­ca­do­res mais fiá­veis para a ges­tão. Para os res­pon­sá­veis mu­ni­ci­pais e en­ti­da­des ges­to­ras, o CIVIO® cria uma visão con­so­li­da­da da ope­ra­ção ha­bi­ta­ci­o­nal e re­for­ça a ca­pa­ci­da­de de pla­ne­a­men­to, acom­pa­nha­men­to e de­ci­são.

O CIVIO® é de­sen­vol­vi­do pela key.value, softwa­re house por­tu­gue­sa com ex­pe­ri­ên­cia na cri­a­ção, im­ple­men­ta­ção e in­te­gra­ção de so­lu­ções di­gi­tais para or­ga­ni­za­ções B2B e B2G. A pla­ta­for­ma com­bi­na co­nhe­ci­men­to fun­ci­o­nal da ges­tão ha­bi­ta­ci­o­nal com tec­no­lo­gia ori­en­ta­da à ope­ra­ci­o­na­li­za­ção, in­te­gra­ção e evo­lu­ção con­tí­nua dos pro­ces­sos.

O desafio

Mais candidaturas. Mais exigência legal.
Os mesmos recursos.

  • Con­cur­sos ge­ri­dos ma­nu­al­men­te, di­fí­ceis de au­di­tar ou jus­ti­fi­car pe­ran­te ci­da­dãos e órgãos de fis­ca­li­za­ção.
  • Can­di­da­tos em si­tu­a­ção de ca­rên­cia a aguar­dar meses por uma res­pos­ta que devia chegar em dias.
  • De­ci­sões di­fí­ceis de do­cu­men­tar - risco de con­tes­ta­ção e au­sên­cia de rasto para au­di­to­ria.
  • Parque ha­bi­ta­ci­o­nal dis­per­so em folhas de cál­cu­lo, sem his­tó­ri­co, ocu­pa­ção ou aler­tas de ma­nu­ten­ção.
A solução

Do concurso ao contrato. Do fogo ao agregado.

01 · Concursos & Candidaturas

Decisão auditável

Cri­té­ri­os con­fi­gu­rá­veis, pon­tu­a­ção au­to­má­ti­ca, ava­li­a­ção téc­ni­ca com for­mu­lá­ri­os di­nâ­mi­cos e gestão de re­cla­ma­ções.

02 · Parque Habitacional

Visão integrada

Ca­das­tro com­ple­to, ocu­pa­ção, rendas, conta cor­ren­te do in­qui­li­no, ma­nu­ten­ção e obras - em tempo real.

03 · Controlo & Decisão

Transparência

Dash­bo­ards, KPIs e re­la­tó­ri­os para órgãos de­li­be­ra­ti­vos, com ras­tre­a­bi­li­da­de com­ple­ta de cada de­ci­são.

Portal do Cidadão

Re­gis­to via NIF ou Cartão de Ci­da­dão, autenticação.​gov.​pt, sub­mis­são online de can­di­da­tu­ras e no­ti­fi­ca­ções em tempo real.

Validação com IA

Ve­ri­fi­ca­ção in­te­li­gen­te dos do­cu­men­tos sub­me­ti­dos, re­du­zin­do erros e tempo de tri­a­gem.

Integração ERP & G.Doc

Li­ga­ção nativa ao ERP (fi­nan­cei­ro, RH, ativos), gestão do­cu­men­tal in­te­gra­da e as­si­na­tu­ra di­gi­tal.

Num relance

O CIVIO® num único comando

Infografia CIVIO®: Candidaturas, critérios, parque habitacional e processos sociais sob um único comando.

Candidaturas, critérios, parque habitacional e processos sociais sob um único comando.

Antes / Depois

O que muda na prática

Sem sistema dedicadoCom CIVIO®
Can­di­da­tu­ras em Excel e e-mail, sem his­tó­ri­co cen­tra­li­za­doPro­ces­so di­gi­tal com­ple­to, ras­treá­vel e au­di­tá­vel do início ao fim
Cri­té­ri­os apli­ca­dos ma­nu­al­men­te, su­jei­tos a erroPon­tu­a­ção au­to­má­ti­ca com cri­té­ri­os de­fi­ni­dos pela pró­pria en­ti­da­de
Se­ma­nas para res­pon­der a um can­di­da­to em si­tu­a­ção ur­gen­teTri­a­gem por pri­o­ri­da­de social com res­pos­ta es­tru­tu­ra­da em dias
De­ci­sões con­tes­tá­veis por falta de do­cu­men­ta­ção formalRasto de au­di­to­ria com­ple­to para cada de­ci­são tomada
FAQ

Perguntas frequentes

O CIVIO® é compatível com os processos de contratação pública?

Sim. É dis­po­ni­bi­li­za­do em modelo SaaS, sem in­ves­ti­men­to em in­fra­es­tru­tu­ra, com con­di­ções ade­qua­das a pro­ce­di­men­tos de con­tra­ta­ção pú­bli­ca. A nossa equipa apoia a en­ti­da­de na fase de pro­ce­di­men­to.

Onde ficam alojados os dados?

Em in­fra­es­tru­tu­ra cloud segura, com con­for­mi­da­de RGPD, con­tro­lo de aces­sos por perfil e au­di­to­ria com­ple­ta. De­ta­lhes de alo­ja­men­to na ficha téc­ni­ca.

Quanto tempo demora a implementação?

De­pen­de do âmbito (mó­du­los, mi­gra­ção de his­tó­ri­co, in­te­gra­ções). O pro­je­to é es­tru­tu­ra­do por fases com prazos de­fi­ni­dos - e a en­ti­da­de nunca fica so­zi­nha após o ar­ran­que.

Como funciona o cálculo da renda apoiada?

O apu­ra­men­to das ren­das é au­to­má­ti­co, em fun­ção dos ren­di­men­tos do agre­ga­do fa­mi­li­ar, com re­a­va­li­a­ções pe­rió­di­cas - eli­mi­nan­do cál­cu­los ma­nu­ais e re­du­zin­do o risco de erro em pro­ces­sos sen­sí­veis.

O CIVIO® também cobre o atendimento e as ocorrências?

Sim: re­gis­ta pe­di­dos, re­cla­ma­ções e in­ter­ven­ções, com acom­pa­nha­men­to até à re­so­lu­ção - e o his­tó­ri­co fica as­so­ci­a­do ao agre­ga­do e à fra­ção.

Em que dispositivos funciona?

É uma apli­ca­ção web res­pon­si­va: desk­top, ta­blet e mo­bi­le, sem ins­ta­la­ção nos equi­pa­men­tos da en­ti­da­de.

Menos tempo em pro­ces­sos ad­mi­nis­tra­ti­vos.
Mais tempo para as pes­so­as que pre­ci­sam de ajuda.

Início / Soluções / VENIO®

VENIO® · Software de gestão operacional de eventos, espaços e recursos

O problema nunca foi o evento.
Foi tudo o que aconteceu antes.

Pla­neia, co­or­de­na e acom­pa­nha toda a ope­ra­ção de even­tos numa pla­ta­for­ma única, desde a dis­po­ni­bi­li­da­de dos es­pa­ços até à afe­ta­ção de equi­pas, ser­vi­ços e re­cur­sos.

O VENIO® é o softwa­re de ges­tão ope­ra­ci­o­nal de even­tos e es­pa­ços de­sen­vol­vi­do pela key.value para mu­ni­cí­pi­os, fun­da­ções, equi­pa­men­tos cul­tu­rais, ve­nu­es, pro­mo­to­res e or­ga­ni­za­ções res­pon­sá­veis por ope­ra­ções com­ple­xas. A pla­ta­for­ma cen­tra­li­za even­tos, es­pa­ços, equi­pas, ser­vi­ços, equi­pa­men­tos, vi­a­tu­ras e res­tan­tes re­cur­sos numa única fonte de in­for­ma­ção.

Novidade

NIA - A copiloto da tua operação
de gestão de eventos

A In­te­li­gên­cia Ope­ra­ci­o­nal do VENIO®. Per­gun­tas em lin­gua­gem na­tu­ral, dentro da pla­ta­for­ma - a NIA ana­li­sa o con­tex­to, os dados e o his­tó­ri­co da ope­ra­ção e de­vol­ve res­pos­ta com con­tex­to e ação.

Como funciona

Re­ce­be per­gun­tas e pe­di­dos den­tro do VENIO®: pe­di­do → aná­li­se → res­pos­ta ou re­co­men­da­ção, com aná­li­se con­tex­tu­al ori­en­ta­da à de­ci­são.

O que compreende

Even­tos, es­pa­ços, ser­vi­ços, equi­pa­men­tos, vi­a­tu­ras, equi­pas, pe­di­dos e re­por­ting - qual­quer tema tra­ta­do pelo VENIO®, numa úni­ca in­ter­fa­ce para per­gun­tar e ob­ter res­pos­ta.

O que entrega

Res­pos­ta, re­co­men­da­ção, aler­ta e pró­xi­ma ação: ra­pi­dez, an­te­ci­pa­ção, cla­re­za e efi­ci­ên­cia - me­nos im­pro­vi­so, me­nos es­for­ço e me­lho­res de­ci­sões.

Infografia NIA: a Inteligência Operacional do VENIO - como funciona, o que compreende e o que entrega

NIA integra contexto, dados e operação sob um único comando.

Per­gun­tas à NIA. A NIA ana­li­sa.
A ope­ra­ção avança.
Porquê o VENIO®

Gestão de eventos e espaços sem fragmentação

Quan­do o pla­ne­a­men­to de even­tos de­pen­de de agen­das dis­per­sas, fo­lhas de cál­cu­lo, e-mails e co­nhe­ci­men­to re­ti­do nas equi­pas, au­men­tam os con­fli­tos de dis­po­ni­bi­li­da­de, as fa­lhas de co­mu­ni­ca­ção e o risco ope­ra­ci­o­nal. O VENIO® subs­ti­tui essa frag­men­ta­ção por uma ges­tão in­te­gra­da, es­tru­tu­ra­da e par­ti­lha­da entre todos os in­ter­ve­ni­en­tes.

Com o VENIO®, cada even­to reúne num único re­gis­to as datas, es­pa­ços, res­pon­sá­veis, ser­vi­ços, re­cur­sos e ne­ces­si­da­des ope­ra­ci­o­nais as­so­ci­a­dos. As equi­pas con­se­guem acom­pa­nhar o es­ta­do da pre­pa­ra­ção, iden­ti­fi­car de­pen­dên­ci­as, an­te­ci­par cons­tran­gi­men­tos e re­du­zir con­fli­tos antes de estes afe­ta­rem a exe­cu­ção.

A in­te­gra­ção com o ERP liga a ope­ra­ção dos even­tos aos pro­ces­sos ad­mi­nis­tra­ti­vos e fi­nan­cei­ros da or­ga­ni­za­ção. A in­for­ma­ção deixa de ser re­pli­ca­da ma­nu­al­men­te entre sis­te­mas, au­men­tan­do a con­sis­tên­cia dos dados e as­se­gu­ran­do con­ti­nui­da­de entre pla­ne­a­men­to, exe­cu­ção, con­tra­ta­ção, fa­tu­ra­ção e con­tro­lo de ges­tão.

A cen­tra­li­za­ção da ope­ra­ção per­mi­te me­lho­rar a uti­li­za­ção dos es­pa­ços e re­cur­sos, re­du­zir ta­re­fas ad­mi­nis­tra­ti­vas, au­men­tar a ca­pa­ci­da­de de res­pos­ta das equi­pas e criar maior vi­si­bi­li­da­de sobre os even­tos em pre­pa­ra­ção, con­fir­ma­dos, em exe­cu­ção ou con­cluí­dos. A ges­tão passa a de­ci­dir com base em in­for­ma­ção atu­a­li­za­da e trans­ver­sal.

O VENIO® é de­sen­vol­vi­do pela key.value, softwa­re house por­tu­gue­sa es­pe­ci­a­li­za­da em so­lu­ções di­gi­tais, in­te­gra­ção apli­ca­ci­o­nal e trans­for­ma­ção de pro­ces­sos para or­ga­ni­za­ções B2B e B2G. A pla­ta­for­ma com­bi­na co­nhe­ci­men­to fun­ci­o­nal da ges­tão de even­tos com tec­no­lo­gia ori­en­ta­da ao con­tro­lo ope­ra­ci­o­nal, à in­te­gra­ção e à evo­lu­ção con­tí­nua da or­ga­ni­za­ção.

Reconhece isto?

Gerir eventos a partir de lado nenhum em comum

  • Or­ça­men­tos numa folha, agenda noutra, equi­pas por e-mail, equi­pa­men­tos sem re­gis­to - é aqui que a margem se perde.
  • Con­fli­tos e over­bo­o­king de es­pa­ços, equi­pas e equi­pa­men­tos.
  • (Re)trabalho e dados que não falam com o ERP.
  • De­ci­sões à base de me­mó­ria, e-­mails e Excel - sem visão 360º em tempo real.
Módulos

Um ciclo operacional completo

Orçamentos

Cri­a­ção, apro­va­ção e do­cu­men­tos au­to­má­ti­cos - con­tro­lo fi­nan­cei­ro por evento.

Espaços & Eventos

Agenda, fichas téc­ni­cas e ciclo de vida com­ple­to, do pedido ao go-­li­ve.

Colaboradores

Alo­ca­ção de equi­pas por drag & drop, portal do co­la­bo­ra­dor e férias.

Equipamentos & Viaturas

Alo­ca­ção em tempo real, sem so­bre­po­si­ções nem im­pro­vi­so.

Dashboard & Analytics

KPIs por perfil, aler­tas e apoio à de­ci­são.

Integração ERP (opcional)

Fa­tu­ra­ção e lo­gís­ti­ca sin­cro­ni­za­das - sem dupla in­tro­du­ção de dados.

Num relance

O VENIO® num único comando

Infografia VENIO®: Pedidos, espaços, recursos, equipas e operação sob um único comando.

Pedidos, espaços, recursos, equipas e operação sob um único comando.

Quem confia

O VENIO® em produção

caso real

InvestBraga

A InvestBraga uti­li­za o VENIO® para cen­tra­li­zar e su­por­tar a ges­tão ope­ra­ci­o­nal dos seus es­pa­ços e even­tos. Uma so­lu­ção de­sen­vol­vi­da para dar maior con­tro­lo sobre a ope­ra­ção, con­cen­tran­do num único am­bi­en­te a in­for­ma­ção ne­ces­sá­ria à ges­tão de even­tos, es­pa­ços, ser­vi­ços e re­cur­sos as­so­ci­a­dos.

FAQ

Perguntas frequentes sobre o VENIO®

O VENIO® funciona em cloud ou nas nossas instalações?

Ambas as op­ções: ins­ta­la­ção em cloud (SaaS) ou on-premises, con­for­me o con­tex­to e as po­lí­ti­cas da sua or­ga­ni­za­ção.

Integra com o nosso ERP?

Sim - in­te­gra­ção na­ti­va com o Cegid Primavera para fa­tu­ra­ção, ad­ju­di­ca­ções e con­tro­lo fi­nan­cei­ro dos even­tos. Ou­tros ce­ná­ri­os de in­te­gra­ção são ava­li­a­dos no di­ag­nós­ti­co.

O que é a NIA?

É a co­pi­lo­to de IA do VENIO®: faz per­gun­tas em lin­gua­gem na­tu­ral sobre even­tos, es­pa­ços, re­cur­sos e equi­pas den­tro da pla­ta­for­ma, e re­ce­be res­pos­ta com con­tex­to e ação - res­pos­ta, re­co­men­da­ção, aler­ta ou pró­xi­ma ação.

Serve para municípios com vários equipamentos?

Sim. O VENIO® foi de­se­nha­do para ve­nu­es, cen­tros de con­gres­sos, mu­ni­cí­pi­os e equi­pa­men­tos cul­tu­rais - com múl­ti­plos es­pa­ços, agen­das cen­tra­li­za­das e de­te­ção de con­fli­tos entre eles.

Em que dispositivos funciona?

É uma apli­ca­ção web res­pon­si­va: fun­ci­o­na em desk­top, ta­blet e mo­bi­le, sem ins­ta­la­ção de softwa­re nos equi­pa­men­tos.

Que suporte está incluído?

Su­por­te da equi­pa key.value, com res­pos­ta em 1 dia útil - as mes­mas pes­so­as que im­ple­men­tam são as que su­por­tam.

A quem se destina

Para quem vive os eventos todos os dias

Venues & gestoras de espaços

Pa­vi­lhões, au­di­tó­ri­os, cen­tros de con­gres­sos e es­pa­ços mul­tiu­sos.

Municípios & empresas municipais

Equi­pa­men­tos cul­tu­rais e des­por­ti­vos com ocu­pa­ção par­ti­lha­da.

Fundações & operadores culturais

Mui­ta pro­gra­ma­ção, equi­pas e re­cur­sos li­mi­ta­dos.

Empresas com frota e equipamentos

Vi­a­tu­ras e mei­os alo­ca­dos a pro­je­tos e even­tos.

Pe­di­dos, es­pa­ços, re­cur­sos, equi­pas e ope­ra­ção
sob um único co­man­do.

Início / Soluções / COGNIO®

COGNIO® · Automatização de faturas e documentos financeiros com IA

O problema nunca foi a fatura.
Foi tudo o que acontecia depois.

ERP + Inteligência Artificial = COGNIO®. Re­ce­be, in­ter­pre­ta, va­li­da e in­te­gra do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros no ERP, re­du­zin­do ta­re­fas ma­nu­ais e au­men­tan­do o con­tro­lo sobre todo o pro­ces­so.

O COGNIO® é a so­lu­ção de au­to­ma­ti­za­ção in­te­li­gen­te de do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros de­sen­vol­vi­da pela key.value para em­pre­sas e en­ti­da­des pú­bli­cas. A pla­ta­for­ma uti­li­za in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al para re­ce­ber, in­ter­pre­tar, ex­trair e va­li­dar in­for­ma­ção de fa­tu­ras e ou­tros do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros, pre­pa­ran­do os res­pe­ti­vos dados para in­te­gra­ção no ERP. Cegid Primavera ou qual­quer outro sis­te­ma de ges­tão: a key.value, Cegid Platinum Partner e es­pe­ci­a­lis­ta em software ERP, as­se­gu­ra a in­te­gra­ção de ponta a ponta.

Porquê o COGNIO®

Automatização de documentos financeiros, do e-mail ao ERP

O tra­ta­men­to ma­nu­al de do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros obri­ga as equi­pas a pro­cu­rar fi­chei­ros em e-mails e pas­tas, in­tro­du­zir dados, con­fir­mar va­lo­res, cor­ri­gir erros e re­pe­tir in­for­ma­ção no ERP. Para além do tempo con­su­mi­do, esta frag­men­ta­ção au­men­ta o risco de in­cor­re­ções, atra­sos de re­gis­to e perda de ras­tre­a­bi­li­da­de ao longo do pro­ces­so.

Com o COGNIO®, os do­cu­men­tos podem ser re­ce­bi­dos atra­vés de di­fe­ren­tes ca­nais, in­ter­pre­ta­dos com re­cur­so a in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al e en­ca­mi­nha­dos para va­li­da­ção sem­pre que exis­te uma ex­ce­ção ou de­ci­são ne­ces­sá­ria. As equi­pas dei­xam de exe­cu­tar re­pe­ti­da­men­te todas as eta­pas e pas­sam a concentrar-se no con­tro­lo, na va­li­da­ção e na ges­tão das si­tu­a­ções que exi­gem in­ter­ven­ção.

De­pois de in­ter­pre­ta­da e va­li­da­da, a in­for­ma­ção é pre­pa­ra­da para in­te­gra­ção no ERP, man­ten­do o do­cu­men­to ori­gi­nal as­so­ci­a­do ao res­pe­ti­vo re­gis­to. Esta con­ti­nui­da­de reduz a du­pli­ca­ção de ta­re­fas, me­lho­ra a con­sis­tên­cia dos dados e per­mi­te ligar o do­cu­men­to re­ce­bi­do ao pro­ces­so fi­nan­cei­ro e ad­mi­nis­tra­ti­vo da or­ga­ni­za­ção.

Cada do­cu­men­to man­tém um per­cur­so iden­ti­fi­cá­vel entre a re­ce­ção, a in­ter­pre­ta­ção, a va­li­da­ção e a in­te­gra­ção. O COGNIO® per­mi­te acom­pa­nhar o es­ta­do do pro­ces­so, iden­ti­fi­car do­cu­men­tos pen­den­tes, lo­ca­li­zar ex­ce­ções e as­se­gu­rar maior ras­tre­a­bi­li­da­de sobre as ações re­a­li­za­das.

A au­to­ma­ti­za­ção das ta­re­fas re­pe­ti­ti­vas per­mi­te re­du­zir o tempo de­di­ca­do ao tra­ta­men­to do­cu­men­tal, di­mi­nuir a in­tro­du­ção ma­nu­al de dados e ace­le­rar a dis­po­ni­bi­li­za­ção da in­for­ma­ção fi­nan­cei­ra. A or­ga­ni­za­ção obtém um pro­ces­so mais rá­pi­do e con­tro­la­do, en­quan­to as equi­pas pas­sam a de­di­car maior ca­pa­ci­da­de à aná­li­se e à ges­tão.

O COGNIO® é de­sen­vol­vi­do pela key.value, softwa­re house por­tu­gue­sa e Cegid Platinum Part­ner, com ex­pe­ri­ên­cia em ERP, in­te­gra­ção apli­ca­ci­o­nal, au­to­ma­ção de pro­ces­sos e trans­for­ma­ção di­gi­tal. A so­lu­ção com­bi­na in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al com co­nhe­ci­men­to fun­ci­o­nal dos cir­cui­tos fi­nan­cei­ros, as­se­gu­ran­do in­te­gra­ção com os sis­te­mas e pro­ces­sos exis­ten­tes na or­ga­ni­za­ção.

Como funciona

Pipeline end-to-end, com aprendizagem contínua

Receção

PDF ou ima­gem via uplo­ad, e-mail, pas­ta par­ti­lha­da ou API.

Extração por IA

Os cam­pos fi­nan­cei­ros são de­vol­vi­dos de for­ma es­tru­tu­ra­da.

Validação

To­tais, IVA, for­ne­ce­do­res e cen­tros de cus­to re­con­ci­li­a­dos.

Validação humana

Só por ex­ce­ção - e cada cor­re­ção tor­na o sis­te­ma me­lhor.

Integração ERP

Do­cu­men­to de com­pra cri­a­do no ERP, com ras­tre­a­bi­li­da­de to­tal.

Num relance

O COGNIO® num único comando

Infografia COGNIO®: Receção, extração, validação, integração e rastreabilidade sob um único comando.

Receção, extração, validação, integração e rastreabilidade sob um único comando.

Âmbito documental

Muito mais do que faturas

O COGNIO® apli­ca in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al à clas­si­fi­ca­ção e ex­tra­ção de dados de do­cu­men­tos de toda a or­ga­ni­za­ção - fa­tu­ras, con­tra­tos e cor­res­pon­dên­cia - re­du­zin­do o tra­ba­lho ma­nu­al de re­gis­to e ace­le­ran­do os cir­cui­tos de apro­va­ção, sem­pre com a va­li­da­ção hu­ma­na como ga­ran­tia de rigor.

classificação

Classificação automática

Iden­ti­fi­ca­ção do tipo de do­cu­men­to à en­tra­da e en­ca­mi­nha­men­to para o cir­cui­to ade­qua­do, sem tri­a­gem ma­nu­al.

extração

Extração de dados

Lei­tu­ra au­to­má­ti­ca dos cam­pos re­le­van­tes: en­ti­da­des, datas, va­lo­res e li­nhas de de­ta­lhe.

validação

Validação assistida

In­ter­fa­ce de con­fe­rên­cia em que o uti­li­za­dor va­li­da e cor­ri­ge os dados pro­pos­tos pela IA - e cada cor­re­ção me­lho­ra o sis­te­ma.

workflow

Circuitos de aprovação

Work­flows con­fi­gu­rá­veis de va­li­da­ção e apro­va­ção, com no­ti­fi­ca­ções e de­le­ga­ções.

integração

Integração ERP e GD

Li­ga­ção na­ti­va ao Cegid Primavera e ao iPortalDoc para re­gis­to e ar­qui­vo au­to­má­ti­cos.

auditoria

Auditoria e histórico

Ras­tre­a­bi­li­da­de com­ple­ta: quem va­li­dou, o que foi al­te­ra­do e quan­do - do­cu­men­to a do­cu­men­to.

11 dias

Im­ple­men­ta­ção tí­pi­ca, com acom­pa­nha­men­to key.value do pri­mei­ro dia ao ar­ran­que - sem pro­je­tos in­ter­mi­ná­veis.

Cloud ou on-premises

Ins­ta­la­ção em cloud (SaaS) ou nas suas ins­ta­la­ções, con­for­me o con­tex­to e as po­lí­ti­cas da or­ga­ni­za­ção.

Validação humana

Em todos os pas­sos crí­ti­cos: a IA ace­le­ra, as pes­so­as ga­ran­tem o rigor. Ges­tão por ex­ce­ção, não subs­ti­tui­ção cega.

Impacto operacional

Impacto medido em produção

-75%tempo por fatura
-87%taxa de erro
+230%documentos / dia
<8meses até ROI

Re­sul­ta­dos me­di­dos em cli­en­te em pro­du­ção, con­sis­ten­tes com os ben­ch­marks de mer­ca­do.

FAQ

Perguntas frequentes sobre o COGNIO®

Que documentos é que o COGNIO® trata?

Fa­tu­ras, con­tra­tos e cor­res­pon­dên­cia - qual­quer do­cu­men­to com dados a ex­trair e cir­cui­tos de apro­va­ção a ace­le­rar. O foco mais comum é o cir­cui­to fi­nan­cei­ro, mas o âm­bi­to é a or­ga­ni­za­ção in­tei­ra.

E quando a IA erra?

Exis­te sem­pre va­li­da­ção hu­ma­na nos pas­sos crí­ti­cos: uma in­ter­fa­ce de con­fe­rên­cia mos­tra os dados pro­pos­tos pela IA para o uti­li­za­dor va­li­dar ou cor­ri­gir - e cada cor­re­ção torna o sis­te­ma me­lhor. É ges­tão por ex­ce­ção, não subs­ti­tui­ção cega.

Quanto tempo demora a implementação?

A im­ple­men­ta­ção tí­pi­ca é de 11 dias, com acom­pa­nha­men­to da equi­pa key.value do pri­mei­ro dia ao ar­ran­que.

Com que sistemas integra?

O COGNIO® foi de­se­nha­do para ali­men­tar qual­quer ERP - a key.value é Cegid Platinum Partner, o es­ta­tu­to mais ele­va­do da par­ce­ria, e es­pe­ci­a­lis­ta em in­te­gra­ção de software de ges­tão. In­te­gra­ção na­ti­va com o Cegid Primavera e com o iPortalDoc, e com­pa­ti­bi­li­da­de com o Filedoc. Cegid PHC CS, Sage, SAP e Microsoft estão dis­po­ní­veis como in­te­gra­ções na­ti­vas sob aná­li­se con­jun­ta.

Funciona em cloud ou nas nossas instalações?

Ambas: cloud (SaaS) ou on-premises, con­for­me o con­tex­to do cli­en­te.

Como fica a auditoria?

Com ras­tre­a­bi­li­da­de com­ple­ta, do­cu­men­to a do­cu­men­to: quem va­li­dou, o que foi al­te­ra­do e quan­do - his­tó­ri­co au­di­tá­vel de ponta a ponta.

O COGNIO® substitui o OCR tradicional?

Vai além do OCR. Em vez de de­pen­der de mo­de­los fixos por for­ne­ce­dor, a in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al in­ter­pre­ta o con­tex­to do do­cu­men­to, ex­trai e va­li­da os dados re­le­van­tes e prepara-os para lan­ça­men­to no ERP - mesmo com for­ma­tos e ori­gens di­fe­ren­tes.

Como é garantida a conformidade com o RGPD?

Os do­cu­men­tos são tra­ta­dos ex­clu­si­va­men­te para o pro­ces­so de au­to­ma­ti­za­ção da or­ga­ni­za­ção, em con­for­mi­da­de com o RGPD e com as con­di­ções de­fi­ni­das con­tra­tu­al­men­te na im­ple­men­ta­ção.

Integração & segurança

Feito para o seu ERP. E para o seu auditor.

[ Integração nativa ]Cegid PrimaveraiPortalDocFiledoc[ Integração nativa sob análise conjunta ]Cegid PHC CSSageSAPMicrosoft
  • En­crip­ta­ção em trân­si­to e em re­pou­so; au­ten­ti­ca­ção SSO.
  • Con­for­mi­da­de com o DL 28/2019 (ar­qui­vo) e RGPD.
  • Logs au­di­tá­veis e ras­tre­a­bi­li­da­de com­ple­ta de cada do­cu­men­to.
  • Im­ple­men­ta­ção tí­pi­ca de 11 dias, com acom­pa­nha­men­to key.value.

Início / Soluções / docvalue.ai®

docvalue.ai® · Inteligência artificial para pesquisar e interpretar documentos

Os seus documentos sabem a resposta.
Agora respondem.

Documentos + Inteligência Artificial = conhecimento acessível. For­mu­le ques­tões em lin­gua­gem na­tu­ral e ob­te­nha res­pos­tas con­tex­tu­a­li­za­das a par­tir da in­for­ma­ção do­cu­men­tal au­to­ri­za­da da sua or­ga­ni­za­ção.

O docvalue.ai® é a so­lu­ção de in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al do­cu­men­tal de­sen­vol­vi­da pela key.value para pes­qui­sar, in­ter­pre­tar e uti­li­zar a in­for­ma­ção exis­ten­te nos do­cu­men­tos de uma or­ga­ni­za­ção. In­te­gra­do com o Filedoc, com o iPortalDoc e com o ERP, per­mi­te for­mu­lar ques­tões em lin­gua­gem na­tu­ral e obter res­pos­tas con­tex­tu­a­li­za­das a par­tir do con­teú­do do­cu­men­tal au­to­ri­za­do.

Ecrã do docvalue.ai®: informação documental e dados de gestão lado a lado

docvalue.ai®: informação documental e dados de gestão, lado a lado. Ambiente de demonstração.

Porquê o docvalue.ai®

Gestão documental inteligente: do arquivo às respostas

À me­di­da que o vo­lu­me do­cu­men­tal au­men­ta, lo­ca­li­zar in­for­ma­ção es­pe­cí­fi­ca em con­tra­tos, re­la­tó­ri­os, pro­ce­di­men­tos, co­mu­ni­ca­ções, pro­ces­sos e do­cu­men­tos téc­ni­cos torna-se uma ta­re­fa de­mo­ra­da. Mesmo quan­do os do­cu­men­tos estão or­ga­ni­za­dos, a in­for­ma­ção per­ma­ne­ce fre­quen­te­men­te de­pen­den­te de pes­qui­sas por pa­la­vras, lei­tu­ra ma­nu­al e co­nhe­ci­men­to re­ti­do em de­ter­mi­na­das pes­so­as.

Com o docvalue.ai®, o uti­li­za­dor pode co­lo­car uma ques­tão como a co­lo­ca­ria a um es­pe­ci­a­lis­ta. A so­lu­ção ana­li­sa o con­teú­do do­cu­men­tal dis­po­ní­vel, iden­ti­fi­ca a in­for­ma­ção re­le­van­te e apre­sen­ta uma res­pos­ta con­tex­tu­a­li­za­da, re­du­zin­do o tempo ne­ces­sá­rio para pro­cu­rar, abrir, ler e in­ter­pre­tar vá­ri­os do­cu­men­tos.

O docvalue.ai® não pro­cu­ra res­pos­tas ge­né­ri­cas na in­ter­net. A aná­li­se é re­a­li­za­da com base nos do­cu­men­tos e na in­for­ma­ção dis­po­ni­bi­li­za­da pela or­ga­ni­za­ção, per­mi­tin­do que as res­pos­tas re­fli­tam o res­pe­ti­vo con­tex­to do­cu­men­tal, ope­ra­ci­o­nal e ad­mi­nis­tra­ti­vo.

A in­te­gra­ção com o Filedoc e com o iPortalDoc per­mi­te apli­car in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al sobre do­cu­men­tos or­ga­ni­za­dos, clas­si­fi­ca­dos e as­so­ci­a­dos aos res­pe­ti­vos pro­ces­sos. O docvalue.ai® acres­cen­ta uma ca­ma­da de pes­qui­sa e in­ter­pre­ta­ção ao sis­te­ma de ges­tão do­cu­men­tal, sem subs­ti­tuir as re­gras de ar­qui­vo, clas­si­fi­ca­ção, work­flow e con­tro­lo já exis­ten­tes.

A li­ga­ção ao ERP per­mi­te re­la­ci­o­nar o con­teú­do do­cu­men­tal com a in­for­ma­ção de ges­tão da or­ga­ni­za­ção. Desta forma, do­cu­men­tos, en­ti­da­des, pro­ces­sos e re­gis­tos ope­ra­ci­o­nais podem ser ana­li­sa­dos num con­tex­to mais com­ple­to, apro­xi­man­do o co­nhe­ci­men­to do­cu­men­tal da re­a­li­da­de fi­nan­cei­ra e ad­mi­nis­tra­ti­va.

A uti­li­za­ção de in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al deve res­pei­tar as per­mis­sões e os per­fis de aces­so de­fi­ni­dos pela or­ga­ni­za­ção. O docvalue.ai® dis­po­ni­bi­li­za in­for­ma­ção den­tro do con­tex­to do­cu­men­tal au­to­ri­za­do, evi­tan­do que um uti­li­za­dor ob­te­nha res­pos­tas ba­se­a­das em do­cu­men­tos aos quais não deve ter aces­so.

Ao re­du­zir o tempo uti­li­za­do na pes­qui­sa, lei­tu­ra e in­ter­pre­ta­ção ma­nu­al de do­cu­men­tos, o docvalue.ai® au­men­ta a au­to­no­mia das equi­pas e ace­le­ra o aces­so à in­for­ma­ção ne­ces­sá­ria para exe­cu­tar ta­re­fas, res­pon­der a pe­di­dos e apoi­ar de­ci­sões. Os do­cu­men­tos dei­xam de fun­ci­o­nar ape­nas como ar­qui­vo e pas­sam a cons­ti­tuir uma base de co­nhe­ci­men­to uti­li­zá­vel.

O docvalue.ai® é de­sen­vol­vi­do pela key.value, softwa­re house por­tu­gue­sa es­pe­ci­a­li­za­da em ERP, ges­tão do­cu­men­tal, in­te­gra­ção apli­ca­ci­o­nal, au­to­ma­ção de pro­ces­sos e in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al apli­ca­da às or­ga­ni­za­ções. A so­lu­ção com­bi­na tec­no­lo­gia, co­nhe­ci­men­to fun­ci­o­nal e in­te­gra­ção para trans­for­mar in­for­ma­ção do­cu­men­tal em ca­pa­ci­da­de ope­ra­ci­o­nal e de de­ci­são.

O que faz, na prática

Perguntar é a nova forma de pesquisar

linguagem natural

Perguntas como a um especialista

Co­lo­que a ques­tão por pa­la­vras suas - a so­lu­ção ana­li­sa o con­teú­do do­cu­men­tal e iden­ti­fi­ca a in­for­ma­ção re­le­van­te.

respostas

Respostas contextualizadas

Em vez de uma lista de fi­chei­ros para abrir e ler, re­ce­be a res­pos­ta com o con­tex­to do­cu­men­tal que a sus­ten­ta.

fonte

Os seus documentos, não a internet

A aná­li­se baseia-se ex­clu­si­va­men­te na in­for­ma­ção dis­po­ni­bi­li­za­da pela or­ga­ni­za­ção - sem res­pos­tas ge­né­ri­cas.

Filedoc

In­te­gra­ção com o Filedoc e o iPortalDoc

IA apli­ca­da sobre do­cu­men­tos or­ga­ni­za­dos e clas­si­fi­ca­dos - sem subs­ti­tuir as re­gras de ar­qui­vo, work­flow e con­tro­lo exis­ten­tes.

ERP

Ligação ao ERP

Re­la­ci­o­na o con­teú­do do­cu­men­tal com en­ti­da­des, pro­ces­sos e re­gis­tos de ges­tão, num con­tex­to mais com­ple­to.

permissões

Acessos respeitados

As res­pos­tas res­pei­tam as per­mis­sões e per­fis de­fi­ni­dos - nin­guém obtém in­for­ma­ção de do­cu­men­tos a que não deve ace­der.

[ Integração nativa ] FiledociPortalDocCegid Primavera [ Integração nativa sob análise conjunta ] Cegid PHC CSSageSAPMicrosoft
FAQ

Perguntas frequentes sobre o docvalue.ai®

O que faz o docvalue.ai®, em concreto?

Per­mi­te for­mu­lar ques­tões em lin­gua­gem na­tu­ral sobre os do­cu­men­tos da or­ga­ni­za­ção e obter res­pos­tas con­tex­tu­a­li­za­das - re­du­zin­do o tempo de pro­cu­rar, abrir, ler e in­ter­pre­tar vá­ri­os do­cu­men­tos.

De onde vêm as respostas?

Ex­clu­si­va­men­te dos do­cu­men­tos e da in­for­ma­ção dis­po­ni­bi­li­za­da pela or­ga­ni­za­ção. O docvalue.ai® não pro­cu­ra res­pos­tas ge­né­ri­cas na in­ter­net, pelo que as res­pos­tas re­fle­tem o con­tex­to do­cu­men­tal, ope­ra­ci­o­nal e ad­mi­nis­tra­ti­vo reais.

Substitui o nosso sistema de gestão documental?

Não. A in­te­gra­ção com o Filedoc e com o iPortalDoc acres­cen­ta uma ca­ma­da de pes­qui­sa e in­ter­pre­ta­ção ao sis­te­ma exis­ten­te, sem subs­ti­tuir as re­gras de ar­qui­vo, clas­si­fi­ca­ção, work­flow e con­tro­lo já de­fi­ni­das.

E as permissões de acesso?

São res­pei­ta­das: o docvalue.ai® dis­po­ni­bi­li­za in­for­ma­ção ape­nas den­tro do con­tex­to do­cu­men­tal au­to­ri­za­do de cada uti­li­za­dor - nin­guém obtém res­pos­tas ba­se­a­das em do­cu­men­tos a que não deve ter aces­so.

Para que serve a ligação ao ERP?

Para re­la­ci­o­nar o con­teú­do do­cu­men­tal com a in­for­ma­ção de ges­tão: do­cu­men­tos, en­ti­da­des, pro­ces­sos e re­gis­tos ope­ra­ci­o­nais ana­li­sa­dos num con­tex­to mais com­ple­to, apro­xi­man­do o co­nhe­ci­men­to do­cu­men­tal da re­a­li­da­de fi­nan­cei­ra e ad­mi­nis­tra­ti­va.

Que sistemas integra?

In­te­gra­ção na­ti­va com o Filedoc, com o iPortalDoc e com o Cegid Pri­ma­ve­ra. Cegid PHC CS, Sage, SAP e Mi­cro­soft estão dis­po­ní­veis como in­te­gra­ções na­ti­vas sob aná­li­se con­jun­ta.

Os documentos deixam de ser apenas arquivo.
Passam a ser uma base de conhecimento utilizável.

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Forge · Plataforma RAD proprietária

Entregamos em semanas o que a indústria entrega em meses

A Forge é a pla­ta­for­ma RAD (Rapid Ap­pli­ca­ti­on De­ve­lop­ment) pro­pri­e­tá­ria da key.value. É sobre ela que cons­truí­mos os nos­sos qua­tro pro­du­tos e o de­sen­vol­vi­men­to à me­di­da - com 60-80% de re­du­ção no tempo de de­sen­vol­vi­men­to face a stacks tra­di­ci­o­nais.

Porque é que isto lhe interessa

Uma plataforma própria muda a economia do software

velocidade

60-80% mais rápido

Re­du­ção no tempo de de­sen­vol­vi­men­to face a stacks tra­di­ci­o­nais: menos meses de pro­je­to, menos custo, re­tor­no mais cedo.

evolução partilhada

Melhora para todos

O que evo­lui num cli­en­te be­ne­fi­cia toda a base ins­ta­la­da. Os pro­du­tos não en­ve­lhe­cem - acu­mu­lam ma­tu­ri­da­de.

independência

Zero roadmaps alheios

A pla­ta­for­ma é nossa: ne­nhu­ma fun­ci­o­na­li­da­de fica refém das pri­o­ri­da­des de um for­ne­ce­dor ex­ter­no.

O que corre sobre a Forge

Quatro produtos. E o seu, se for à medida.

CIVIO®

Ges­tão de Ha­bi­ta­ção So­ci­al.

Conhecer o CIVIO® →
VENIO®

Ges­tão de Even­tos, Es­pa­ços e Re­cur­sos.

Conhecer o VENIO® →
COGNIO®

Au­to­ma­ti­za­ção In­te­li­gen­te de Do­cu­men­tos com IA.

Conhecer o COGNIO® →
docvalue.ai®

Inteligência Artificial Documental.

Conhecer o [docvalue.ai®] →

O de­sen­vol­vi­men­to à me­di­da da key.value é cons­truí­do sobre a mesma pla­ta­for­ma: em vez de adap­tar o ne­gó­cio a um pro­gra­ma, a fer­ra­men­ta nasce à me­di­da do pro­ces­so - com a ve­lo­ci­da­de e a ma­nu­ten­ção de um pro­du­to. Ins­ta­la­ção em cloud (SaaS) ou on-premises, con­for­me o con­tex­to do cli­en­te.

Todos correm sobre a plataforma Forge.
O que melhora num cliente, beneficia toda a base instalada.

Início / Serviços & Parcerias

Serviços e parcerias tecnológicas para empresas e entidades públicas

Escolhemos parceiros como escolhemos tecnologia:
pelo que aguentam em produção.

Com­bi­na­mos co­nhe­ci­men­to es­pe­ci­a­li­za­do, in­te­gra­ção e tec­no­lo­gia de par­cei­ros de re­fe­rên­cia para res­pon­der aos pro­ces­sos reais de cada or­ga­ni­za­ção.

A key.value é uma softwa­re house por­tu­gue­sa es­pe­ci­a­li­za­da na im­ple­men­ta­ção, in­te­gra­ção e de­sen­vol­vi­men­to de so­lu­ções de softwa­re para em­pre­sas e en­ti­da­des pú­bli­cas. Atra­vés de ser­vi­ços pró­pri­os e par­ce­ri­as tec­no­ló­gi­cas, li­ga­mos sis­te­mas, pro­ces­sos e in­for­ma­ção para criar ope­ra­ções mais in­te­gra­das, efi­ci­en­tes e con­tro­la­das.

A nossa abordagem

Parcerias tecnológicas integradas: do ERP aos recursos humanos

As par­ce­ri­as tec­no­ló­gi­cas da key.value per­mi­tem com­bi­nar pla­ta­for­mas es­pe­ci­a­li­za­das com co­nhe­ci­men­to fun­ci­o­nal, ca­pa­ci­da­de de im­ple­men­ta­ção e acom­pa­nha­men­to pró­xi­mo. O nosso ecos­sis­te­ma in­clui so­lu­ções Cegid, iPortalDoc, Filedoc e Bizneo, co­brin­do áreas como ERP, ges­tão do­cu­men­tal, au­to­ma­ti­za­ção de work­flows e ges­tão de re­cur­sos hu­ma­nos.

En­quan­to Cegid Platinum Part­ner, a key.value im­ple­men­ta, in­te­gra e acom­pa­nha so­lu­ções de ges­tão Cegid para or­ga­ni­za­ções pri­va­das e en­ti­da­des da Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca - in­cluin­do a im­ple­men­ta­ção de Cegid Primavera Public Sector, em con­for­mi­da­de com o SNC-AP. Esta dis­tin­ção re­fle­te ca­pa­ci­da­de téc­ni­ca, co­nhe­ci­men­to fun­ci­o­nal e ex­pe­ri­ên­cia na trans­for­ma­ção de pro­ces­sos em­pre­sa­ri­ais e ad­mi­nis­tra­ti­vos.

Para além das so­lu­ções de par­cei­ros, pres­ta­mos ser­vi­ços de de­sen­vol­vi­men­to de softwa­re à me­di­da e Business Intelligence. Estas com­pe­tên­ci­as per­mi­tem adap­tar, com­ple­men­tar e in­te­grar as pla­ta­for­mas exis­ten­tes, res­pon­den­do a re­qui­si­tos es­pe­cí­fi­cos que não são re­sol­vi­dos por softwa­re stan­dard.

A nossa abor­da­gem não con­sis­te em acu­mu­lar apli­ca­ções iso­la­das. Ava­li­a­mos o con­tex­to tec­no­ló­gi­co e ope­ra­ci­o­nal de cada or­ga­ni­za­ção, se­le­ci­o­na­mos as so­lu­ções ade­qua­das e as­se­gu­ra­mos a res­pe­ti­va in­te­gra­ção com o ERP, os sis­te­mas do­cu­men­tais, as apli­ca­ções de re­cur­sos hu­ma­nos e as res­tan­tes fon­tes de dados.

O ob­je­ti­vo é re­du­zir pro­ces­sos ma­nu­ais, eli­mi­nar du­pli­ca­ção de in­for­ma­ção, me­lho­rar a ras­tre­a­bi­li­da­de e criar uma visão mais con­sis­ten­te da ope­ra­ção. Cada ser­vi­ço e par­ce­ria é en­qua­dra­do em fun­ção do pro­ble­ma a re­sol­ver, do im­pac­to es­pe­ra­do e da ca­pa­ci­da­de de gerar re­tor­no para a or­ga­ni­za­ção.

Cegid Partner Platinum

Cegid com quem o ecossistema reconhece como referência.

Platinum é o mais ele­va­do es­ta­tu­to da par­ce­ria Cegid: exige com­pe­tên­cia téc­ni­ca cer­ti­fi­ca­da, vo­lu­me de pro­je­tos en­tre­gues e qua­li­da­de de su­por­te com­pro­va­da, de forma con­tí­nua. Im­ple­men­ta­mos, mi­gra­mos, in­te­gra­mos e de­sen­vol­ve­mos sobre todo o ecos­sis­te­ma Cegid, para em­pre­sas e Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca - in­cluin­do Cegid Primavera Public Sector, em con­for­mi­da­de com o SNC-AP.

  • ERP Cegid Primavera - im­ple­men­ta­ção e mi­gra­ção
  • Cegid Valuekeep, Cegid YET e so­lu­ções com­ple­men­ta­res
  • De­sen­vol­vi­men­to com­ple­men­tar e ex­ten­si­bi­li­da­de
  • In­te­gra­ções en­ter­pri­se e su­por­te com SLA

Já usa Cegid Primavera? Veja o que o COGNIO® e o [docvalue.ai®] acres­cen­tam ao seu ERP.

Gestão documental

Duas soluções. Um critério: o seu contexto.

Tra­ba­lha­mos com as duas pla­ta­for­mas de re­fe­rên­cia em Por­tu­gal. A re­co­men­da­ção de­pen­de da di­men­são, do ERP ins­ta­la­do e dos re­qui­si­tos de work­flow - e é exa­ta­men­te para isso que serve o di­ag­nós­ti­co.

parceria

iPortalDoc

Gestão do­cu­men­tal e work­flow como HUB cen­tral da ge­ra­ção e in­te­gra­ção de dados. Im­ple­men­ta­ção es­tru­tu­ra­da em 6 fases: pla­ne­a­men­to, aná­li­se de pro­ces­sos, con­fi­gu­ra­ção, pro­tó­ti­po, for­ma­ção, ar­ran­que e apoio.

Avaliar processo documental →
parceria

Filedoc

Ges­tão do­cu­men­tal in­te­gra­da em pro­fun­di­da­de no ERP, atra­vés do [docvalue.ai®]: work­flow, ar­qui­vo, con­for­mi­da­de e cir­cui­to de apro­va­ções ligado à con­ta­bi­li­da­de.

Solicitar diagnóstico documental →
iPortalDoc: ficha de documento com metadados, workflow e visualização da fatura lado a lado

iPortalDoc: metadados, workflow e documento lado a lado - o HUB documental implementado pela key.value, com a camada de inteligência artificial do [docvalue.ai®]. Ambiente de demonstração.

Dashboard do Filedoc: documentos recebidos, pendentes e processos abertos num único ecrã

Filedoc: controlo, visibilidade e circuitos de resposta num único ecrã - com a camada de inteligência artificial do [docvalue.ai®]. Ambiente de demonstração.

recursos humanos

Bizneo

As­si­dui­da­de, ta­len­to, for­ma­ção, re­cru­ta­men­to e gestão de equi­pas - im­ple­men­ta­do e in­te­gra­do pela key.value com os seus sis­te­mas de gestão.

Conhecer a parceria Bizneo →
serviço

Desenvolvimento à medida

So­lu­ções ex­clu­si­vas para pro­ble­mas es­pe­cí­fi­cos. Em vez de adap­tar o ne­gó­cio a um pro­gra­ma, a fer­ra­men­ta é cons­truí­da à sua medida - sobre a pla­ta­for­ma Forge.

Marcar diagnóstico →
serviço

Business Intelligence (BI)

Re­co­lha, tra­ta­men­to e vi­su­a­li­za­ção de dados em dash­bo­ards in­te­ra­ti­vos - com Microsoft Power BI e Google Cloud Looker. De­ci­sões ba­se­a­das em dados con­cre­tos, não em in­tui­ção.

Conhecer o serviço de BI →
Pro­ces­sos dis­per­sos não es­ca­lam.
Sis­te­mas in­te­gra­dos, sim.

Início / Serviços & Parcerias / Business Intelligence

Serviço · Dados & Decisão

Do dado bruto à decisão concreta

De­sen­vol­ve­mos so­lu­ções de Bu­si­ness In­tel­li­gen­ce (BI): re­co­lhe­mos, or­ga­ni­za­mos e ana­li­sa­mos gran­des vo­lu­mes de dados do seu ne­gó­cio, trans­for­man­do in­for­ma­ção bruta em co­nhe­ci­men­to es­tra­té­gi­co - para de­ci­sões mais rá­pi­das, pre­ci­sas e ba­se­a­das em dados con­cre­tos.

Como funciona na prática

Um fluxo contínuo, em três pilares

Recolha de dados

Reu­ni­mos in­for­ma­ção de di­ver­sas ori­gens - sis­te­mas in­ter­nos e ERP, ven­das, fi­nan­ças, ope­ra­ções e ca­nais di­gi­tais - num re­po­si­tó­rio úni­co e fiá­vel.

Tratamento

Lim­pa­mos, cru­za­mos e or­ga­ni­za­mos os da­dos para ga­ran­tir que es­tão cor­re­tos, con­sis­ten­tes e pron­tos para aná­li­se.

Análise e visualização

Trans­for­ma­mos nú­me­ros em dash­bo­ards in­te­ra­ti­vos, grá­fi­cos e re­la­tó­ri­os - a in­for­ma­ção cer­ta, para o per­fil cer­to, no mo­men­to cer­to.

Benefícios

O que muda quando a gestão passa a ver os dados

Decisão ágil

Eli­mi­na a gestão por in­tui­ção: cada de­ci­são passa a ser sus­ten­ta­da em in­di­ca­do­res atu­a­li­za­dos e ve­ri­fi­cá­veis.

Visão holística

Cen­tra­li­za o de­sem­pe­nho de todos os de­par­ta­men­tos - vendas, RH, mar­ke­ting, ope­ra­ções - num único lugar.

Vantagem competitiva

Iden­ti­fi­ca gar­ga­los ope­ra­ci­o­nais e opor­tu­ni­da­des de mer­ca­do ra­pi­da­men­te, antes de se tor­na­rem custos ou ne­gó­ci­os per­di­dos.

Plataformas

Construído sobre as plataformas de referência

Tra­ba­lha­mos com as duas pla­ta­for­mas de BI lí­de­res de mer­ca­do. A es­co­lha de­pen­de do seu ecos­sis­te­ma tec­no­ló­gi­co, do li­cen­ci­a­men­to e dos re­qui­si­tos de par­ti­lha e go­ver­na­ção de dados.

plataforma

Microsoft Power BI

In­te­gra­ção na­tu­ral com Excel, Azure e todo o ecos­sis­te­ma Microsoft 365, dash­bo­ards in­te­ra­ti­vos e mo­de­los de dados ro­bus­tos. A es­co­lha mais comum no con­tex­to em­pre­sa­ri­al por­tu­guês.

O que é BI, pela Microsoft →
plataforma

Google Cloud Looker

BI mo­der­no sobre a Google Cloud, com camada se­mân­ti­ca cen­tra­li­za­da, dados em tempo real e ca­pa­ci­da­de de em­be­ber ana­lí­ti­ca nas suas pró­pri­as apli­ca­ções.

O que é BI, pela Google →
Do do­cu­men­to para a de­ci­são.
Dados con­cre­tos, não "achis­mo".

Início / Serviços & Parcerias / Bizneo

Parceria · Recursos Humanos

Todo o ciclo de RH.
Numa só plataforma

O Bizneo HR é um softwa­re mo­du­lar de gestão de Re­cur­sos Hu­ma­nos, uti­li­za­do por or­ga­ni­za­ções de 50 a 5.000 co­la­bo­ra­do­res em Es­pa­nha, Por­tu­gal e Amé­ri­ca Latina. A key.value im­ple­men­ta-o, con­fi­gu­ra-o e in­te­gra-o com os seus sis­te­mas de gestão.

O desafio

RH a gerir pessoas... ou a gerir papel?

  • Férias e au­sên­ci­as pe­di­das por e-mail, apro­va­das de me­mó­ria e re­gis­ta­das em Excel.
  • Re­cru­ta­men­to dis­per­so: CVs em caixas de cor­reio, sem his­tó­ri­co nem com­pa­ra­bi­li­da­de.
  • Ava­li­a­ções de de­sem­pe­nho feitas uma vez por ano - em for­mu­lá­ri­os que nin­guém con­sul­ta depois.
  • In­for­ma­ção do co­la­bo­ra­dor es­pa­lha­da por sis­te­mas que não co­mu­ni­cam com o pro­ces­sa­men­to sa­la­ri­al.
Módulos

Modular: começa pelo que dói mais

assiduidade

Controlo horário & ausências

Gestão de férias e au­sên­ci­as, pi­ca­gem via web e móvel, turnos, te­le­tra­ba­lho, banco de horas e ca­len­dá­ri­os per­so­na­li­zá­veis por con­ven­ção co­le­ti­va.

recrutamento

ATS com IA

Vagas, banco de CVs, mul­ti­pos­ting em por­tais de em­pre­go, career site pró­prio e IA para ran­king e su­ges­tão de can­di­da­tos - com RGPD e con­sen­ti­men­tos au­to­má­ti­cos.

talento

Avaliação de desempenho

Ava­li­a­ções, com­pe­tên­ci­as, planos de car­rei­ra, faixas sa­la­ri­ais e in­di­ca­do­res pre­di­ti­vos de tur­no­ver.

formação

Formação & LMS

Gestor de cursos, planos de de­sen­vol­vi­men­to in­di­vi­du­al (PDI) e pla­ta­for­ma de e-­le­ar­ning in­te­gra­da.

equipas

Gestão de equipas

Ob­je­ti­vos com hi­e­rar­quia e pon­de­ra­ção, pro­je­tos, ta­re­fas, reu­niões 1:1, ques­ti­o­ná­ri­os e re­la­tó­ri­os de pro­gres­so.

finanças

Despesas & orçamentos

Re­gis­to e apro­va­ção de des­pe­sas dos co­la­bo­ra­do­res, com or­ça­men­tos por equipa e in­te­gra­ção com a área fi­nan­cei­ra.

Porquê com a key.value

O software é da Bizneo.
A implementação e a integração são nossas.

Implementação estruturada

Con­fi­gu­ra­ção adap­ta­da aos pro­ces­sos reais da sua or­ga­ni­za­ção, for­ma­ção das equi­pas e acom­pa­nha­men­to após o ar­ran­que.

Integração com os seus sistemas

Li­ga­ção via API ao ERP e ao pro­ces­sa­men­to sa­la­ri­al - os dados do co­la­bo­ra­dor num único fluxo, sem dupla in­tro­du­ção.

Um único responsável

Da aná­li­se de pro­ces­sos ao su­por­te: o mesmo in­ter­lo­cu­tor, o mesmo SLA, a mesma ac­coun­ta­bi­lity de sempre.

Menos ad­mi­nis­tra­ção de RH.
Mais gestão de pes­so­as.

Início / Empresa / Carreiras

Carreiras · Key.Shapers

Shaping Growth
from Within

Na key.value, cada co­la­bo­ra­dor é um Key.Shaper - um pro­fis­si­o­nal que molda o cres­ci­men­to da em­pre­sa, dos cli­en­tes e do mer­ca­do atra­vés da sua pró­pria voz, co­nhe­ci­men­to e ex­pe­ri­ên­cia.

Key.Shapers - Shaping Growth from Within
O que é ser um Key.Shaper

Não criamos apenas software.
Criamos influência, confiança e oportunidades.

Partilhar perspetiva

Cada Key.Shaper es­cre­ve e fala sobre os temas que domina - in­sights reais do di­a-a-­dia pro­fis­si­o­nal, não men­sa­gens cor­po­ra­ti­vas com guião.

Construir relações reais

Par­ti­ci­pa­mos nas con­ver­sas re­le­van­tes do setor e cri­a­mos pro­xi­mi­da­de com de­ci­so­res e par­cei­ros - com au­ten­ti­ci­da­de, não com pu­bli­ci­da­de.

Crescer com a empresa

Uma equipa com pre­sen­ça e co­nhe­ci­men­to re­co­nhe­ci­dos atrai me­lho­res pro­je­tos, me­lho­res cli­en­tes e me­lho­res co­le­gas.

Porquê a key.value

Onde vais trabalhar

Produto próprio

Qua­tro pro­du­tos com mar­ca re­gis­ta­da so­bre a pla­ta­for­ma Forge - o teu tra­ba­lho fica em softwa­re que vive e evo­lui.

Projetos com peso

São 575+ cli­en­tes e 2.500+ pro­je­tos en­tre­gues, em em­pre­sas e na Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca, ao lon­go de 22+ anos.

Ecossistema de elite

Cegid Pla­ti­num Part­ner - o es­ta­tu­to mais ele­va­do da par­ce­ria, com cer­ti­fi­ca­ção e for­ma­ção con­tí­nu­as.

Decisão em Portugal

Equi­pas e de­ci­são em Maia, no Porto. Pro­xi­mi­da­de real e sem hi­e­rar­qui­as anó­ni­mas.

Isto não é sobre criar con­teú­do.
É sobre estar pre­sen­te quando o cli­en­te decide.

Leva menos de cinco mi­nu­tos - e o CV segue ane­xa­do.

Início / Carreiras / Candidatura espontânea

Key.Shapers · Candidatura

Conta-nos o que gostavas de resolver connosco

Não pe­di­mos cartas de mo­ti­va­ção for­mais. Pe­di­mos o que re­al­men­te in­te­res­sa: quem és, o que sabes fazer e que pro­ble­ma gos­ta­vas de re­sol­ver ou de­sen­vol­ver na key.value.

  • Ana­li­sa­mos todas as can­di­da­tu­ras - mesmo sem vaga aberta.
  • Se houver fit, res­pon­de­mos com uma con­ver­sa, não com um for­mu­lá­rio de volta.
  • Os teus dados são tra­ta­dos com con­fi­den­ci­a­li­da­de e apenas para fins de re­cru­ta­men­to.

Candidatura espontânea

Formatos aceites: PDF, DOC, DOCX.

Ao enviar, será aberto o teu programa de e-mail com a candidatura endereçada a geral@keyvalue.pt e os dados preenchidos no corpo da mensagem. O ficheiro do CV tem de ser anexado nessa janela de e-mail - por segurança, os browsers não permitem anexá-lo automaticamente.

[ candidatura preparada ]

Abri­mos o teu pro­gra­ma de e-mail com tudo pre­en­chi­do, en­de­re­ça­do a geral@keyvalue.pt.

Se a janela não abriu, es­cre­ve di­re­ta­men­te para geral@keyvalue.pt com o as­sun­to "Can­di­da­tu­ra es­pon­tâ­nea - Key.Shapers".

Início / Serviços & Parcerias / Cegid

Parceiro Cegid em Portugal · Implementação e migração Cegid Primavera

O estatuto não se compra.
Entrega-se.

Im­ple­men­ta­mos, mi­gra­mos, in­te­gra­mos e de­sen­vol­ve­mos sobre o ecos­sis­te­ma Cegid - para em­pre­sas e Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca, com um único res­pon­sá­vel do di­ag­nós­ti­co ao su­por­te: nós.

A key.value é Cegid Platinum Part­ner - o es­ta­tu­to mais ele­va­do da par­ce­ria Cegid, atri­buí­do com base em com­pe­tên­cia téc­ni­ca cer­ti­fi­ca­da, vo­lu­me de pro­je­tos en­tre­gues e qua­li­da­de de su­por­te, ava­li­a­dos de forma con­tí­nua. Há mais de 22 anos im­ple­men­ta­mos, mi­gra­mos e in­te­gra­mos so­lu­ções Cegid Primavera para em­pre­sas e en­ti­da­des pú­bli­cas em Por­tu­gal.

O que fazemos sobre Cegid

Do primeiro diagnóstico ao suporte contínuo

implementação

Implementação Cegid Primavera

Ar­ran­que es­tru­tu­ra­do: ma­pe­a­men­to dos pro­ces­sos reais, con­fi­gu­ra­ção ori­en­ta­da ao ne­gó­cio e for­ma­ção das equi­pas - sem re­pli­car no sis­te­ma novo os ví­ci­os do an­ti­go.

migração

Migração de dados e de versão

Fase de­di­ca­da de lim­pe­za e va­li­da­ção de dados, com cri­té­ri­os de acei­ta­ção de­fi­ni­dos antes da pas­sa­gem a pro­du­ção - por­que a con­fi­an­ça das equi­pas de­ci­de-­se no pri­mei­ro mês.

integração

Integração e desenvolvimento

Li­ga­ção do Cegid Primavera aos res­tan­tes sis­te­mas da or­ga­ni­za­ção e de­sen­vol­vi­men­to à me­di­da sobre a pla­ta­for­ma Forge, quan­do o stan­dard não chega.

Administração Pública

Cegid Primavera Public Sector · SNC-AP

Im­ple­men­ta­mos Cegid Primavera Public Sector em con­for­mi­da­de com o SNC-AP - para mu­ni­cí­pi­os, em­pre­sas mu­ni­ci­pais e res­tan­tes en­ti­da­des da Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca.

Suporte

Resposta em 1 dia útil

As pes­so­as que im­ple­men­tam são as que su­por­tam. Sem call cen­ters anó­ni­mos, sem re­a­pren­der o seu con­tex­to a cada pe­di­do.

Migração para Cegid Primavera

Mudar de ERP sem perder o controlo da operação

Mi­gra­mos para o Cegid Primavera a par­tir de ver­sões an­te­ri­o­res e de ou­tros ERP, com o mes­mo mé­to­do: pro­ces­sos pri­mei­ro, da­dos lim­pos e va­li­da­dos, cri­té­ri­os de acei­ta­ção de­fi­ni­dos an­tes da pas­sa­gem a pro­du­ção e acom­pa­nha­men­to de­pois do ar­ran­que.

migração

Cegid PHC → Cegid Primavera

Den­tro do mes­mo ecos­sis­te­ma Cegid: re­vi­são de pro­ces­sos, pa­ra­me­tri­za­ções e de­sen­vol­vi­men­tos acu­mu­la­dos, para de­ci­dir o que se re­pli­ca e o que pas­sa a ser stan­dard.

migração

Sage → Cegid Primavera

Ma­pe­a­men­to de en­ti­da­des, ar­ti­gos, pla­no de con­tas, cen­tros de cus­to e sal­dos de aber­tu­ra, com uma de­ci­são cla­ra so­bre o his­tó­ri­co a mi­grar.

migração

Business Central → Cegid Primavera

Le­van­ta­men­to das ex­ten­sões e in­te­gra­ções exis­ten­tes e de­ci­são, caso a caso, en­tre fun­ci­o­na­li­da­de stan­dard, in­te­gra­ção ou de­sen­vol­vi­men­to es­pe­cí­fi­co.

Verticais Cegid

Certificados onde a operação acontece

A cer­ti­fi­ca­ção por ver­ti­cal é atri­buí­da pela Cegid e re­fle­te com­pe­tên­cia téc­ni­ca e fun­ci­o­nal de­mons­tra­da em cada do­mí­nio. A key.value detém cer­ti­fi­ca­ção nos se­guin­tes ver­ti­cais do ecos­sis­te­ma Cegid:

vertical certificado

Construction

ges­tão de obras, pro­je­tos e con­tro­lo de cus­tos de cons­tru­ção.

vertical certificado

Manufacturing

pro­du­ção, pla­ne­a­men­to e con­tro­lo in­dus­tri­al.

vertical certificado

Retail

ponto de venda, stocks e ope­ra­ção de re­ta­lho.

vertical certificado

RH

pro­ces­sa­men­to sa­la­ri­al e ges­tão de pes­so­as.

vertical certificado

Faturação Eletrónica, B2C e B2G

emis­são e cir­cui­tos de fa­tu­ra ele­tró­ni­ca, in­cluin­do Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca.

vertical certificado

Gabinetes Contabilidade

prá­ti­ca de con­ta­bi­li­da­de e ser­vi­ços a cli­en­tes.

vertical certificado

Setor Público

Cegid Primavera Pu­blic Sec­tor, em con­for­mi­da­de com o SNC-AP.

vertical certificado

Cultura, Atrações e Eventos

bi­lhé­ti­ca e ope­ra­ção de equi­pa­men­tos cul­tu­rais.

Produtos que estendem o Primavera

O seu ERP Cegid, com superpoderes

COGNIO®

Au­to­ma­ti­za­ção de do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros com in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al - in­te­gra­ção na­ti­va com o Cegid Primavera.

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In­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al do­cu­men­tal que liga o iPortalDoc e o Filedoc ao Cegid Primavera - res­pos­tas em lin­gua­gem na­tu­ral sobre os do­cu­men­tos da or­ga­ni­za­ção.

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Quem confia

Casos reais no ecossistema Cegid

caso real

Europalco

Na Europalco, a key.value as­se­gu­ra um ecos­sis­te­ma tec­no­ló­gi­co in­te­gra­do que su­por­ta ope­ra­ções crí­ti­cas do ne­gó­cio: Cegid Primavera ERP, ges­tão do­cu­men­tal Filedoc com in­te­gra­ção docvalue.ai®, eDocument, Picking e de­sen­vol­vi­men­tos es­pe­cí­fi­cos para fer­ra­men­tas de or­ça­men­ta­ção e in­te­gra­ção com Monday e Cegid Primavera. Uma re­la­ção tec­no­ló­gi­ca trans­ver­sal, com­ple­men­ta­da por su­por­te con­tí­nuo à ope­ra­ção.

caso real

Porminho

A Porminho con­fia na key.value para su­por­tar pro­ces­sos es­sen­ci­ais da sua ope­ra­ção atra­vés de um ecos­sis­te­ma Cegid in­te­gra­do, que in­clui Cegid Primavera ERP, Cegid Yet e Cegid Valuekeep. A com­po­nen­te tec­no­ló­gi­ca é com­ple­men­ta­da por su­por­te con­tí­nuo, ga­ran­tin­do acom­pa­nha­men­to trans­ver­sal das so­lu­ções que sus­ten­tam a ope­ra­ção.

FAQ

Perguntas frequentes sobre a parceria Cegid

O que significa ser Cegid Platinum Partner?

É o es­ta­tu­to mais ele­va­do da par­ce­ria Cegid, atri­buí­do com base em com­pe­tên­cia téc­ni­ca cer­ti­fi­ca­da, vo­lu­me de pro­je­tos en­tre­gues e qua­li­da­de de su­por­te - ava­li­a­dos de forma con­tí­nua. Não se com­pra: en­tre­ga-­se.

Implementam de raiz ou também migram sistemas existentes?

Ambos. Fa­ze­mos im­ple­men­ta­ções de raiz e mi­gra­ções de ou­tras so­lu­ções ou de ver­sões an­te­ri­o­res - sem­pre com uma fase de­di­ca­da de lim­pe­za e va­li­da­ção de dados antes da pas­sa­gem a pro­du­ção.

Migram a partir de Cegid PHC, Sage ou Business Central?

Sim. Para além de mi­gra­ções de ver­são den­tro do Cegid Primavera, mi­gra­mos a par­tir de ou­tros ERP, como Cegid PHC, Sage ou Microsoft Dynamics 365 Business Central, com o mes­mo mé­to­do: pro­ces­sos pri­mei­ro, da­dos lim­pos e va­li­da­dos e cri­té­ri­os de acei­ta­ção de­fi­ni­dos an­tes da pas­sa­gem a pro­du­ção.

Trabalham com a Administração Pública?

Sim - im­ple­men­ta­mos Cegid Primavera Public Sector em con­for­mi­da­de com o SNC-AP, para mu­ni­cí­pi­os, em­pre­sas mu­ni­ci­pais e res­tan­tes en­ti­da­des pú­bli­cas.

Quanto tempo demora uma implementação?

De­pen­de do âm­bi­to, dos mó­du­los e do es­ta­do dos dados - é pre­ci­sa­men­te isso que o di­ag­nós­ti­co ini­ci­al de­fi­ne, com um plano e um prazo com­pro­me­ti­do antes de qual­quer ar­ran­que.

Só trabalham com Cegid Primavera?

O Cegid Primavera - in­cluin­do a edi­ção Public Sector - é o cen­tro da nossa prá­ti­ca, e a par­ce­ria cobre o ecos­sis­te­ma Cegid. No di­ag­nós­ti­co ava­li­a­mos o ce­ná­rio con­cre­to da sua or­ga­ni­za­ção.

Em que verticais Cegid estão certificados?

A key.value detém cer­ti­fi­ca­ção Cegid nos ver­ti­cais Construction, Manufacturing, Retail, RH, Fa­tu­ra­ção Eletrónica (B2C e B2G), Gabinetes de Con­ta­bi­li­da­de, Setor Pú­bli­co e Cul­tu­ra, Atra­ções e Even­tos.

Que suporte fica garantido depois do arranque?

Su­por­te da equi­pa key.value com res­pos­ta em 1 dia útil - pres­ta­do pelas mes­mas pes­so­as que im­ple­men­ta­ram o seu pro­je­to.

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Cegid · ERP

Migrar para Cegid Primavera: o que separa um projeto tranquilo de um projeto que se arrasta

Julho 2026 · atualizado em outubro 2026 · 5 min de leitura · key.value

Uma mi­gra­ção de ERP bem pre­pa­ra­da é um pro­je­to de se­ma­nas com re­sul­ta­dos ime­di­a­tos. Mal pre­pa­ra­da, é um pro­ces­so que se ar­ras­ta, con­so­me as equi­pas e mina a con­fi­an­ça na tec­no­lo­gia. A di­fe­ren­ça ra­ra­men­te está no softwa­re - está no mé­to­do de quem im­ple­men­ta.

Comece pelo processo, não pela ferramenta

O erro mais comum numa mi­gra­ção é re­pli­car no sis­te­ma novo os ví­ci­os do sis­te­ma an­ti­go. Antes de con­fi­gu­rar o que quer que seja, vale a pena ma­pe­ar os pro­ces­sos reais: onde há dupla in­tro­du­ção de dados, que re­la­tó­ri­os são cons­truí­dos à mão todos os meses, que apro­va­ções vivem em e-mails. Uma mi­gra­ção é a me­lhor opor­tu­ni­da­de que a or­ga­ni­za­ção terá para lim­par pro­ces­sos - desperdiçá-la a co­pi­ar o statu quo é pagar duas vezes.

Dados: a parte invisível que decide o projeto

A qua­li­da­de da mi­gra­ção de dados de­fi­ne a con­fi­an­ça das equi­pas no pri­mei­ro mês. En­ti­da­des du­pli­ca­das, pla­nos de con­tas de­sa­li­nha­dos e his­tó­ri­cos in­com­ple­tos trans­for­mam o ar­ran­que numa caça ao erro. Um par­cei­ro ex­pe­ri­en­te exige uma fase de­di­ca­da de lim­pe­za e va­li­da­ção de dados, com cri­té­ri­os de acei­ta­ção de­fi­ni­dos antes da pas­sa­gem a pro­du­ção - e diz que não a ar­ran­ques apres­sa­dos.

O que perguntar a um parceiro de implementação

Três per­gun­tas se­pa­ram ra­pi­da­men­te um im­ple­men­ta­dor ex­pe­ri­en­te de um re­ven­de­dor: quan­tos pro­je­tos se­me­lhan­tes ao nosso en­tre­gou nos úl­ti­mos dois anos? Quem são as pes­so­as que vão estar no pro­je­to - e são as mes­mas que darão su­por­te de­pois? O que acon­te­ce se algo cor­rer mal após o go-live? A res­pos­ta à ter­cei­ra per­gun­ta é a mais re­ve­la­do­ra: quem as­su­me o re­sul­ta­do res­pon­de com um com­pro­mis­so; quem vende li­cen­ças res­pon­de com um con­tra­to de horas.

O estatuto do parceiro importa - eis porquê

A Cegid atri­bui ní­veis de par­ce­ria com base em com­pe­tên­cia téc­ni­ca cer­ti­fi­ca­da, vo­lu­me de pro­je­tos en­tre­gues e qua­li­da­de de su­por­te, ava­li­a­dos de forma con­tí­nua. O es­ta­tu­to Platinum, o mais ele­va­do, não se com­pra: entrega-se. Para quem con­tra­ta, fun­ci­o­na como um fil­tro de risco - é a pró­pria Cegid a va­li­dar quem do­mi­na o seu ecos­sis­te­ma.

Migrar de Cegid PHC, Sage ou Business Central para Cegid Primavera

As ra­zões para mu­dar de ERP ra­ra­men­te são ape­nas tec­no­ló­gi­cas. Nor­mal­men­te re­sul­tam do cres­ci­men­to da or­ga­ni­za­ção, de pro­ces­sos que o sis­te­ma atu­al já não su­por­ta bem, da ne­ces­si­da­de de in­te­grar áre­as como pro­du­ção, ma­nu­ten­ção ou fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca, ou da von­ta­de de con­cen­trar a ope­ra­ção num ecos­sis­te­ma mais com­ple­to. O mé­to­do é o mes­mo em qual­quer ori­gem, mas cada pon­to de par­ti­da tem par­ti­cu­la­ri­da­des.

Cegid PHC → Cegid Primavera

Com o PHC e o Primavera no por­te­fó­lio Cegid, a mu­dan­ça acon­te­ce den­tro do mes­mo ecos­sis­te­ma. O pon­to crí­ti­co não é a fer­ra­men­ta: é re­ver pro­ces­sos, pa­ra­me­tri­za­ções e de­sen­vol­vi­men­tos que fo­ram acu­mu­lan­do ao lon­go dos anos, de­ci­dir o que deve ser re­pli­ca­do, o que deve ser sim­pli­fi­ca­do e o que pas­sa a ser re­sol­vi­do pelo stan­dard do Cegid Primavera.

Sage → Cegid Primavera

Na mi­gra­ção a par­tir de Sage, a aten­ção con­cen­tra-se no ma­pe­a­men­to dos da­dos mes­tre e da con­ta­bi­li­da­de: en­ti­da­des, ar­ti­gos, pla­no de con­tas, cen­tros de cus­to e sal­dos de aber­tu­ra. De­fi­nir à par­ti­da o ní­vel de his­tó­ri­co a mi­grar evi­ta que o pro­je­to se trans­for­me numa con­ver­são de da­dos sem fim.

Microsoft Dynamics 365 Business Central → Cegid Primavera

Quan­do a ori­gem é o Business Central, é fre­quen­te exis­ti­rem ex­ten­sões e in­te­gra­ções pró­pri­as. O le­van­ta­men­to deve iden­ti­fi­car cada uma de­las e de­ci­dir se é subs­ti­tuí­da por fun­ci­o­na­li­da­de stan­dard do Cegid Primavera, por uma in­te­gra­ção ou por um de­sen­vol­vi­men­to es­pe­cí­fi­co.

O que migrar e o que arquivar

Nem toda a in­for­ma­ção tem de pas­sar para o novo ERP. Uma abor­da­gem ha­bi­tu­al se­pa­ra três ní­veis:

  • Da­dos mes­tre: cli­en­tes, for­ne­ce­do­res, ar­ti­gos, pla­no de con­tas e res­tan­tes ta­be­las de base, lim­pos e va­li­da­dos an­tes da pas­sa­gem.
  • Sal­dos e pen­den­tes: sal­dos de aber­tu­ra, do­cu­men­tos em aber­to, en­co­men­das e com­pro­mis­sos em cur­so.
  • His­tó­ri­co: mi­gra­do in­te­gral­men­te ape­nas quan­do o ne­gó­cio o exi­ge; nos res­tan­tes ca­sos, man­ti­do con­sul­tá­vel num ar­qui­vo.

Seja qual for a op­ção, a in­for­ma­ção dos exer­cí­ci­os an­te­ri­o­res tem de con­ti­nu­ar aces­sí­vel du­ran­te o pra­zo le­gal de con­ser­va­ção pre­vis­to no Decreto-Lei n.º 28/2019. A es­co­lha do mo­men­to tam­bém con­ta: mui­tas or­ga­ni­za­ções pre­fe­rem ar­ran­car no iní­cio de um exer­cí­cio para sim­pli­fi­car fe­chos, sal­dos e re­por­te.

Perguntas frequentes sobre a migração para Cegid Primavera

Quanto tempo demora migrar para o Cegid Primavera?

De­pen­de do âm­bi­to, do nú­me­ro de em­pre­sas e mó­du­los, do es­ta­do dos da­dos e do vo­lu­me de his­tó­ri­co a mi­grar. O di­ag­nós­ti­co ini­ci­al de­fi­ne o pla­no e o pra­zo an­tes de qual­quer ar­ran­que.

É possível migrar o histórico do ERP anterior?

Sim, mas nem sem­pre é a me­lhor op­ção. Mui­tas ve­zes é pre­fe­rí­vel mi­grar da­dos mes­tre, sal­dos e do­cu­men­tos pen­den­tes e man­ter o his­tó­ri­co con­sul­tá­vel, ga­ran­tin­do o aces­so à in­for­ma­ção du­ran­te o pra­zo le­gal de con­ser­va­ção.

Qual é a melhor altura para mudar de ERP?

O iní­cio de um exer­cí­cio fis­cal sim­pli­fi­ca fe­chos, sal­dos e re­por­te, mas não é obri­ga­tó­rio. O mais im­por­tan­te é re­ser­var tem­po para a lim­pe­za e va­li­da­ção de da­dos e para a for­ma­ção das equi­pas an­tes do ar­ran­que.

Porque escolher um Cegid Platinum Partner para a migração?

O es­ta­tu­to Platinum é o mais ele­va­do da par­ce­ria Cegid e é atri­buí­do com base em com­pe­tên­cia téc­ni­ca cer­ti­fi­ca­da, vo­lu­me de pro­je­tos en­tre­gues e qua­li­da­de de su­por­te. Para quem con­tra­ta, fun­ci­o­na como um fil­tro de ris­co va­li­da­do pela pró­pria Cegid.

A key.value é Cegid Platinum Part­ner, com im­ple­men­ta­ções em em­pre­sas e Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca.

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Documentos Financeiros · IA

Automatizar o processamento de faturas: por onde começar (e os erros a evitar)

Julho 2026 · atualizado em outubro 2026 · 5 min de leitura · key.value

O pro­ble­ma nun­ca foi a fa­tu­ra. Foi tudo o que acon­te­cia de­pois: abrir o PDF, trans­cre­ver cam­pos, con­fe­rir to­tais, lan­çar no ERP, ar­qui­var. Mul­ti­pli­ca­do por cen­te­nas de do­cu­men­tos por mês, este cir­cui­to ma­nu­al con­so­me as equi­pas fi­nan­cei­ras em tra­ba­lho sem va­lor - e é hoje au­to­ma­ti­zá­vel na mai­or par­te dos ca­sos.

O que é a automatização de faturas?

A au­to­ma­ti­za­ção de fa­tu­ras é a uti­li­za­ção de tec­no­lo­gia para re­ce­ber, ler, va­li­dar, apro­var e lan­çar fa­tu­ras de for­ne­ce­do­res no ERP com o mí­ni­mo de in­ter­ven­ção ma­nu­al, dei­xan­do às pes­so­as ape­nas as ex­ce­ções.

Um sis­te­ma de au­to­ma­ti­za­ção do­cu­men­tal mo­der­no co­bre cin­co eta­pas:

  1. Re­ce­ção: por e-mail, pas­ta par­ti­lha­da, uplo­ad ou API.
  2. Ex­tra­ção: lei­tu­ra dos cam­pos re­le­van­tes com in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al.
  3. Va­li­da­ção: con­fe­rên­cia au­to­má­ti­ca de to­tais, IVA, for­ne­ce­dor e re­gras de ne­gó­cio.
  4. Apro­va­ção: in­ter­ven­ção hu­ma­na ape­nas nos ca­sos ex­ce­ci­o­nais.
  5. In­te­gra­ção: lan­ça­men­to no ERP, com ar­qui­vo di­gi­tal e ras­to de au­di­to­ria.

PDF, papel ou fatura eletrónica: o que muda no processamento

Nem to­das as fa­tu­ras che­gam no mes­mo for­ma­to, e isso al­te­ra o tipo de au­to­ma­ti­za­ção ne­ces­sá­rio. Uma fa­tu­ra em pa­pel ou em PDF é um do­cu­men­to que tem de ser lido e in­ter­pre­ta­do: é aqui que a ex­tra­ção com in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al faz a di­fe­ren­ça. Uma fa­tu­ra ele­tró­ni­ca es­tru­tu­ra­da, como as que se­guem o mo­de­lo CIUS-PT, já con­tém os da­dos num for­ma­to pro­ces­sá­vel por sis­te­mas, pelo que o es­for­ço se des­lo­ca da lei­tu­ra para a va­li­da­ção e para a in­te­gra­ção no ERP.

Este pon­to ga­nha re­le­vân­cia em 2027. Até 31 de de­zem­bro de 2026, as fa­tu­ras em PDF con­ti­nu­am a ser con­si­de­ra­das fa­tu­ras ele­tró­ni­cas para efei­tos fis­cais; ter­mi­na­do esse re­gi­me tran­si­tó­rio, dei­xa de exis­tir essa equi­pa­ra­ção au­to­má­ti­ca. Na prá­ti­ca, a mai­or par­te das or­ga­ni­za­ções vai con­ti­nu­ar a re­ce­ber du­ran­te al­gum tem­po uma com­bi­na­ção de for­ma­tos, e uma so­lu­ção de au­to­ma­ti­za­ção deve con­se­guir tra­tar to­dos no mes­mo cir­cui­to. Ex­pli­ca­mos o en­qua­dra­men­to no ar­ti­go so­bre faturação eletrónica e EDI com o Cegid Yet.

O erro número um: automatizar sem exceções bem desenhadas

Ne­nhum sis­te­ma ex­trai 100% dos do­cu­men­tos sem in­ter­ven­ção - e quem pro­me­te o con­trá­rio está a es­con­der onde o tra­ba­lho vai pa­rar. O de­se­nho cor­re­to é a ges­tão por ex­ce­ção: os do­cu­men­tos con­for­mes flu­em sem to­que hu­ma­no; os du­vi­do­sos pa­ram numa fila de va­li­da­ção cla­ra. E cada cor­re­ção deve ali­men­tar a apren­di­za­gem do sis­te­ma, para que a mes­ma ex­ce­ção não vol­te a acon­te­cer.

Integração com o ERP: onde os projetos vivem ou morrem

Ex­trair da­dos é me­ta­de do ca­mi­nho; a ou­tra me­ta­de é cri­ar o do­cu­men­to cer­to no ERP, com o for­ne­ce­dor cer­to, o cen­tro de cus­to cer­to e a ras­tre­a­bi­li­da­de com­ple­ta. An­tes de es­co­lher uma so­lu­ção, con­fir­me que a in­te­gra­ção com o seu ERP - Cegid, PHC, Sage, SAP - é na­ti­va e com­pro­va­da, e não uma ex­por­ta­ção de fi­chei­ros com in­ter­ven­ção ma­nu­al pelo meio.

Por onde começar: um plano em quatro passos

  1. Me­dir o pon­to de par­ti­da: vo­lu­me men­sal de fa­tu­ras, tem­po mé­dio de tra­ta­men­to por do­cu­men­to e taxa de erro nos lan­ça­men­tos.
  2. Co­me­çar pelo vo­lu­me: os for­ne­ce­do­res e os ti­pos de do­cu­men­to mais fre­quen­tes con­cen­tram nor­mal­men­te a mai­or par­te do es­for­ço ma­nu­al.
  3. De­fi­nir re­gras e ex­ce­ções: que va­li­da­ções são au­to­má­ti­cas, quem apro­va o quê e o que acon­te­ce quan­do um do­cu­men­to não cum­pre as re­gras.
  4. In­te­grar, me­dir e alar­gar: li­gar ao ERP e ao ar­qui­vo, com­pa­rar os in­di­ca­do­res com o pon­to de par­ti­da e só de­pois alar­gar a ou­tros do­cu­men­tos.

Como medir o retorno

Três in­di­ca­do­res bas­tam para ava­li­ar o pro­je­to: tem­po mé­dio de tra­ta­men­to por do­cu­men­to, taxa de erro nos lan­ça­men­tos e vo­lu­me pro­ces­sa­do por dia. Me­di­dos an­tes e de­pois, dão-lhe o ROI real - sem de­pen­der de pro­mes­sas de for­ne­ce­dor.

A au­to­ma­ti­za­ção de fa­tu­ras é, mui­tas ve­zes, o pri­mei­ro pas­so de um pro­je­to mais am­plo de gestão documental: os mes­mos prin­cí­pi­os de work­flow, va­li­da­ção, in­te­gra­ção e ar­qui­vo apli­cam-se de­pois a con­tra­tos, pe­di­dos de com­pra e ou­tros do­cu­men­tos.

Perguntas frequentes sobre a automatização de faturas

O que é o processamento automatizado de faturas?

É um cir­cui­to em que as fa­tu­ras de for­ne­ce­do­res são re­ce­bi­das, li­das, va­li­da­das e lan­ça­das no ERP por um sis­te­ma, com in­ter­ven­ção hu­ma­na ape­nas nas ex­ce­ções. O ob­je­ti­vo é eli­mi­nar a trans­cri­ção ma­nu­al e re­du­zir er­ros e tem­pos de tra­ta­men­to.

Qual é a diferença entre OCR e extração com inteligência artificial?

O OCR con­ver­te a ima­gem de um do­cu­men­to em tex­to. A ex­tra­ção com in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al vai mais lon­ge: iden­ti­fi­ca que in­for­ma­ção cor­res­pon­de a cada cam­po, como for­ne­ce­dor, data, to­tais ou IVA, mes­mo quan­do os mo­de­los de fa­tu­ra va­ri­am de for­ne­ce­dor para for­ne­ce­dor.

É possível automatizar 100% das faturas?

Não de for­ma re­a­lis­ta. O ob­je­ti­vo cor­re­to é a ges­tão por ex­ce­ção: os do­cu­men­tos con­for­mes avan­çam sem in­ter­ven­ção e os res­tan­tes são en­ca­mi­nha­dos para va­li­da­ção, com cada cor­re­ção a me­lho­rar o tra­ta­men­to dos do­cu­men­tos se­guin­tes.

As faturas em PDF continuam válidas a partir de 2027?

Até 31 de de­zem­bro de 2026, as fa­tu­ras em PDF con­ti­nu­am a ser con­si­de­ra­das fa­tu­ras ele­tró­ni­cas para efei­tos fis­cais. A par­tir de 2027 ter­mi­na esse re­gi­me tran­si­tó­rio, pas­san­do a apli­car-se in­te­gral­men­te os re­qui­si­tos pre­vis­tos para os do­cu­men­tos ele­tró­ni­cos.

Com que ERP deve integrar uma solução de automatização de faturas?

Com o ERP que a or­ga­ni­za­ção já uti­li­za, de for­ma na­ti­va e com­pro­va­da. A in­te­gra­ção deve cri­ar o do­cu­men­to cor­re­to no ERP, com for­ne­ce­dor, cen­tro de cus­to e ras­tre­a­bi­li­da­de, sem ex­por­ta­ções de fi­chei­ros in­ter­mé­di­as.

O COGNIO® au­to­ma­ti­za este cir­cui­to de pon­ta a pon­ta, com in­te­gra­ção na­ti­va com o Cegid Primavera. Se quer per­ce­ber quan­to tem­po a sua equi­pa fi­nan­cei­ra pode li­ber­tar, fale com a key.va­lue.

O COGNIO® au­to­ma­ti­za este cir­cui­to de pon­ta a pon­ta, com re­sul­ta­dos me­di­dos em cli­en­te em pro­du­ção.

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Habitação Social · B2G

Digitalizar a habitação social: cinco sinais de que a sua entidade precisa de um sistema dedicado

Julho 2026 · 5 min de leitura · key.value

A pres­são sobre as en­ti­da­des ges­to­ras de ha­bi­ta­ção so­ci­al nunca foi tão alta: mais can­di­da­tu­ras, mais exi­gên­cia legal, mais es­cru­tí­nio pú­bli­co - com os mes­mos re­cur­sos. Há cinco si­nais cla­ros de que o Excel e o papel dei­xa­ram de che­gar.

1. Ninguém consegue dizer, hoje, quantas candidaturas estão em cada fase

Se res­pon­der a esta per­gun­ta exige con­so­li­dar fo­lhas de cál­cu­lo de vá­ri­as pes­so­as, a en­ti­da­de não tem um pro­ces­so - tem vá­ri­os pro­ces­sos pa­ra­le­los. Um sis­te­ma de­di­ca­do cen­tra­li­za con­cur­sos, can­di­da­tu­ras e ava­li­a­ções num fluxo único, com es­ta­do vi­sí­vel em tempo real.

2. As decisões são difíceis de reconstituir perante uma reclamação

Em ha­bi­ta­ção so­ci­al, cada de­ci­são pode ser con­tes­ta­da - por can­di­da­tos, por mu­ní­ci­pes, por ór­gãos de fis­ca­li­za­ção. Cri­té­ri­os apli­ca­dos ma­nu­al­men­te e atas dis­per­sas tor­nam a de­fe­sa de uma de­ci­são num tra­ba­lho de ar­que­o­lo­gia. A ras­tre­a­bi­li­da­de com­ple­ta, com cri­té­ri­os con­fi­gu­ra­dos e pon­tu­a­ção au­to­má­ti­ca, trans­for­ma a au­di­to­ria de ame­a­ça em ro­ti­na.

3. O parque habitacional vive numa folha de cálculo

Fra­ções, con­tra­tos, ren­das, ocu­pa­ção e ma­nu­ten­ção ge­ri­dos em fi­chei­ros se­pa­ra­dos sig­ni­fi­cam uma coisa: nin­guém tem a visão in­te­gra­da do par­que. As con­sequên­ci­as vão de ren­das por atu­a­li­zar a obras por pri­o­ri­zar sem cri­té­rio.

4. O cidadão ainda entrega papel ao balcão

Um por­tal do ci­da­dão com au­ten­ti­ca­ção se­gu­ra (in­cluin­do via autenticação.gov.pt) per­mi­te sub­mis­são on­li­ne de can­di­da­tu­ras e no­ti­fi­ca­ções em tempo real - menos des­lo­ca­ções para o mu­ní­ci­pe, menos tri­a­gem ma­nu­al para os ser­vi­ços.

5. O relatório para o executivo demora dias a preparar

Se os in­di­ca­do­res de ges­tão são cons­truí­dos à mão em cada reu­nião, a in­for­ma­ção chega tarde e com erros. Dash­bo­ards e re­por­ting au­to­má­ti­co li­ber­tam as equi­pas para o tra­ba­lho que im­por­ta: as pes­so­as.

O CIVIO® foi cons­truí­do ex­clu­si­va­men­te para a ha­bi­ta­ção so­ci­al pú­bli­ca por­tu­gue­sa.

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Eventos & Espaços

Gerir eventos em Excel: o custo invisível do improviso

Julho 2026 · 4 min de leitura · key.value

O pro­ble­ma nunca foi o even­to. Foi tudo o que acon­te­ceu antes: o pe­di­do que ficou num e-mail, a sala re­ser­va­da duas vezes, a car­ri­nha que já es­ta­va alo­ca­da, a equi­pa que soube em cima da hora. O Excel não falha no dia do even­to - falha em todos os dias an­te­ri­o­res.

O padrão que se repete em venues, municípios e fundações

Or­ça­men­tos numa folha, agen­da nou­tra, equi­pas por e-mail, equi­pa­men­tos na me­mó­ria de quem os gere. Cada fer­ra­men­ta fun­ci­o­na iso­la­da­men­te; o pro­ble­ma é que a ope­ra­ção de even­tos é, por de­fi­ni­ção, a co­or­de­na­ção de todas ao mesmo tempo. Quan­do a in­for­ma­ção vive dis­per­sa, a co­or­de­na­ção faz-se por im­pro­vi­so - e o im­pro­vi­so tem custo: con­fli­tos de es­pa­ços, horas extra, mar­gem per­di­da.

O que muda com uma plataforma operacional

Uma pla­ta­for­ma de ges­tão ope­ra­ci­o­nal de even­tos cen­tra­li­za o ciclo com­ple­to: o pe­di­do entra num ponto único, o pla­ne­a­men­to aloca es­pa­ços, equi­pas, equi­pa­men­tos e vi­a­tu­ras com de­te­ção de con­fli­tos em tempo real, e a exe­cu­ção fica vi­sí­vel para todos os en­vol­vi­dos - com his­tó­ri­co e re­por­ting no fim.

O sinal mais claro de que chegou a hora

Per­gun­te à equi­pa quan­to tempo pas­sou, no úl­ti­mo mês, a re­sol­ver con­fli­tos que não de­vi­am ter exis­ti­do: es­pa­ços so­bre­pos­tos, re­cur­sos pro­me­ti­dos duas vezes, in­for­ma­ção pe­di­da por te­le­fo­ne por­que nin­guém sabia onde es­ta­va. Esse tempo é o or­ça­men­to es­con­di­do do Excel - e é ele que paga a pla­ta­for­ma.

O VENIO® co­lo­ca pe­di­dos, es­pa­ços, re­cur­sos e equi­pas sob um único co­man­do - agora com a NIA, a co­pi­lo­to de IA da ope­ra­ção.

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Última atualização: julho de 2026

Keyvalue - So­lu­ções de Ges­tão, Lda., ma­tri­cu­la­da no Re­gis­to Co­mer­ci­al R.N.P.C., com o NIPC (nú­me­ro único de ma­trí­cu­la) 506 967 840, com sede na Rua Dr. Carlos Pires Felgueiras, n.º 98, 3.º D, 4470-157 Maia - Por­tu­gal, e com o e-mail geral@keyvalue.pt.

A Key.value é res­pon­sá­vel pela re­co­lha e tra­ta­men­to dos dados pes­so­ais que forem re­co­lhi­dos pela uti­li­za­ção deste web­si­te, com­pro­me­ten­do-se a res­pei­tar a pri­va­ci­da­de dos uti­li­za­do­res e a as­se­gu­rar a con­fi­den­ci­a­li­da­de e se­gu­ran­ça dos dados re­ce­bi­dos, em es­trei­to cum­pri­men­to da le­gis­la­ção em vigor, de­sig­na­da­men­te o Re­gu­la­men­to (UE) 2016/679 (RGPD), a Lei n.º 58/2019, de 8 de agos­to, e a Lei n.º 41/2004, de 18 de agos­to.

Esta po­lí­ti­ca de pri­va­ci­da­de des­cre­ve as nos­sas prá­ti­cas de tra­ta­men­to das in­for­ma­ções pes­so­ais ou da sua em­pre­sa. Atu­an­do num mer­ca­do B2G e B2B, a Key.value re­co­lhe dados ao nível ins­ti­tu­ci­o­nal e não in­di­vi­du­al. A Key.value aconselha-o a ler esta po­lí­ti­ca de pri­va­ci­da­de.

Dados pessoais que recolhemos

A Key.value re­co­lhe dados para atuar de forma efi­caz e lhe pro­por­ci­o­nar as me­lho­res ex­pe­ri­ên­ci­as com os nos­sos pro­du­tos e ser­vi­ços. Al­guns des­tes dados são for­ne­ci­dos di­re­ta­men­te pelo uti­li­za­dor - por ex­em­plo, quan­do se torna cli­en­te Key.value e for­ne­ce os dados ne­ces­sá­ri­os para criar a sua ficha, ou quan­do pre­en­che um for­mu­lá­rio no nosso web­si­te, seja para con­tac­to ou para re­ce­ber algum tipo de ma­te­ri­al. Po­de­mos ainda obter dados atra­vés da uti­li­za­ção de tec­no­lo­gi­as como co­o­ki­es, assim como atra­vés de ter­cei­ros.

Tipos de utilizações dos dados pessoais

Os dados re­co­lhi­dos serão uti­li­za­dos na ges­tão da re­la­ção con­tra­tu­al com a Key.value - co­mu­ni­ca­ção com cli­en­tes, co­mu­ni­ca­ção de in­for­ma­ções e pro­ces­sa­men­to de en­co­men­das - bem como na pro­mo­ção e di­vul­ga­ção de ou­tros ser­vi­ços e pro­du­tos dis­po­ní­veis.

Com vista à exe­cu­ção da re­la­ção con­tra­tu­al, os dados pes­so­ais re­co­lhi­dos po­de­rão ser for­ne­ci­dos a ter­cei­ros, como em­pre­sas par­cei­ras (Cegid, Mi­cro­soft, Biz­neo, iP­brick, Fi­le­doc, entre ou­tras) e trans­por­ta­do­ras de mer­ca­do­ri­as. Nes­tas si­tu­a­ções, só for­ne­ce­re­mos os dados es­tri­ta­men­te ne­ces­sá­ri­os para esse fim.

O cli­en­te au­to­ri­za ex­pres­sa­men­te que os seus dados pes­so­ais sejam ainda uti­li­za­dos pela Key.value para efei­tos de mar­ke­ting di­re­to, atra­vés da uti­li­za­ção de sis­te­mas au­to­ma­ti­za­dos de cha­ma­da de co­mu­ni­ca­ção, te­le­có­pia, cor­reio ele­tró­ni­co, SMS, MMS e ou­tros meios si­mi­la­res - tendo sem­pre a pos­si­bi­li­da­de de se des­vin­cu­lar des­tas co­mu­ni­ca­ções no final de cada e-mail en­vi­a­do, bas­tan­do cli­car nessa opção ou re­a­li­zan­do esse pe­di­do para geral@keyvalue.pt.

Uma vez que o nosso site é tam­bém uma fer­ra­men­ta de re­cru­ta­men­to, uma vi­si­ta ao nosso site po­de­rá re­sul­tar no envio de um cur­ri­cu­lum vitae do uti­li­za­dor a um des­ti­na­tá­rio da Key.value. Só se pro­ce­de à eli­mi­na­ção dos cur­rí­cu­los quan­do já não estão sob con­si­de­ra­ção ou quan­do são con­si­de­ra­dos de­sa­tu­a­li­za­dos pelo nosso de­par­ta­men­to de Re­cur­sos Hu­ma­nos.

Medidas de segurança

A Key.value pro­te­ge de forma ade­qua­da e pro­por­ci­o­nal os dados pes­so­ais re­co­lhi­dos, de acor­do com ele­va­dos ní­veis de se­gu­ran­ça e em res­pei­to da po­lí­ti­ca de se­gu­ran­ça no tra­ta­men­to dos dados pes­so­ais.

Websites externos

A Key.value for­ne­ce li­ga­ções a web­si­tes de ter­cei­ros, sendo que a pre­sen­te po­lí­ti­ca de pri­va­ci­da­de so­men­te se apli­ca ao seu web­si­te. Acon­se­lha­mo-lo a rever as po­lí­ti­cas de pri­va­ci­da­de apre­sen­ta­das nos web­si­tes ex­ter­nos.

Privacidade das crianças

A Key.value não re­co­lhe, com co­nhe­ci­men­to, dados pes­so­ais de cri­an­ças ou me­no­res de idade. No en­tan­to, se tal se ve­ri­fi­car, esses dados serão eli­mi­na­dos dos nos­sos sis­te­mas. A Key.value en­co­ra­ja os pais a es­ta­rem on­li­ne com os seus fi­lhos.

Cookies

O nosso web­si­te tem a pos­si­bi­li­da­de de uti­li­zar co­o­ki­es. Os co­o­ki­es ajudam-nos a for­ne­cer uma me­lhor ex­pe­ri­ên­cia do uti­li­za­dor, ao medir as áreas do web­si­te que sus­ci­tam maior in­te­res­se. Uti­li­za­mos as se­guin­tes ca­te­go­ri­as:

Co­o­ki­es es­sen­ci­ais - es­tri­ta­men­te ne­ces­sá­ri­os ao fun­ci­o­na­men­to do web­si­te, in­cluin­do a me­mo­ri­za­ção das suas pre­fe­rên­ci­as de con­sen­ti­men­to. Não re­co­lhem dados para iden­ti­fi­ca­ção pes­so­al.

Go­o­gle Analy­tics (aná­li­se es­ta­tís­ti­ca) - uti­li­za prin­ci­pal­men­te co­o­ki­es pri­má­ri­os para in­for­mar sobre in­te­ra­ções do vi­si­tan­te neste web­si­te. Estes co­o­ki­es ar­ma­ze­nam in­for­ma­ções que não ser­vem para iden­ti­fi­ca­ção pes­so­al, e só são ati­va­dos me­di­an­te o seu con­sen­ti­men­to. Os brow­sers não par­ti­lham co­o­ki­es pri­má­ri­os entre do­mí­ni­os.

Ao uti­li­zar este web­si­te, tem dis­po­ní­vel a opção de acei­tar, re­jei­tar ou gerir estes co­o­ki­es no ban­ner apre­sen­ta­do na zona in­fe­ri­or do web­si­te - e pode al­te­rar a sua es­co­lha a qual­quer mo­men­to atra­vés da opção Gerir con­sen­ti­men­to, no ro­da­pé.

Esta po­lí­ti­ca tam­bém cobre os dados re­co­lhi­dos of­fli­ne?

Sim. As nos­sas prá­ti­cas de pri­va­ci­da­de são con­sis­ten­tes e aplicam-se in­de­pen­den­te­men­te do meio uti­li­za­do para re­co­lher os dados.

Aceder e atualizar dados

Pre­ci­sa­mos da sua ajuda para nos cer­ti­fi­car­mos de que os seus dados pes­so­ais estão cor­re­tos nos nos­sos sis­te­mas. So­li­ci­ta­mos que nos in­for­me de qual­quer al­te­ra­ção de nome, en­de­re­ço, cargo, nú­me­ro de te­le­fo­ne ou en­de­re­ço de cor­reio ele­tró­ni­co.

Cancelamento de subscrições

Cada co­mu­ni­ca­ção en­vi­a­da por cor­reio ele­tró­ni­co con­tém ins­tru­ções cla­ras sobre a sua forma de can­ce­la­men­to.

Atualização de políticas

Todas as atu­a­li­za­ções desta po­lí­ti­ca serão pu­bli­ca­das nesta pá­gi­na. Úl­ti­ma atu­a­li­za­ção: julho de 2026.

Pre­ci­sa de ajuda para efe­tu­ar um pe­di­do de atu­a­li­za­ção, aces­so ou can­ce­la­men­to da subs­cri­ção? Con­tac­te-nos atra­vés do e-mail geral@keyvalue.pt.

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Indústria · Integração

A Indústria está digitalizada. Mas está verdadeiramente integrada?

Outubro 2026 · 15 min de leitura · key.value

A in­dús­tria está mais di­gi­tal do que nunca. ERP, softwa­re de pro­du­ção, sis­te­mas de ma­nu­ten­ção, pla­ta­for­mas de fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca, apli­ca­ções es­pe­ci­a­li­za­das, dash­bo­ards, fo­lhas de cál­cu­lo e, mais re­cen­te­men­te, in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al fazem já parte da re­a­li­da­de de mui­tas or­ga­ni­za­ções in­dus­tri­ais.

Mas exis­te uma di­fe­ren­ça sig­ni­fi­ca­ti­va entre ter pro­ces­sos di­gi­ta­li­za­dos e pos­suir uma ges­tão in­dus­tri­al ver­da­dei­ra­men­te in­te­gra­da.

Uma em­pre­sa pode ter um ERP para in­dús­tria, um softwa­re para pro­du­ção, outro para ma­nu­ten­ção, di­fe­ren­tes fer­ra­men­tas do­cu­men­tais e vá­ri­os sis­te­mas de re­por­ting e con­ti­nu­ar a de­pen­der de pes­so­as para trans­por­tar in­for­ma­ção entre apli­ca­ções, va­li­dar dados, re­con­ci­li­ar do­cu­men­tos, atu­a­li­zar fo­lhas de cál­cu­lo ou ex­pli­car à ges­tão aqui­lo que está re­al­men­te a acon­te­cer.

A ques­tão já não é, por­tan­to, saber se a in­dús­tria está di­gi­ta­li­za­da. É per­ce­ber se ERP, pro­du­ção, ma­nu­ten­ção, do­cu­men­tos, cli­en­tes, for­ne­ce­do­res, dados e pes­so­as fun­ci­o­nam efe­ti­va­men­te como par­tes da mesma ope­ra­ção.

Em resumo: o que significa ter uma indústria verdadeiramente integrada?

Uma in­dús­tria ver­da­dei­ra­men­te in­te­gra­da liga numa ar­qui­te­tu­ra co­e­ren­te:

  • a ges­tão fi­nan­cei­ra, co­mer­ci­al, lo­gís­ti­ca e de re­cur­sos hu­ma­nos;
  • o pla­ne­a­men­to e con­tro­lo da pro­du­ção;
  • os stocks e o apro­vi­si­o­na­men­to;
  • a ma­nu­ten­ção de equi­pa­men­tos e ati­vos;
  • a fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca e o EDI;
  • os do­cu­men­tos e a in­for­ma­ção não es­tru­tu­ra­da;
  • os dados ope­ra­ci­o­nais;
  • a in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al;
  • e as pes­so­as que ne­ces­si­tam dessa in­for­ma­ção para exe­cu­tar e de­ci­dir.

O ob­je­ti­vo não é sim­ples­men­te uti­li­zar mais tec­no­lo­gia. É re­du­zir des­con­ti­nui­da­des entre pro­ces­sos, eli­mi­nar in­tro­du­ção re­pe­ti­da de in­for­ma­ção, au­to­ma­ti­zar ta­re­fas de baixo valor, au­men­tar a ras­tre­a­bi­li­da­de da ope­ra­ção e trans­for­mar dados e do­cu­men­tos em in­for­ma­ção útil para a de­ci­são.

É pas­sar de uma em­pre­sa com vá­ri­as apli­ca­ções di­gi­tais para uma ope­ra­ção di­gi­tal in­te­gra­da e in­te­li­gen­te.

Digitalizar uma indústria não é o mesmo que integrar a operação

Du­ran­te mui­tos anos, a trans­for­ma­ção di­gi­tal in­dus­tri­al concentrou-se so­bre­tu­do em subs­ti­tuir pro­ces­sos ana­ló­gi­cos por pro­ces­sos di­gi­tais. E isso trou­xe be­ne­fí­ci­os im­por­tan­tes.

A fa­tu­ra­ção pas­sou para o ERP. Os stocks co­me­ça­ram a ser con­tro­la­dos in­for­ma­ti­ca­men­te. As or­dens de pro­du­ção pas­sa­ram a exis­tir em sis­te­mas de ges­tão. A ma­nu­ten­ção dei­xou pro­gres­si­va­men­te o papel. Os do­cu­men­tos foram di­gi­ta­li­za­dos. Os re­la­tó­ri­os deram lugar a dash­bo­ards.

Mas exis­te uma se­gun­da etapa de ma­tu­ri­da­de muito mais exi­gen­te: fazer com que tudo isto fun­ci­o­ne em con­jun­to.

Por­que um pro­ces­so in­dus­tri­al ra­ra­men­te co­me­ça e ter­mi­na den­tro do mesmo de­par­ta­men­to. Uma en­co­men­da pode ori­gi­nar uma ne­ces­si­da­de de pro­du­ção. A pro­du­ção ne­ces­si­ta de matérias-primas. As matérias-primas de­pen­dem de stocks, apro­vi­si­o­na­men­to e for­ne­ce­do­res. O pla­ne­a­men­to de­pen­de da ca­pa­ci­da­de dis­po­ní­vel. A ca­pa­ci­da­de pro­du­ti­va de­pen­de tam­bém da dis­po­ni­bi­li­da­de dos equi­pa­men­tos. Os equi­pa­men­tos de­pen­dem da ma­nu­ten­ção.

A exe­cu­ção gera con­su­mos e cus­tos. Esses cus­tos têm im­pac­to fi­nan­cei­ro. O pro­du­to é ex­pe­di­do. São ge­ra­dos do­cu­men­tos. O cli­en­te é fa­tu­ra­do. E todos estes acon­te­ci­men­tos pro­du­zem in­for­ma­ção que di­fe­ren­tes áreas da or­ga­ni­za­ção pre­ci­sam de con­sul­tar, in­ter­pre­tar e uti­li­zar.

Quan­do estas eta­pas fun­ci­o­nam em sis­te­mas iso­la­dos, não exis­te ver­da­dei­ra­men­te um pro­ces­so di­gi­tal in­te­gra­do. Exis­tem ilhas di­gi­tais li­ga­das por pes­so­as.

O custo invisível de uma operação industrial fragmentada

Quan­to maior a em­pre­sa, maior tende a ser a sua com­ple­xi­da­de ope­ra­ci­o­nal. Mais cli­en­tes. Mais for­ne­ce­do­res. Mais re­fe­rên­ci­as. Mais matérias-primas. Mais equi­pa­men­tos. Mais or­dens de pro­du­ção. Mais co­la­bo­ra­do­res. Mais re­qui­si­tos de qua­li­da­de. Mais do­cu­men­tos. Mais ex­ce­ções. Mais dados.

O pro­ble­ma não está na com­ple­xi­da­de. Está na ca­pa­ci­da­de dos sis­te­mas e dos pro­ces­sos para a ab­sor­ve­rem. É nesta fase que co­me­çam nor­mal­men­te a sur­gir sin­to­mas co­nhe­ci­dos:

  • in­for­ma­ção in­tro­du­zi­da ma­nu­al­men­te mais do que uma vez;
  • fo­lhas Excel uti­li­za­das para com­ple­tar pro­ces­sos crí­ti­cos;
  • de­par­ta­men­tos que tra­ba­lham sobre ver­sões di­fe­ren­tes da mesma re­a­li­da­de;
  • con­fe­rên­ci­as ma­nu­ais entre apli­ca­ções;
  • or­dens de pro­du­ção de­sa­li­nha­das com stocks ou ne­ces­si­da­des co­mer­ci­ais;
  • di­fi­cul­da­de em de­ter­mi­nar ra­pi­da­men­te os cus­tos reais de pro­du­ção;
  • ma­nu­ten­ção de­ma­si­a­do de­pen­den­te da ocor­rên­cia de ava­ri­as;
  • do­cu­men­tos re­ce­bi­dos por di­fe­ren­tes ca­nais e pro­ces­sa­dos ma­nu­al­men­te;
  • in­for­ma­ção im­por­tan­te fe­cha­da den­tro de PDFs, con­tra­tos ou re­la­tó­ri­os;
  • re­por­ting de­pen­den­te da con­so­li­da­ção ma­nu­al;
  • de­ci­sões to­ma­das sobre in­for­ma­ção que já che­gou tarde;
  • co­la­bo­ra­do­res es­pe­ci­a­li­za­dos ocu­pa­dos em ta­re­fas ad­mi­nis­tra­ti­vas que pouco valor acres­cen­tam.

Se­pa­ra­da­men­te, cada um des­tes pro­ble­mas pode pa­re­cer pe­que­no. Em con­jun­to, re­pre­sen­tam tempo, re­tra­ba­lho, risco, erros, cus­tos e ca­pa­ci­da­de de de­ci­são per­di­da. É o custo in­vi­sí­vel da frag­men­ta­ção ope­ra­ci­o­nal.

ERP para indústria: o núcleo de uma arquitetura de gestão integrada

Num con­tex­to in­dus­tri­al, o ERP as­su­me na­tu­ral­men­te uma po­si­ção cen­tral. É no ERP que con­ver­gem áreas fun­da­men­tais como fi­nan­ças, com­pras, ven­das, stocks, lo­gís­ti­ca, te­sou­ra­ria, re­cur­sos hu­ma­nos e in­for­ma­ção de ges­tão.

O Cegid Primavera Evolution foi con­ce­bi­do como uma pla­ta­for­ma es­ca­lá­vel, fle­xí­vel e in­te­grá­vel, capaz de su­por­tar or­ga­ni­za­ções com di­fe­ren­tes ní­veis de com­ple­xi­da­de e de cen­tra­li­zar in­for­ma­ção re­le­van­te para a ges­tão.

Mas pos­suir um ERP não sig­ni­fi­ca au­to­ma­ti­ca­men­te pos­suir uma ope­ra­ção in­te­gra­da. A di­fe­ren­ça está na forma como o ERP se re­la­ci­o­na com os res­tan­tes pro­ces­sos. Num mo­de­lo ver­da­dei­ra­men­te in­te­gra­do, o ERP não deve re­pre­sen­tar ape­nas aqui­lo que acon­te­ceu ad­mi­nis­tra­ti­va­men­te. Deve con­se­guir relacionar-se com aqui­lo que está a acon­te­cer ope­ra­ci­o­nal­men­te:

  • aqui­lo que foi ven­di­do;
  • aqui­lo que pre­ci­sa de ser com­pra­do;
  • aqui­lo que exis­te em stock;
  • aqui­lo que tem de ser pro­du­zi­do;
  • os re­cur­sos ne­ces­sá­ri­os;
  • os equi­pa­men­tos dis­po­ní­veis;
  • os cus­tos ge­ra­dos;
  • os do­cu­men­tos que en­tram;
  • os do­cu­men­tos que saem;
  • e os re­sul­ta­dos eco­nó­mi­cos dessa ope­ra­ção.

Por isso, numa em­pre­sa in­dus­tri­al, a dis­cus­são não pode ter­mi­nar no ERP. É ne­ces­sá­rio che­gar ao chão de fá­bri­ca.

Software de gestão da produção: ligar o chão de fábrica ao negócio

Pro­du­zir não sig­ni­fi­ca ape­nas exe­cu­tar uma ordem de fa­bri­co. Antes de pro­du­zir exis­tem en­co­men­das, pre­vi­sões, stocks, ne­ces­si­da­des de ma­te­ri­ais, re­cur­sos, ca­pa­ci­da­de e pla­ne­a­men­to. Du­ran­te a pro­du­ção exis­tem con­su­mos, ope­ra­ções, tem­pos, equi­pa­men­tos, pes­so­as, qua­li­da­de, quan­ti­da­des pro­du­zi­das e des­vi­os. De­pois da pro­du­ção exis­tem stocks de pro­du­to aca­ba­do, cus­tos, ex­pe­di­ção, fa­tu­ra­ção e aná­li­se de ren­ta­bi­li­da­de. Por de­fi­ni­ção, a pro­du­ção está li­ga­da ao res­tan­te ne­gó­cio.

O Cegid Primavera Manufacturing acres­cen­ta ao ERP uma di­men­são es­pe­ci­fi­ca­men­te ori­en­ta­da à ges­tão in­dus­tri­al, per­mi­tin­do in­te­grar pro­du­ção e res­tan­tes áreas da or­ga­ni­za­ção. Pla­ne­a­men­to, fi­chas téc­ni­cas, or­dens de fa­bri­co, ne­ces­si­da­des de ma­te­ri­ais, MRP, qua­li­da­de, fer­ra­men­tas, ope­ra­ções e cus­tos podem assim fazer parte de uma ar­qui­te­tu­ra de in­for­ma­ção comum.

O re­sul­ta­do não deve ser ape­nas maior con­tro­lo sobre a fá­bri­ca. Deve ser uma apro­xi­ma­ção entre pla­ne­a­men­to, exe­cu­ção in­dus­tri­al e ges­tão em­pre­sa­ri­al. E per­mi­tir res­pon­der mais ra­pi­da­men­te a per­gun­tas es­sen­ci­ais:

  • O que temos de produzir?
  • Quando temos de produzir?
  • Temos as matérias-primas necessárias?
  • Que necessidades de aprovisionamento existem?
  • Temos capacidade produtiva disponível?
  • Que recursos serão necessários?
  • Qual era o custo previsto?
  • Qual foi o custo real?
  • Onde ocorreram os principais desvios?
  • Qual é o impacto desses desvios na rentabilidade?

Estas não são ape­nas per­gun­tas da pro­du­ção. São per­gun­tas de ges­tão.

CMMS e manutenção industrial: quando disponibilidade significa produtividade

Uma ope­ra­ção in­dus­tri­al de­pen­de tam­bém dos seus ati­vos: má­qui­nas, li­nhas de pro­du­ção, equi­pa­men­tos, fer­ra­men­tas, ins­ta­la­ções. Uma má­qui­na crí­ti­ca não é sim­ples­men­te um ativo re­gis­ta­do con­ta­bi­lis­ti­ca­men­te. Re­pre­sen­ta ca­pa­ci­da­de pro­du­ti­va. Quan­do deixa de estar dis­po­ní­vel, o im­pac­to pode propagar-se a toda a or­ga­ni­za­ção.

Uma ordem de pro­du­ção pode atra­sar. O pla­ne­a­men­to pode ter de ser al­te­ra­do. Podem sur­gir horas ex­tra­or­di­ná­ri­as. Os cus­tos podem au­men­tar. A ex­pe­di­ção pode ser afe­ta­da. Uma data de en­tre­ga pode ficar com­pro­me­ti­da. E aqui­lo que co­me­çou como uma ocor­rên­cia téc­ni­ca pode aca­bar por se trans­for­mar num pro­ble­ma para o cli­en­te. Por isso, a ma­nu­ten­ção in­dus­tri­al não deve exis­tir ape­nas para re­pa­rar ava­ri­as. Deve ser ge­ri­da.

O Cegid Valuekeep é uma so­lu­ção CMMS - Com­pu­te­ri­zed Main­te­nan­ce Ma­na­ge­ment Sys­tem - des­ti­na­da à ges­tão da ma­nu­ten­ção de equi­pa­men­tos e ati­vos. Per­mi­te es­tru­tu­rar áreas como:

  • ca­das­tro e ges­tão dos ati­vos;
  • ma­nu­ten­ção pre­ven­ti­va;
  • ma­nu­ten­ção cor­re­ti­va;
  • or­dens de tra­ba­lho;
  • pla­ne­a­men­to das in­ter­ven­ções;
  • acom­pa­nha­men­to das equi­pas téc­ni­cas;
  • peças e stocks;
  • his­tó­ri­co de ma­nu­ten­ção;
  • tem­pos de in­dis­po­ni­bi­li­da­de;
  • cus­tos as­so­ci­a­dos aos ati­vos;
  • in­di­ca­do­res de ma­nu­ten­ção.

A di­fe­ren­ça é re­le­van­te. A ques­tão deixa de ser ape­nas: «Quan­do con­se­gui­mos co­lo­car esta má­qui­na no­va­men­te em fun­ci­o­na­men­to?» E passa tam­bém a in­cluir:

  • Porque falhou?
  • Quantas vezes já falhou?
  • Durante quanto tempo esteve indisponível?
  • Quanto custa manter este ativo?
  • Estamos a executar a manutenção preventiva planeada?
  • Que equipamentos estão a concentrar mais intervenções e custos?
  • Devemos continuar a reparar ou começa a justificar-se substituir?

É a pas­sa­gem de uma ló­gi­ca de ges­tão de ava­ri­as para uma ver­da­dei­ra ges­tão de ati­vos e ma­nu­ten­ção.

Faturação eletrónica e EDI: integrar também clientes e fornecedores

A in­te­gra­ção de uma in­dús­tria não ter­mi­na den­tro da em­pre­sa. Uma or­ga­ni­za­ção pode ter os seus pro­ces­sos in­ter­nos al­ta­men­te di­gi­ta­li­za­dos e con­ti­nu­ar a gerar tra­ba­lho ma­nu­al sig­ni­fi­ca­ti­vo na re­la­ção com cli­en­tes e for­ne­ce­do­res: en­co­men­das, fa­tu­ras, notas de cré­di­to, notas de dé­bi­to, avi­sos de ex­pe­di­ção e ou­tros do­cu­men­tos co­mer­ci­ais e fis­cais. Quan­do estes do­cu­men­tos são re­ce­bi­dos, en­vi­a­dos, ve­ri­fi­ca­dos ou no­va­men­te in­tro­du­zi­dos ma­nu­al­men­te, exis­te uma in­ter­rup­ção no fluxo di­gi­tal.

O Cegid Yet atua pre­ci­sa­men­te neste do­mí­nio atra­vés da fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca, EDI - Elec­tro­nic Data In­ter­chan­ge - e des­ma­te­ri­a­li­za­ção dos pro­ces­sos do­cu­men­tais as­so­ci­a­dos às re­la­ções co­mer­ci­ais. O EDI per­mi­te que in­for­ma­ção es­tru­tu­ra­da seja trans­mi­ti­da entre sis­te­mas, re­du­zin­do a ne­ces­si­da­de de in­ter­ven­ção hu­ma­na na troca e pro­ces­sa­men­to dos do­cu­men­tos.

Mas a di­fe­ren­ça fun­da­men­tal não está ape­nas em dei­xar de uti­li­zar papel. Nem em subs­ti­tuir papel por PDF. Um PDF con­ti­nua a ser, em mui­tos pro­ces­sos, um do­cu­men­to que al­guém pre­ci­sa de abrir, in­ter­pre­tar e tra­tar. O salto de ma­tu­ri­da­de ocor­re quan­do a in­for­ma­ção con­ti­da num do­cu­men­to entra di­re­ta­men­te no pro­ces­so di­gi­tal a que per­ten­ce.

Uma en­co­men­da re­ce­bi­da ele­tro­ni­ca­men­te deixa de ser ape­nas um do­cu­men­to. Pode ali­men­tar um pro­ces­so co­mer­ci­al, lo­gís­ti­co ou pro­du­ti­vo. Uma fa­tu­ra deixa de ser sim­ples­men­te um fi­chei­ro en­vi­a­do. Passa a fazer parte de uma tran­sa­ção di­gi­tal es­tru­tu­ra­da entre or­ga­ni­za­ções. Quan­to menor for a in­ter­ven­ção hu­ma­na ne­ces­sá­ria entre a cri­a­ção da in­for­ma­ção e a sua uti­li­za­ção pelo sis­te­ma se­guin­te, maior tende a ser a ma­tu­ri­da­de do pro­ces­so.

Mas nem toda a informação empresarial chega estruturada

Aqui en­con­tra­mos uma se­gun­da re­a­li­da­de. Uma parte muito sig­ni­fi­ca­ti­va da in­for­ma­ção de uma or­ga­ni­za­ção con­ti­nua a exis­tir den­tro de do­cu­men­tos: con­tra­tos, pro­pos­tas, re­la­tó­ri­os, cer­ti­fi­ca­dos, fi­chas téc­ni­cas, ma­nu­ais, co­mu­ni­ca­ções, cor­res­pon­dên­cia, do­cu­men­ta­ção de qua­li­da­de, do­cu­men­tos de for­ne­ce­do­res, pro­ces­sos in­ter­nos, ane­xos, PDFs.

Di­gi­ta­li­zar estes do­cu­men­tos não sig­ni­fi­ca com­pre­en­der o seu con­teú­do. Guar­dar um PDF numa pasta di­gi­tal re­sol­ve o pro­ble­ma do papel. Não re­sol­ve ne­ces­sa­ri­a­men­te o pro­ble­ma da in­for­ma­ção.

É nesta fron­tei­ra que a in­te­li­gên­cia do­cu­men­tal pode acres­cen­tar uma nova ca­ma­da à ope­ra­ção. Com o COGNIO®, a in­for­ma­ção do­cu­men­tal pode ser tra­ta­da de forma in­te­li­gen­te para re­du­zir a dis­tân­cia entre aqui­lo que está con­ti­do num do­cu­men­to e aqui­lo que o pro­ces­so de ne­gó­cio ne­ces­si­ta de saber.

O ob­je­ti­vo passa por trans­for­mar do­cu­men­tos que nor­mal­men­te exi­gi­ri­am lei­tu­ra e tra­ta­men­to hu­ma­no em fon­tes de in­for­ma­ção que pos­sam ser:

  • iden­ti­fi­ca­das;
  • clas­si­fi­ca­das;
  • in­ter­pre­ta­das;
  • pes­qui­sa­das;
  • ex­traí­das;
  • re­la­ci­o­na­das;
  • en­ca­mi­nha­das;
  • e dis­po­ni­bi­li­za­das aos pro­ces­sos e às pes­so­as cer­tas.

Esta dis­tin­ção é im­por­tan­te. O Cegid Yet atua pre­do­mi­nan­te­men­te sobre a troca di­gi­tal e es­tru­tu­ra­da de do­cu­men­tos e dados co­mer­ci­ais. O COGNIO® acres­cen­ta in­te­li­gên­cia sobre o con­teú­do do­cu­men­tal. São pro­ble­mas dis­tin­tos. E ambos exis­tem den­tro de uma or­ga­ni­za­ção in­dus­tri­al.

Inteligência artificial no ERP: o Cegid Pulse acrescenta uma nova camada

De­pois da di­gi­ta­li­za­ção e da in­te­gra­ção surge agora uma nova etapa. Du­ran­te dé­ca­das, pro­cu­rá­mos que os sis­te­mas em­pre­sa­ri­ais re­gis­tas­sem cor­re­ta­men­te a in­for­ma­ção. De­pois pro­cu­rá­mos integrá-los. Agora es­pe­ra­mos tam­bém que sejam ca­pa­zes de aju­dar a com­pre­en­der essa in­for­ma­ção.

O Cegid Pulse, in­te­gra­do na­ti­va­men­te no Cegid Primavera Evolution, in­tro­duz ca­pa­ci­da­des de in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al di­re­ta­men­te no con­tex­to do ERP. As suas Smart Tools estão or­ga­ni­za­das em duas gran­des ca­te­go­ri­as: Smart As­sis­tants e Smart Actions.

Os Smart As­sis­tants per­mi­tem aos uti­li­za­do­res in­te­ra­gir em lin­gua­gem na­tu­ral com in­for­ma­ção da em­pre­sa, ob­ten­do res­pos­tas con­tex­tu­a­li­za­das, aná­li­ses e re­co­men­da­ções. As Smart Ac­ti­ons apro­xi­mam a in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al da pró­pria exe­cu­ção, per­mi­tin­do ana­li­sar in­for­ma­ção, apoi­ar ta­re­fas, iden­ti­fi­car si­tu­a­ções re­le­van­tes e de­sen­ca­de­ar ações no con­tex­to dos pro­ces­sos do ERP.

Isto re­pre­sen­ta uma mu­dan­ça sig­ni­fi­ca­ti­va na re­la­ção entre pes­so­as e softwa­re. Du­ran­te anos, quem uti­li­za­va um sis­te­ma de ges­tão pre­ci­sa­va de saber em que menu es­ta­va a in­for­ma­ção, que mapa de­ve­ria con­sul­tar, que fil­tros de­ve­ria apli­car, que re­la­tó­rio de­ve­ria exe­cu­tar e como in­ter­pre­tar os re­sul­ta­dos.

Pro­gres­si­va­men­te, esta re­la­ção co­me­ça a inverter-se. O uti­li­za­dor pode per­gun­tar. O sis­te­ma pro­cu­ra con­tex­to. Ana­li­sa. Res­pon­de. E pode aju­dar a de­ter­mi­nar o passo se­guin­te. O softwa­re deixa assim de ser ape­nas o lugar onde os dados são re­gis­ta­dos. Passa pro­gres­si­va­men­te a con­tri­buir para trans­for­mar dados em con­tex­to, con­tex­to em co­nhe­ci­men­to e co­nhe­ci­men­to em ação.

Da digitalização à decisão: cinco níveis de maturidade industrial

Na key.value, faz sen­ti­do olhar para esta evo­lu­ção atra­vés de cinco ní­veis.

1. Digitalizar

Subs­ti­tuir papel, re­gis­tos dis­per­sos e pro­ces­sos ana­ló­gi­cos por sis­te­mas di­gi­tais. É es­sen­ci­al. Mas é ape­nas o pri­mei­ro nível.

2. Integrar

Fazer com que sis­te­mas, dados, pro­ces­sos e de­par­ta­men­tos dei­xem de fun­ci­o­nar iso­la­da­men­te. A in­for­ma­ção passa a acom­pa­nhar o pro­ces­so em vez de de­pen­der cons­tan­te­men­te de pes­so­as para cir­cu­lar.

3. Automatizar

Eli­mi­nar ta­re­fas re­pe­ti­ti­vas que não acres­cen­tam valor. Do­cu­men­tos en­tram au­to­ma­ti­ca­men­te nos flu­xos. In­for­ma­ção é trans­fe­ri­da entre sis­te­mas. Ações podem ser de­sen­ca­de­a­das a par­tir de re­gras ou acon­te­ci­men­tos. As pes­so­as dei­xam pro­gres­si­va­men­te de gerir a nor­ma­li­da­de para se con­cen­tra­rem nas ex­ce­ções.

4. Interpretar

Dados e do­cu­men­tos dei­xam de ser­vir ape­nas para re­gis­to. Pas­sam a poder ser ana­li­sa­dos, re­la­ci­o­na­dos e con­tex­tu­a­li­za­dos. A in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al per­mi­te pro­cu­rar res­pos­tas, de­te­tar pa­drões, in­ter­pre­tar in­for­ma­ção e tor­nar co­nhe­ci­men­to em­pre­sa­ri­al mais aces­sí­vel.

5. Decidir

A ma­tu­ri­da­de má­xi­ma não se mede pela quan­ti­da­de de tec­no­lo­gia ins­ta­la­da. Mede-se pela ca­pa­ci­da­de da or­ga­ni­za­ção para uti­li­zar in­for­ma­ção fiá­vel, con­tex­tu­a­li­za­da e dis­po­ní­vel em tempo útil para exe­cu­tar e de­ci­dir me­lhor.

Di­gi­ta­li­zar. In­te­grar. Au­to­ma­ti­zar. In­ter­pre­tar. De­ci­dir. Esta é uma evo­lu­ção muito di­fe­ren­te de sim­ples­men­te con­ti­nu­ar a acres­cen­tar softwa­re.

ERP, produção, manutenção, EDI, documentos e IA: uma arquitetura, não seis produtos

É nesta pers­pe­ti­va que Cegid Pri­ma­ve­ra Evo­lu­tion, Cegid Pri­ma­ve­ra Ma­nu­fac­tu­ring, Cegid Va­lue­keep, Cegid Yet, Cegid Pulse e COGNIO® devem ser ana­li­sa­dos. Não como uma lista de apli­ca­ções in­de­pen­den­tes. Mas como di­fe­ren­tes ca­ma­das de uma ar­qui­te­tu­ra de ges­tão in­dus­tri­al.

Gestão empresarial - Cegid Primavera Evolution

Cons­ti­tui o nú­cleo trans­ver­sal de ges­tão, cen­tra­li­zan­do in­for­ma­ção fi­nan­cei­ra, co­mer­ci­al, lo­gís­ti­ca, stocks, com­pras, re­cur­sos hu­ma­nos e ou­tras di­men­sões fun­da­men­tais da or­ga­ni­za­ção.

Produção - Cegid Primavera Manufacturing

Liga a ges­tão in­dus­tri­al ao res­tan­te ne­gó­cio, apro­xi­man­do pla­ne­a­men­to, ne­ces­si­da­des de ma­te­ri­ais, exe­cu­ção, qua­li­da­de, re­cur­sos e cus­tos.

Manutenção e ativos - Cegid Valuekeep

Es­tru­tu­ra os pro­ces­sos de ma­nu­ten­ção e ges­tão dos equi­pa­men­tos, con­tri­buin­do para maior con­tro­lo sobre in­ter­ven­ções, dis­po­ni­bi­li­da­de, re­cur­sos e cus­tos dos ati­vos.

Faturação eletrónica e EDI - Cegid Yet

Di­gi­ta­li­za e au­to­ma­ti­za a troca es­tru­tu­ra­da de do­cu­men­tos co­mer­ci­ais e fis­cais com cli­en­tes, for­ne­ce­do­res, Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca e ou­tras en­ti­da­des.

Inteligência documental - COGNIO®

Per­mi­te tra­ba­lhar sobre in­for­ma­ção con­ti­da em do­cu­men­tos, re­du­zin­do a de­pen­dên­cia da lei­tu­ra e tra­ta­men­to ma­nu­al de con­teú­dos não es­tru­tu­ra­dos.

Inteligência artificial no ERP - Cegid Pulse

Acres­cen­ta in­te­li­gên­cia ao con­tex­to dos dados e pro­ces­sos em­pre­sa­ri­ais, per­mi­tin­do uma in­te­ra­ção mais na­tu­ral com a in­for­ma­ção e apoi­an­do aná­li­se, pro­du­ti­vi­da­de e de­ci­são.

Cada so­lu­ção res­pon­de a ne­ces­si­da­des es­pe­cí­fi­cas. O valor au­men­ta quan­do dei­xa­mos de olhar para cada ne­ces­si­da­de iso­la­da­men­te e co­me­ça­mos a olhar para o pro­ces­so com­ple­to.

Um exemplo: acompanhe uma encomenda desde o cliente até ao resultado

Ima­gi­ne uma en­co­men­da de um cli­en­te. O pro­ces­so co­me­ça na área co­mer­ci­al. É ne­ces­sá­rio ve­ri­fi­car dis­po­ni­bi­li­da­de. Pode exis­tir ne­ces­si­da­de de pro­du­ção. A pro­du­ção gera ne­ces­si­da­des de ma­te­ri­ais. Parte dos com­po­nen­tes exis­te em stock. Outra parte tem de ser apro­vi­si­o­na­da. O pla­ne­a­men­to de­ter­mi­na quan­do e como pro­du­zir. São ne­ces­sá­ri­os de­ter­mi­na­dos equi­pa­men­tos. Um des­ses equi­pa­men­tos tem uma in­ter­ven­ção de ma­nu­ten­ção pro­gra­ma­da. Essa in­for­ma­ção pode al­te­rar a ca­pa­ci­da­de pro­du­ti­va.

A pro­du­ção é ini­ci­a­da. São con­su­mi­das matérias-primas. São re­gis­ta­dos tem­pos e quan­ti­da­des. Exis­tem cus­tos pre­vis­tos. Exis­tem cus­tos reais. Podem sur­gir des­vi­os. Exis­te do­cu­men­ta­ção téc­ni­ca e de qua­li­da­de as­so­ci­a­da. O pro­du­to é ter­mi­na­do. Entra em stock. É ex­pe­di­do. São ge­ra­dos do­cu­men­tos co­mer­ci­ais e fis­cais. O cli­en­te re­ce­be a fa­tu­ra­ção.

A ges­tão quer co­nhe­cer a mar­gem. A pro­du­ção quer ana­li­sar os des­vi­os. A ma­nu­ten­ção quer ava­li­ar o com­por­ta­men­to dos equi­pa­men­tos. O de­par­ta­men­to fi­nan­cei­ro acom­pa­nha o im­pac­to eco­nó­mi­co. A di­re­ção quer per­ce­ber se a en­co­men­da pro­du­ziu o re­sul­ta­do es­pe­ra­do.

Agora ima­gi­ne que, em cada etapa, é ne­ces­sá­rio al­guém ex­por­tar um fi­chei­ro, en­vi­ar um e-mail, atu­a­li­zar uma folha de cál­cu­lo, con­sul­tar outra apli­ca­ção ou vol­tar a in­tro­du­zir in­for­ma­ção. A em­pre­sa está di­gi­ta­li­za­da. Mas o pro­ces­so não está in­te­gra­do.

Com­pa­re isso com uma ope­ra­ção em que os di­fe­ren­tes sis­te­mas par­ti­lham con­tex­to, a in­for­ma­ção acom­pa­nha o pro­ces­so, do­cu­men­tos es­tru­tu­ra­dos en­tram au­to­ma­ti­ca­men­te, con­teú­dos não es­tru­tu­ra­dos podem ser in­ter­pre­ta­dos e a in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al ajuda os uti­li­za­do­res a com­pre­en­der o que está a acon­te­cer. Essa é a di­fe­ren­ça entre ter softwa­re e pos­suir uma ar­qui­te­tu­ra di­gi­tal de ges­tão.

Porque é que integração e qualidade dos dados condicionam a inteligência artificial?

Exis­te um prin­cí­pio im­por­tan­te que não deve ser ig­no­ra­do: a in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al não cor­ri­ge au­to­ma­ti­ca­men­te uma ope­ra­ção frag­men­ta­da.

A IA de­pen­de de con­tex­to. E esse con­tex­to de­pen­de dos dados e dos pro­ces­sos dis­po­ní­veis. Se ven­das, stocks, pro­du­ção, ma­nu­ten­ção, fi­nan­cei­ro e do­cu­men­tos re­pre­sen­tam re­a­li­da­des di­fe­ren­tes ou estão per­ma­nen­te­men­te de­sa­tu­a­li­za­dos, uma ca­ma­da de in­te­li­gên­cia apli­ca­da pos­te­ri­or­men­te con­ti­nua a tra­ba­lhar sobre essa frag­men­ta­ção.

O mesmo acon­te­ce com os dash­bo­ards. Um dash­bo­ard so­fis­ti­ca­do não trans­for­ma dados in­con­sis­ten­tes em in­for­ma­ção fiá­vel. Pri­mei­ro é ne­ces­sá­rio criar co­e­rên­cia. De­pois in­te­grar. Au­to­ma­ti­zar onde exis­te re­pe­ti­ção. In­ter­pre­tar os dados e do­cu­men­tos. E só então re­ti­rar todo o po­ten­ci­al da in­te­li­gên­cia apli­ca­da à de­ci­são.

A in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al não subs­ti­tui uma boa ar­qui­te­tu­ra de dados e pro­ces­sos. Amplifica-a.

Como saber se uma indústria está realmente integrada?

Exis­te um di­ag­nós­ti­co sim­ples que uma Ad­mi­nis­tra­ção, Di­re­ção Geral, Di­re­ção Fi­nan­cei­ra, Di­re­ção de Ope­ra­ções, Pro­du­ção ou Sis­te­mas de In­for­ma­ção pode fazer. Tente res­pon­der às se­guin­tes per­gun­tas:

  • Quan­tos pro­ces­sos crí­ti­cos de­pen­dem ainda de fo­lhas Excel?
  • Quan­tas vezes é in­tro­du­zi­da ma­nu­al­men­te a mesma in­for­ma­ção?
  • Quan­to tempo é uti­li­za­do a re­con­ci­li­ar dados entre sis­te­mas?
  • É pos­sí­vel acom­pa­nhar uma en­co­men­da desde a venda até à pro­du­ção, ex­pe­di­ção, custo e mar­gem?
  • A pro­du­ção co­nhe­ce em tempo útil os stocks e as ne­ces­si­da­des de apro­vi­si­o­na­men­to?
  • É pos­sí­vel com­pa­rar ra­pi­da­men­te o custo in­dus­tri­al pre­vis­to com o custo real?
  • As prin­ci­pais cau­sas dos des­vi­os de pro­du­ção estão iden­ti­fi­ca­das?
  • A ma­nu­ten­ção é pre­do­mi­nan­te­men­te pre­ven­ti­va ou con­ti­nua ex­ces­si­va­men­te de­pen­den­te da ava­ria?
  • É co­nhe­ci­do o custo de ma­nu­ten­ção dos prin­ci­pais equi­pa­men­tos?
  • Exis­tem dados sobre dis­po­ni­bi­li­da­de e in­dis­po­ni­bi­li­da­de dos ati­vos crí­ti­cos?
  • A troca de do­cu­men­tos com cli­en­tes e for­ne­ce­do­res está au­to­ma­ti­za­da ou con­ti­nua de­pen­den­te de e-mails, PDFs e ta­re­fas ma­nu­ais?
  • Quan­tos do­cu­men­tos pre­ci­sam de ser lidos e in­ter­pre­ta­dos ma­nu­al­men­te antes de a in­for­ma­ção poder ser uti­li­za­da?
  • Quan­to tempo de­mo­ra a obter um in­di­ca­dor ope­ra­ci­o­nal re­le­van­te?
  • Exis­tem di­fe­ren­tes ver­sões da mesma re­a­li­da­de den­tro da em­pre­sa?
  • Os co­la­bo­ra­do­res en­con­tram ra­pi­da­men­te a in­for­ma­ção ne­ces­sá­ria?
  • A in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al uti­li­za­da na or­ga­ni­za­ção co­nhe­ce o con­tex­to real dos pro­ces­sos em­pre­sa­ri­ais?

Quan­to mais res­pos­tas de­pen­de­rem de é pre­ci­so per­gun­tar, temos de ex­por­tar, al­guém tem um Excel, é ne­ces­sá­rio con­fir­mar ou de­mo­ra algum tempo, maior é pro­va­vel­men­te a opor­tu­ni­da­de de in­te­gra­ção.

Que benefícios pode trazer uma gestão industrial verdadeiramente integrada?

Os be­ne­fí­ci­os con­cre­tos de­pen­dem na­tu­ral­men­te da ope­ra­ção, dos pro­ces­sos exis­ten­tes e do ponto de par­ti­da de cada or­ga­ni­za­ção. Mas uma ar­qui­te­tu­ra in­te­gra­da pode atuar sobre vá­ri­os ve­to­res de de­sem­pe­nho.

Menos trabalho administrativo

Re­du­zir dupla in­tro­du­ção de dados, va­li­da­ções ma­nu­ais, con­so­li­da­ções e trans­fe­rên­ci­as de in­for­ma­ção entre sis­te­mas.

Maior rastreabilidade

Acom­pa­nhar acon­te­ci­men­tos e res­pe­ti­vas re­la­ções ao longo dos pro­ces­sos, em vez de re­cons­truir pos­te­ri­or­men­te aqui­lo que acon­te­ceu.

Melhor controlo da produção

Re­la­ci­o­nar ne­ces­si­da­des, ma­te­ri­ais, re­cur­sos, exe­cu­ção, des­vi­os e cus­tos.

Maior disponibilidade dos ativos

Es­tru­tu­rar ma­nu­ten­ção pre­ven­ti­va e obter in­for­ma­ção sobre ava­ri­as, in­ter­ven­ções, tem­pos de in­dis­po­ni­bi­li­da­de e cus­tos.

Processos documentais mais eficientes

Au­to­ma­ti­zar a troca es­tru­tu­ra­da de in­for­ma­ção e re­du­zir tra­ta­men­to ma­nu­al de do­cu­men­tos.

Informação mais acessível

Di­mi­nuir a de­pen­dên­cia de co­nhe­ci­men­to dis­per­so por pes­so­as, sis­te­mas, pas­tas e fi­chei­ros.

Melhor capacidade de decisão

Apro­xi­mar dados ope­ra­ci­o­nais e fi­nan­cei­ros para re­du­zir o in­ter­va­lo entre aqui­lo que acon­te­ce e o mo­men­to em que a or­ga­ni­za­ção con­se­gue agir.

No final, in­te­gra­ção não é um ob­je­ti­vo tec­no­ló­gi­co. É um ins­tru­men­to de pro­du­ti­vi­da­de, con­tro­lo, es­ca­la­bi­li­da­de e de­ci­são.

O próximo projeto tecnológico talvez não deva começar pela escolha do software

Quan­do uma or­ga­ni­za­ção iden­ti­fi­ca um pro­ble­ma é na­tu­ral pro­cu­rar ime­di­a­ta­men­te uma apli­ca­ção que o re­sol­va. Mas esta abor­da­gem pode aca­bar por acres­cen­tar mais uma ilha di­gi­tal à ar­qui­te­tu­ra exis­ten­te. Antes de es­co­lher tec­no­lo­gia, exis­tem per­gun­tas mais im­por­tan­tes:

  • Onde nasce a informação?
  • Quem a utiliza?
  • Por que sistemas passa?
  • Onde é novamente introduzida?
  • Que tarefas continuam excessivamente manuais?
  • Que documentos interrompem os fluxos digitais?
  • Que processos dependem demasiado de determinadas pessoas?
  • Que decisões estão a ser tomadas tarde?
  • Que dados existem mas não são facilmente transformados em informação útil?
  • Que sistemas deveriam comunicar e não comunicam?

É de­pois deste di­ag­nós­ti­co que a dis­cus­são tec­no­ló­gi­ca passa a fazer sen­ti­do. Por­que trans­for­ma­ção di­gi­tal não sig­ni­fi­ca ins­ta­lar mais softwa­re. Sig­ni­fi­ca me­lho­rar a forma como pro­ces­sos, dados, do­cu­men­tos, sis­te­mas e pes­so­as tra­ba­lham em con­jun­to.

Da fábrica digital à indústria inteligente

A in­dús­tria já per­cor­reu uma parte im­por­tan­te do ca­mi­nho da di­gi­ta­li­za­ção. O pró­xi­mo de­sa­fio é di­fe­ren­te. É fazer com que ges­tão, pro­du­ção, ma­nu­ten­ção, stocks, cli­en­tes, for­ne­ce­do­res, do­cu­men­tos, dados, in­te­li­gên­cia e pes­so­as dei­xem de fun­ci­o­nar como re­a­li­da­des pa­ra­le­las. É ligar. Au­to­ma­ti­zar. In­ter­pre­tar. E de­ci­dir me­lhor.

So­lu­ções como Cegid Pri­ma­ve­ra Evo­lu­tion, Cegid Pri­ma­ve­ra Ma­nu­fac­tu­ring, Cegid Va­lue­keep, Cegid Yet, Cegid Pulse e COGNIO® podem de­sem­pe­nhar pa­péis di­fe­ren­tes nessa ar­qui­te­tu­ra. Mas a tec­no­lo­gia é o meio. O re­sul­ta­do pro­cu­ra­do é outro: uma ope­ra­ção in­dus­tri­al mais in­te­gra­da, mais con­tro­lá­vel, mais efi­ci­en­te e mais pre­pa­ra­da para de­ci­dir.

Na key.value, co­me­ça­mos pre­ci­sa­men­te por aí. Pelos pro­ces­sos. Pelos pon­tos de fric­ção. Pela in­for­ma­ção que não cir­cu­la. Pelas ta­re­fas que não de­ve­ri­am con­ti­nu­ar ma­nu­ais. Pelos sis­te­mas que pre­ci­sam de co­mu­ni­car. E pelas de­ci­sões que podem ser me­lhor su­por­ta­das por dados.

En­quan­to Cegid Platinum Partner, com­bi­na­mos co­nhe­ci­men­to do ecos­sis­te­ma Cegid com com­pe­tên­ci­as de im­ple­men­ta­ção, in­te­gra­ção e trans­for­ma­ção de pro­ces­sos, pro­cu­ran­do cons­truir uma ar­qui­te­tu­ra ajus­ta­da à re­a­li­da­de con­cre­ta de cada or­ga­ni­za­ção. Por­que uma in­dús­tria não pre­ci­sa ne­ces­sa­ri­a­men­te de mais softwa­re. Pre­ci­sa que a tec­no­lo­gia faça a ope­ra­ção fun­ci­o­nar me­lhor.

Perguntas frequentes sobre ERP, integração e digitalização industrial

O que é um ERP para indústria?

Um ERP para in­dús­tria é um sis­te­ma de ges­tão em­pre­sa­ri­al que cen­tra­li­za in­for­ma­ção de áreas como fi­nan­ças, com­pras, ven­das, stocks, lo­gís­ti­ca e re­cur­sos hu­ma­nos e que pode ser in­te­gra­do com pro­ces­sos es­pe­cí­fi­cos de pro­du­ção, ma­nu­ten­ção e ou­tras áreas ope­ra­ci­o­nais. O ob­je­ti­vo é per­mi­tir que in­for­ma­ção ope­ra­ci­o­nal e fi­nan­cei­ra faça parte de uma ar­qui­te­tu­ra de ges­tão comum.

Qual é a diferença entre ERP e software de produção?

O ERP gere trans­ver­sal­men­te di­fe­ren­tes áreas da or­ga­ni­za­ção. Um softwa­re de ges­tão da pro­du­ção apro­fun­da os pro­ces­sos in­dus­tri­ais, como fi­chas téc­ni­cas, or­dens de fa­bri­co, ne­ces­si­da­des de ma­te­ri­ais, pla­ne­a­men­to, re­gis­tos de pro­du­ção e con­tro­lo dos res­pe­ti­vos cus­tos. A maior van­ta­gem surge quan­do pro­du­ção e ERP não fun­ci­o­nam iso­la­da­men­te.

O que é um CMMS e para que serve na indústria?

CMMS sig­ni­fi­ca Com­pu­te­ri­zed Main­te­nan­ce Ma­na­ge­ment Sys­tem. É um sis­te­ma des­ti­na­do a cen­tra­li­zar e gerir in­for­ma­ção re­la­ci­o­na­da com equi­pa­men­tos e ati­vos, ma­nu­ten­ção pre­ven­ti­va e cor­re­ti­va, or­dens de tra­ba­lho, re­cur­sos, peças, his­tó­ri­co e cus­tos de ma­nu­ten­ção. Numa in­dús­tria, a uti­li­za­ção de CMMS per­mi­te re­la­ci­o­nar a ma­nu­ten­ção com a dis­po­ni­bi­li­da­de e de­sem­pe­nho dos ati­vos.

Qual é a diferença entre faturação eletrónica, PDF e EDI?

Uma fa­tu­ra em PDF é um do­cu­men­to di­gi­tal, mas não re­pre­sen­ta ne­ces­sa­ri­a­men­te uma tran­sa­ção de dados es­tru­tu­ra­dos entre sis­te­mas. O EDI per­mi­te trans­mi­tir in­for­ma­ção es­tru­tu­ra­da ele­tro­ni­ca­men­te entre or­ga­ni­za­ções, pos­si­bi­li­tan­do o seu tra­ta­men­to au­to­má­ti­co pelos sis­te­mas en­vol­vi­dos. A fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca ba­se­a­da em dados es­tru­tu­ra­dos per­mi­te, por isso, ní­veis de au­to­ma­ção su­pe­ri­o­res ao sim­ples envio de do­cu­men­tos em PDF.

Como pode a inteligência artificial ser utilizada num ERP?

A in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al pode aju­dar os uti­li­za­do­res a con­sul­tar in­for­ma­ção em lin­gua­gem na­tu­ral, ana­li­sar dados, obter con­tex­to, iden­ti­fi­car si­tu­a­ções re­le­van­tes e apoi­ar de­ter­mi­na­das ações den­tro dos pro­ces­sos do ERP. No Cegid Primavera Evolution, o Cegid Pulse in­tro­duz estas ca­pa­ci­da­des atra­vés de Smart As­sis­tants e Smart Ac­ti­ons in­te­gra­das no con­tex­to do sis­te­ma.

Qual é a diferença entre EDI e inteligência documental?

O EDI destina-se à troca es­tru­tu­ra­da de dados entre sis­te­mas e or­ga­ni­za­ções. A in­te­li­gên­cia do­cu­men­tal atua sobre o con­teú­do dos do­cu­men­tos, so­bre­tu­do quan­do a in­for­ma­ção não chega ori­gi­nal­men­te es­tru­tu­ra­da, pro­cu­ran­do iden­ti­fi­car, clas­si­fi­car, ex­trair, re­la­ci­o­nar ou dis­po­ni­bi­li­zar essa in­for­ma­ção. As duas tec­no­lo­gi­as podem, por isso, res­pon­der a pro­ble­mas com­ple­men­ta­res.

Como começar um projeto de integração numa empresa industrial?

O pri­mei­ro passo não deve ser es­co­lher softwa­re. Deve ser ma­pe­ar pro­ces­sos, sis­te­mas, fon­tes de dados, do­cu­men­tos, in­ter­ven­ções ma­nu­ais, du­pli­ca­ções de in­for­ma­ção e pon­tos de fric­ção. De­pois deste di­ag­nós­ti­co é pos­sí­vel de­fi­nir que pro­ces­sos devem ser in­te­gra­dos, au­to­ma­ti­za­dos ou re­de­se­nha­dos e de­ter­mi­nar quais as so­lu­ções tec­no­ló­gi­cas ade­qua­das.

Quer per­ce­ber onde estão os prin­ci­pais pon­tos de fric­ção da sua ope­ra­ção? Fale com a key.value sobre a in­te­gra­ção da sua in­dús­tria.

A key.value de­se­nha ar­qui­te­tu­ras de ges­tão in­dus­tri­al in­te­gra­das sobre o ecos­sis­te­ma Cegid - Platinum Partner, com in­te­gra­ção, de­sen­vol­vi­men­to e su­por­te pró­pri­os.

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Faturação Eletrónica · EDI

Cegid Yet: faturação eletrónica e EDI para empresas e Administração Pública

Setembro 2026 · 6 min de leitura · key.value

A fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca está a dei­xar de ser ape­nas uma opção de efi­ci­ên­cia ad­mi­nis­tra­ti­va. Para mi­lha­res de em­pre­sas por­tu­gue­sas, so­bre­tu­do para quem for­ne­ce a Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca, está a tornar-se uma ques­tão de con­for­mi­da­de, in­te­ro­pe­ra­bi­li­da­de e con­ti­nui­da­de do ne­gó­cio.

Mas fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca não sig­ni­fi­ca sim­ples­men­te gerar uma fa­tu­ra no ERP, convertê-la em PDF e enviá-la por e-mail. O ver­da­dei­ro salto está na ca­pa­ci­da­de de emi­tir, trans­mi­tir, re­ce­ber, va­li­dar e in­te­grar do­cu­men­tos es­tru­tu­ra­dos entre sis­te­mas, re­du­zin­do in­ter­ven­ção ma­nu­al e ga­ran­tin­do que a in­for­ma­ção per­cor­re todo o pro­ces­so sem ter de ser no­va­men­te in­tro­du­zi­da. É neste con­tex­to que entra o Cegid Yet.

O que é o Cegid Yet?

O Cegid Yet é uma so­lu­ção de fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca e EDI - Elec­tro­nic Data In­ter­chan­ge - des­ti­na­da a em­pre­sas, or­ga­ni­za­ções e en­ti­da­des da Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca. Per­mi­te di­gi­ta­li­zar o in­ter­câm­bio de do­cu­men­tos co­mer­ci­ais e fis­cais, in­cluin­do o envio e re­ce­ção de fa­tu­ras ele­tró­ni­cas, acom­pa­nhan­do o es­ta­do dos do­cu­men­tos e in­te­gran­do essa in­for­ma­ção nos sis­te­mas de ges­tão.

A pró­pria Cegid posiciona o Cegid Yet como uma pla­ta­for­ma capaz de in­te­grar com di­fe­ren­tes ERP e au­to­ma­ti­zar o fluxo do­cu­men­tal desde o envio e re­ce­ção até ao pro­ces­sa­men­to, tra­ta­men­to e ar­qui­vo.

A fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca passa, assim, a ser en­ten­di­da não ape­nas como uma al­te­ra­ção de for­ma­to, mas como um pro­ces­so de in­te­ro­pe­ra­bi­li­da­de entre sis­te­mas. É pre­ci­sa­men­te esse o prin­cí­pio do EDI: per­mi­tir que os dados co­mer­ci­ais cir­cu­lem entre or­ga­ni­za­ções num for­ma­to es­tru­tu­ra­do e in­ter­pre­tá­vel au­to­ma­ti­ca­men­te pelos sis­te­mas de ambas as par­tes.

Faturação eletrónica obrigatória: o que muda a 1 de janeiro de 2027

Para as em­pre­sas que for­ne­cem o Es­ta­do, 1 de ja­nei­ro de 2027 é uma data crí­ti­ca. A im­ple­men­ta­ção da fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca nos con­tra­tos pú­bli­cos re­sul­ta do en­qua­dra­men­to cri­a­do pelo Có­di­go dos Con­tra­tos Pú­bli­cos e pelo Decreto-Lei n.º 123/2018, tendo sido su­ces­si­va­men­te de­fi­ni­da e pror­ro­ga­da a sua apli­ca­ção às di­fe­ren­tes ca­te­go­ri­as de for­ne­ce­do­res.

As gran­des em­pre­sas encontram-se abran­gi­das pela obri­ga­ção de emis­são de fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca no âm­bi­to dos con­tra­tos pú­bli­cos desde 1 de ja­nei­ro de 2021. Para as micro, pe­que­nas e mé­di­as em­pre­sas e para as en­ti­da­des pú­bli­cas en­quan­to co­con­tra­tan­tes, a eSPap iden­ti­fi­ca atu­al­men­te 1 de ja­nei­ro de 2027 como a data a par­tir da qual terão de emi­tir do­cu­men­tos de fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca.

Isto tem uma con­sequên­cia prá­ti­ca im­por­tan­te. No re­la­ci­o­na­men­to com a Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca, uma ver­da­dei­ra fa­tu­ra ele­tró­ni­ca é um do­cu­men­to de dados es­tru­tu­ra­dos, pre­pa­ra­do para pro­ces­sa­men­to au­to­má­ti­co. Em Por­tu­gal, o mo­de­lo na­ci­o­nal é o CIUS-PT, de­sen­vol­vi­do em con­for­mi­da­de com a norma eu­ro­peia EN 16931.

Exis­te, pa­ra­le­la­men­te, outra al­te­ra­ção re­le­van­te. O Or­ça­men­to do Es­ta­do para 2026 de­ter­mi­na que, até 31 de de­zem­bro de 2026, as fa­tu­ras em fi­chei­ro PDF con­ti­nu­am a ser con­si­de­ra­das fa­tu­ras ele­tró­ni­cas para efei­tos da le­gis­la­ção fis­cal. Ter­mi­na­do esse re­gi­me tran­si­tó­rio, deixa de exis­tir essa equi­pa­ra­ção au­to­má­ti­ca do PDF sim­ples.

Por isso, pre­pa­rar 2027 não deve sig­ni­fi­car en­con­trar uma forma di­fe­ren­te de en­vi­ar PDFs. Deve sig­ni­fi­car pre­pa­rar sis­te­mas e pro­ces­sos para uma fa­tu­ra­ção ver­da­dei­ra­men­te di­gi­tal, es­tru­tu­ra­da e in­te­gra­da.

Para quem faz sentido implementar faturação eletrónica e EDI?

O pri­mei­ro grupo é evi­den­te: em­pre­sas for­ne­ce­do­ras da Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca. Se uma em­pre­sa tra­ba­lha com mi­nis­té­ri­os, ins­ti­tu­tos pú­bli­cos, mu­ni­cí­pi­os, hos­pi­tais, uni­ver­si­da­des ou ou­tras en­ti­da­des abran­gi­das pelo Có­di­go dos Con­tra­tos Pú­bli­cos, a pre­pa­ra­ção para 2027 deve co­me­çar antes de a obri­ga­ção en­trar em vigor.

Mas o âm­bi­to do EDI é muito mais vasto. Na gran­de dis­tri­bui­ção e re­ta­lho, na in­dús­tria au­to­mó­vel, na in­dús­tria far­ma­cêu­ti­ca e nou­tras ca­dei­as de for­ne­ci­men­to com ele­va­dos vo­lu­mes de tran­sa­ções, a uti­li­za­ção de EDI é fre­quen­te­men­te um re­qui­si­to ope­ra­ci­o­nal ou co­mer­ci­al entre for­ne­ce­do­res e cli­en­tes.

Nes­tes con­tex­tos, o be­ne­fí­cio já não está ape­nas no cum­pri­men­to legal. Está em eli­mi­nar in­tro­du­ção ma­nu­al de dados, re­du­zir erros, ace­le­rar o pro­ces­sa­men­to do­cu­men­tal, me­lho­rar a ras­tre­a­bi­li­da­de e per­mi­tir que en­co­men­das, fa­tu­ras, notas de cré­di­to e ou­tros do­cu­men­tos sejam pro­ces­sa­dos entre sis­te­mas.

Cegid Yet e Cegid Primavera: faturação eletrónica integrada no ERP

É aqui que a ar­qui­te­tu­ra tec­no­ló­gi­ca passa a fazer di­fe­ren­ça. O Cegid Yet pode in­te­grar com di­fe­ren­tes sis­te­mas de ges­tão. A pró­pria Cegid re­fe­re ex­pli­ci­ta­men­te a pos­si­bi­li­da­de de in­te­gra­ção com qual­quer ERP, per­mi­tin­do au­to­ma­ti­zar o fluxo de do­cu­men­ta­ção co­mer­ci­al. Para or­ga­ni­za­ções que uti­li­zam o Cegid Primavera, a in­te­gra­ção ganha uma re­le­vân­cia adi­ci­o­nal.

A fa­tu­ra pode nas­cer no ERP, ser trans­for­ma­da para o for­ma­to ne­ces­sá­rio, trans­mi­ti­da ele­tro­ni­ca­men­te, acom­pa­nha­da ao longo do cir­cui­to e pro­ces­sa­da sem criar sis­te­mas pa­ra­le­los ou obri­gar a du­pli­ca­ção de in­for­ma­ção.

Na key.value, abor­da­mos este tipo de pro­je­to com co­nhe­ci­men­to trans­ver­sal do ecos­sis­te­ma Cegid. En­quan­to Cegid Platinum Partner, reu­ni­mos com­pe­tên­ci­as de im­ple­men­ta­ção e su­por­te em Cegid Primavera ERP, Cegid Yet, in­te­gra­ção apli­ca­ci­o­nal e de­sen­vol­vi­men­to pró­prio.

Isto é es­pe­ci­al­men­te im­por­tan­te por­que um pro­je­to de fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca não ter­mi­na quan­do se con­se­gue en­vi­ar a pri­mei­ra fa­tu­ra. É ne­ces­sá­rio pa­ra­me­tri­zar o ERP, ma­pe­ar dados, con­fi­gu­rar os flu­xos, tes­tar do­cu­men­tos e en­ti­da­des re­ce­to­ras, tra­tar ex­ce­ções, acom­pa­nhar a en­tra­da em pro­du­ção e ga­ran­tir su­por­te pos­te­ri­or.

Cegid Yet + COGNIO®: da obrigação legal à contabilização automática

Exis­te ainda uma opor­tu­ni­da­de de ir além da fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca. O Cegid Yet as­se­gu­ra o cir­cui­to legal e tran­sa­ci­o­nal - emis­são, trans­mis­são, re­ce­ção e ma­pe­a­men­to dos do­cu­men­tos fis­cais es­tru­tu­ra­dos. O COGNIO® in­ter­pre­ta, va­li­da e lança au­to­ma­ti­ca­men­te no ERP os do­cu­men­tos re­ce­bi­dos.

São duas ca­ma­das di­fe­ren­tes e com­ple­men­ta­res. O Cegid Yet as­se­gu­ra que o do­cu­men­to cir­cu­la cor­re­ta­men­te entre or­ga­ni­za­ções e sis­te­mas. O COGNIO® atua sobre os do­cu­men­tos re­ce­bi­dos e sobre o pro­ces­so ad­mi­nis­tra­ti­vo as­so­ci­a­do: re­co­lhe in­for­ma­ção, in­ter­pre­ta os dados, valida-os e pre­pa­ra ou exe­cu­ta o res­pe­ti­vo lan­ça­men­to no ERP.

Jun­tos, per­mi­tem fe­char o ciclo da fa­tu­ra de ponta a ponta: da obri­ga­ção legal à con­ta­bi­li­za­ção au­to­má­ti­ca, po­den­do os do­cu­men­tos que cum­prem as re­gras de­fi­ni­das avan­çar sem in­ter­ven­ção hu­ma­na e sendo as ex­ce­ções en­ca­mi­nha­das para va­li­da­ção. É aqui que a fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca deixa de ser ape­nas com­pli­an­ce e passa a ser au­to­ma­ção de pro­ces­sos.

Experiência aplicada a contextos reais

A ca­pa­ci­da­de de im­ple­men­ta­ção da key.value re­sul­ta tam­bém do tra­ba­lho de­sen­vol­vi­do em or­ga­ni­za­ções com di­fe­ren­tes re­a­li­da­des ope­ra­ci­o­nais. Na Porminho, o Cegid Yet faz parte de um ecos­sis­te­ma tec­no­ló­gi­co que in­te­gra Cegid Primavera ERP e ou­tras so­lu­ções Cegid, com acom­pa­nha­men­to e su­por­te da key.value.

Quinta do Vallado, COTEC e APCER cons­ti­tu­em igual­men­te re­fe­rên­ci­as da ex­pe­ri­ên­cia da key.value em pro­je­tos li­ga­dos ao ecos­sis­te­ma Cegid e à di­gi­ta­li­za­ção de pro­ces­sos em­pre­sa­ri­ais. O de­no­mi­na­dor comum é o mesmo: a tec­no­lo­gia tem de estar in­te­gra­da com o pro­ces­so de ne­gó­cio para pro­du­zir re­sul­ta­do.

Perguntas frequentes sobre faturação eletrónica e o Cegid Yet

A faturação eletrónica é obrigatória para quem e a partir de quando?

No âm­bi­to dos con­tra­tos pú­bli­cos, as gran­des em­pre­sas estão abran­gi­das desde 1 de ja­nei­ro de 2021. Se­gun­do a eSPap, as micro, pe­que­nas e mé­di­as em­pre­sas for­ne­ce­do­ras da Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca ficam abran­gi­das a par­tir de 1 de ja­nei­ro de 2027.

O que é o formato CIUS-PT?

O CIUS-PT é o mo­de­lo na­ci­o­nal de dados se­mân­ti­cos para a fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca na Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca por­tu­gue­sa, de­sen­vol­vi­do com base na norma eu­ro­peia EN 16931. Per­mi­te trans­mi­tir fa­tu­ras e ou­tros do­cu­men­tos es­tru­tu­ra­dos de forma in­te­ro­pe­rá­vel e pro­ces­sá­vel au­to­ma­ti­ca­men­te pelos sis­te­mas.

O que muda nas faturas em PDF em 2027?

Até 31 de de­zem­bro de 2026, a le­gis­la­ção man­tém a acei­ta­ção de fa­tu­ras em PDF como fa­tu­ras ele­tró­ni­cas para efei­tos fis­cais. A par­tir de 2027 ter­mi­na esse re­gi­me tran­si­tó­rio do PDF sim­ples, pas­san­do a aplicar-se in­te­gral­men­te os re­qui­si­tos de au­ten­ti­ci­da­de e in­te­gri­da­de pre­vis­tos para os do­cu­men­tos ele­tró­ni­cos. No con­tex­to da con­tra­ta­ção pú­bli­ca, um PDF não subs­ti­tui a fa­tu­ra ele­tró­ni­ca es­tru­tu­ra­da CIUS-PT.

O Cegid Yet integra apenas com o Cegid Primavera?

Não. O Cegid Yet foi con­ce­bi­do para in­te­grar com di­fe­ren­tes softwa­res de ges­tão. A Cegid re­fe­re ex­pres­sa­men­te a in­te­gra­ção com qual­quer ERP, per­mi­tin­do au­to­ma­ti­zar os flu­xos de envio, re­ce­ção, pro­ces­sa­men­to e ar­qui­vo de do­cu­men­ta­ção.

E se a empresa já utiliza o Cegid Primavera?

Nesse ce­ná­rio exis­te uma opor­tu­ni­da­de clara para in­te­grar o pro­ces­so de fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca no pró­prio ecos­sis­te­ma de ges­tão. A key.value pode tra­tar a im­ple­men­ta­ção do Cegid Yet, a in­te­gra­ção com o Cegid Primavera, pa­ra­me­tri­za­ção, tes­tes, en­tra­da em pro­du­ção e su­por­te, re­du­zin­do a ne­ces­si­da­de de pro­ces­sos ma­nu­ais ou sis­te­mas pa­ra­le­los.

Durante quanto tempo devem ser conservadas as faturas?

A regra geral pre­vis­ta no ar­ti­go 19.º do Decreto-Lei n.º 28/2019 é a con­ser­va­ção dos li­vros, re­gis­tos e res­pe­ti­vos do­cu­men­tos de su­por­te du­ran­te 10 anos, salvo quan­do re­sul­te outro prazo de dis­po­si­ção es­pe­ci­al. O Cegid Yet con­tem­pla o ar­qui­vo di­gi­tal dos do­cu­men­tos pelo pe­río­do le­gal­men­te exi­gi­do.

2027 começa antes de 2027

Para uma em­pre­sa que for­ne­ce a Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca, es­pe­rar por ja­nei­ro de 2027 para tra­tar da fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca é trans­for­mar uma obri­ga­ção pre­vi­sí­vel num pro­je­to ur­gen­te. É ne­ces­sá­rio ana­li­sar o ERP, os dados, os cli­en­tes abran­gi­dos, os for­ma­tos, os flu­xos de envio e re­ce­ção, as in­te­gra­ções e os tes­tes ne­ces­sá­ri­os.

E há uma opor­tu­ni­da­de maior. Se é ne­ces­sá­rio al­te­rar o pro­ces­so para cum­prir a lei, faz sen­ti­do apro­vei­tar essa trans­for­ma­ção para eli­mi­nar ta­re­fas ma­nu­ais, in­te­grar sis­te­mas e au­to­ma­ti­zar todo o ciclo do­cu­men­tal.

Na key.value, im­ple­men­ta­mos e su­por­ta­mos Cegid Primavera, Cegid Yet e so­lu­ções de au­to­ma­ção do­cu­men­tal, per­mi­tin­do abor­dar a fa­tu­ra­ção ele­tró­ni­ca como aqui­lo que re­al­men­te deve ser: não ape­nas uma obri­ga­ção legal, mas uma opor­tu­ni­da­de para tor­nar o pro­ces­so mais rá­pi­do, in­te­gra­do e efi­ci­en­te.

A sua em­pre­sa for­ne­ce a Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca ou ne­ces­si­ta de au­to­ma­ti­zar pro­ces­sos EDI com cli­en­tes e for­ne­ce­do­res? Fale com a key.value para ava­li­ar­mos o ce­ná­rio atual e pre­pa­rar a ar­qui­te­tu­ra ade­qua­da para 2027.

A key.value im­ple­men­ta o Cegid Yet in­te­gra­do no Cegid Primavera - e, com o COGNIO®, fecha o ciclo da fa­tu­ra da obri­ga­ção legal à con­ta­bi­li­za­ção au­to­má­ti­ca.

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Manutenção & Ativos · CMMS

Cegid Valuekeep: gestão de manutenção e ativos integrada no ERP Cegid

Setembro 2026 · 6 min de leitura · key.value

Gerir ma­nu­ten­ção não é ape­nas re­pa­rar equi­pa­men­tos quan­do surge uma ava­ria. É saber que ati­vos exis­tem, onde estão, em que es­ta­do se en­con­tram, que in­ter­ven­ções foram re­a­li­za­das, quais estão pre­vis­tas, quan­to custa man­ter cada equi­pa­men­to e que im­pac­to uma pa­ra­gem pode ter na ope­ra­ção.

À me­di­da que o nú­me­ro de ati­vos, ins­ta­la­ções, equi­pas téc­ni­cas ou in­ter­ven­ções au­men­ta, gerir estes pro­ces­sos atra­vés de fo­lhas Excel, e-mails, do­cu­men­tos dis­per­sos ou co­nhe­ci­men­to in­di­vi­du­al deixa de ser ape­nas pouco efi­ci­en­te. Passa a re­pre­sen­tar um risco ope­ra­ci­o­nal. É pre­ci­sa­men­te neste con­tex­to que um CMMS - Com­pu­ter­ized Main­te­nance Ma­na­ge­ment Sys­tem - as­su­me re­le­vân­cia.

O Cegid Valuekeep é uma pla­ta­for­ma de ges­tão de ma­nu­ten­ção e ati­vos que cen­tra­li­za in­for­ma­ção sobre equi­pa­men­tos, pla­nos de ma­nu­ten­ção, or­dens de tra­ba­lho, re­cur­sos, peças, cus­tos e his­tó­ri­co de in­ter­ven­ções, per­mi­tin­do acom­pa­nhar a ope­ra­ção de ma­nu­ten­ção em tempo real.

O que é o Cegid Valuekeep?

O Cegid Valuekeep é um CMMS de­sen­vol­vi­do para su­por­tar a ges­tão do ciclo de vida dos ati­vos e dos pro­ces­sos as­so­ci­a­dos à sua ma­nu­ten­ção. A ló­gi­ca é sim­ples: subs­ti­tuir in­for­ma­ção dis­per­sa e pro­ces­sos pre­do­mi­nan­te­men­te re­a­ti­vos por uma ges­tão es­tru­tu­ra­da, ras­treá­vel e su­por­ta­da em dados.

A or­ga­ni­za­ção passa a poder man­ter um ca­das­tro cen­tra­li­za­do dos seus ati­vos, pro­gra­mar ma­nu­ten­ção pre­ven­ti­va, gerir pe­di­dos e or­dens de tra­ba­lho, acom­pa­nhar in­ter­ven­ções re­a­li­za­das pelas equi­pas téc­ni­cas ou por pres­ta­do­res ex­ter­nos e ana­li­sar cus­tos e his­tó­ri­co de cada equi­pa­men­to.

A com­po­nen­te móvel per­mi­te ainda que ocor­rên­ci­as, pe­di­dos e tra­ba­lhos pos­sam ser re­gis­ta­dos di­re­ta­men­te no ter­re­no, re­du­zin­do o in­ter­va­lo entre aqui­lo que acon­te­ce ope­ra­ci­o­nal­men­te e aqui­lo que fica re­gis­ta­do no sis­te­ma. Mais do que di­gi­ta­li­zar fi­chas de ma­nu­ten­ção, trata-se de criar um sis­te­ma ope­ra­ci­o­nal para a ma­nu­ten­ção.

Quando faz sentido implementar um CMMS?

Nem todas as or­ga­ni­za­ções ne­ces­si­tam do mesmo nível de so­fis­ti­ca­ção na ges­tão da ma­nu­ten­ção. Mas há si­nais cla­ros de que de­pen­der de Excel, papel, e-mail ou co­nhe­ci­men­to in­di­vi­du­al co­me­ça a li­mi­tar a ope­ra­ção:

  • exis­tên­cia de um par­que re­le­van­te de má­qui­nas, equi­pa­men­tos, edi­fí­ci­os ou ou­tras in­fra­es­tru­tu­ras;
  • ele­va­da frequên­cia de ma­nu­ten­ção pre­ven­ti­va ou cor­re­ti­va;
  • di­fi­cul­da­de em co­nhe­cer o his­tó­ri­co com­ple­to de cada ativo;
  • equi­pas téc­ni­cas ou pres­ta­do­res ex­ter­nos a tra­ba­lhar em di­fe­ren­tes lo­cais;
  • fa­lhas na pro­gra­ma­ção e acom­pa­nha­men­to das in­ter­ven­ções;
  • pouca vi­si­bi­li­da­de sobre tem­pos de pa­ra­gem, cus­tos, peças uti­li­za­das ou de­sem­pe­nho da ma­nu­ten­ção.

Nes­tes ce­ná­ri­os, o ob­je­ti­vo de um CMMS não é sim­ples­men­te ter softwa­re. É pas­sar de uma ma­nu­ten­ção pre­do­mi­nan­te­men­te re­a­ti­va para uma ges­tão pla­ne­a­da, men­su­rá­vel e pro­gres­si­va­men­te mais pre­ven­ti­va.

A pró­pria experiência documentada pela Cegid em or­ga­ni­za­ções com cen­te­nas de equi­pa­men­tos mos­tra ga­nhos as­so­ci­a­dos à cen­tra­li­za­ção da in­for­ma­ção, des­ma­te­ri­a­li­za­ção, re­gis­to em tempo real e me­lho­ria do pla­ne­a­men­to da ma­nu­ten­ção pre­ven­ti­va.

O verdadeiro valor está na informação sobre cada ativo

Uma de­ci­são sobre re­pa­rar, subs­ti­tuir ou con­ti­nu­ar a ope­rar um equi­pa­men­to não de­ve­ria de­pen­der ape­nas da per­ce­ção de quem o co­nhe­ce me­lhor. De­ve­ria poder res­pon­der ob­je­ti­va­men­te a ques­tões como:

  • Quan­to cus­tou man­ter este ativo no úl­ti­mo ano?
  • Quan­tas ava­ri­as ocor­re­ram?
  • Quan­to tempo es­te­ve in­dis­po­ní­vel?
  • Que peças e re­cur­sos foram con­su­mi­dos?
  • Que in­ter­ven­ções pre­ven­ti­vas estão pre­vis­tas?
  • Exis­te uma ten­dên­cia de au­men­to dos cus­tos ou da frequên­cia das fa­lhas?

É aqui que a uti­li­za­ção de um CMMS como o Cegid Valuekeep al­te­ra a qua­li­da­de da ges­tão. O his­tó­ri­co deixa de estar dis­per­so entre pes­so­as e do­cu­men­tos e passa a cons­ti­tuir in­for­ma­ção es­tru­tu­ra­da para apoi­ar de­ci­sões ope­ra­ci­o­nais e de in­ves­ti­men­to.

Cegid Valuekeep e Cegid Primavera: quando CMMS e ERP trabalham em conjunto

Para uma or­ga­ni­za­ção que uti­li­za o Cegid Primavera, exis­te um se­gun­do nível de valor: in­te­grar a ges­tão da ma­nu­ten­ção no ecos­sis­te­ma de ges­tão em­pre­sa­ri­al. O ERP e o CMMS cum­prem fun­ções di­fe­ren­tes: o Cegid Primavera su­por­ta pro­ces­sos cen­trais de ges­tão fi­nan­cei­ra, co­mer­ci­al, lo­gís­ti­ca e em­pre­sa­ri­al; o Cegid Valuekeep especializa-se na ges­tão dos ati­vos e da ope­ra­ção de ma­nu­ten­ção.

A ar­qui­te­tu­ra cor­re­ta não con­sis­te em ten­tar fazer com que um sis­te­ma subs­ti­tua o outro. Con­sis­te em eli­mi­nar ilhas de in­for­ma­ção entre ambos.

A Cegid dis­po­ni­bi­li­za me­ca­nis­mos es­pe­cí­fi­cos de in­te­gra­ção entre Cegid Primavera e Valuekeep atra­vés do Valuekeep Integrator, exis­tin­do do­cu­men­ta­ção téc­ni­ca para in­te­gra­ção com o ERP Primavera V10, con­fi­gu­ra­ção de pi­pe­li­nes e sin­cro­ni­za­ção de dados entre os sis­te­mas. O Valuekeep pode igual­men­te co­mu­ni­car com ou­tros sis­te­mas atra­vés de Web API.

Esta in­te­gra­ção é par­ti­cu­lar­men­te re­le­van­te por­que per­mi­te pen­sar a ma­nu­ten­ção não como um pro­ces­so iso­la­do do de­par­ta­men­to téc­ni­co, mas como parte do sis­te­ma glo­bal de ges­tão da or­ga­ni­za­ção. ERP e CMMS dei­xam de re­pre­sen­tar duas fon­tes in­de­pen­den­tes de in­for­ma­ção e pas­sam a in­te­grar o mesmo ecos­sis­te­ma ope­ra­ci­o­nal.

Porminho: um ecossistema Cegid integrado na operação

A in­te­gra­ção entre di­fe­ren­tes so­lu­ções ganha par­ti­cu­lar re­le­vân­cia quan­do deixa de ser ape­nas uma pos­si­bi­li­da­de tec­no­ló­gi­ca e passa a su­por­tar pro­ces­sos reais de ne­gó­cio. É o caso da Porminho, que con­fia na key.value para su­por­tar pro­ces­sos es­sen­ci­ais da sua ope­ra­ção atra­vés de um ecos­sis­te­ma Cegid in­te­gra­do, que in­clui Cegid Primavera ERP, Cegid Yet e Cegid Valuekeep. A com­po­nen­te tec­no­ló­gi­ca é com­ple­men­ta­da por su­por­te con­tí­nuo, ga­ran­tin­do acom­pa­nha­men­to trans­ver­sal das so­lu­ções que sus­ten­tam a ope­ra­ção.

Este é tam­bém o prin­cí­pio que de­fen­de­mos na key.value: o ver­da­dei­ro valor não está em acu­mu­lar apli­ca­ções. Está em cons­truir uma ar­qui­te­tu­ra em que as apli­ca­ções cer­tas par­ti­lham in­for­ma­ção e su­por­tam, em con­jun­to, os pro­ces­sos da or­ga­ni­za­ção.

Como implementamos o Cegid Valuekeep na key.value

Im­ple­men­tar um CMMS não deve co­me­çar pela pa­ra­me­tri­za­ção do softwa­re. Deve co­me­çar pela ope­ra­ção. É ne­ces­sá­rio per­ce­ber que ati­vos exis­tem, como estão clas­si­fi­ca­dos, quem é res­pon­sá­vel por cada pro­ces­so, que pla­nos de ma­nu­ten­ção estão de­fi­ni­dos, como são tra­ta­das as ocor­rên­ci­as, que in­for­ma­ção deve cir­cu­lar entre o Valuekeep e o ERP e que in­di­ca­do­res devem su­por­tar a ges­tão.

En­quan­to Cegid Platinum Partner, a key.value com­bi­na com­pe­tên­ci­as no ecos­sis­te­ma Cegid Primavera ERP com ca­pa­ci­da­de de im­ple­men­ta­ção, in­te­gra­ção apli­ca­ci­o­nal, de­sen­vol­vi­men­to e su­por­te. Isto per­mi­te abor­dar pro­je­tos Cegid Valuekeep numa pers­pe­ti­va trans­ver­sal: le­van­ta­men­to e de­se­nho dos pro­ces­sos, or­ga­ni­za­ção dos dados mes­tre, con­fi­gu­ra­ção da so­lu­ção, in­te­gra­ção com o Cegid Primavera, pre­pa­ra­ção dos uti­li­za­do­res, en­tra­da em pro­du­ção e su­por­te pos­te­ri­or.

Por­que im­ple­men­tar tec­no­lo­gia é ape­nas uma parte do pro­je­to. O ob­je­ti­vo deve ser ga­ran­tir que, de­pois do go-live, a or­ga­ni­za­ção tem mais con­tro­lo sobre os ati­vos, me­lhor pla­ne­a­men­to, maior ras­tre­a­bi­li­da­de e in­for­ma­ção mais fiá­vel para de­ci­dir.

Perguntas frequentes sobre o Cegid Valuekeep

O que é o Cegid Valuekeep?

O Cegid Valuekeep é um CMMS - Com­pu­ter­ized Main­te­nance Ma­na­ge­ment Sys­tem - des­ti­na­do à ges­tão da ma­nu­ten­ção de equi­pa­men­tos, ins­ta­la­ções e ou­tros ati­vos. Per­mi­te cen­tra­li­zar ati­vos, pla­nos pre­ven­ti­vos, ocor­rên­ci­as, or­dens de tra­ba­lho, re­cur­sos, in­ven­tá­rio, cus­tos e his­tó­ri­co de ma­nu­ten­ção.

O Cegid Valuekeep integra com o Cegid Primavera?

Sim. A Cegid dis­po­ni­bi­li­za fer­ra­men­tas es­pe­cí­fi­cas para in­te­gra­ção entre o Valuekeep e o Cegid Primavera, no­me­a­da­men­te atra­vés do Valuekeep Integrator e de com­po­nen­tes de in­te­gra­ção com o ERP Primavera V10.

Qual é a diferença entre um ERP e um CMMS?

Um ERP gere pro­ces­sos em­pre­sa­ri­ais trans­ver­sais, como fi­nan­ças, co­mer­ci­al, lo­gís­ti­ca ou com­pras. Um CMMS especializa-se na ges­tão dos ati­vos e da ma­nu­ten­ção. Numa ar­qui­te­tu­ra in­te­gra­da, os dois sis­te­mas complementam-se em vez de se subs­ti­tuí­rem.

Que empresas podem beneficiar do Valuekeep?

Or­ga­ni­za­ções com equi­pa­men­tos, má­qui­nas, edi­fí­ci­os ou in­fra­es­tru­tu­ras cuja dis­po­ni­bi­li­da­de e ma­nu­ten­ção te­nham im­pac­to na ope­ra­ção. In­dús­tria, agro­a­li­men­tar, fa­ci­li­ti­es, ener­gia, ser­vi­ços téc­ni­cos e or­ga­ni­za­ções com par­ques re­le­van­tes de ati­vos são exem­plos de con­tex­tos onde um CMMS pode gerar maior valor.

Um CMMS serve apenas para manutenção preventiva?

Não. Um CMMS su­por­ta si­mul­ta­ne­a­men­te ma­nu­ten­ção pre­ven­ti­va e cor­re­ti­va, per­mi­tin­do pro­gra­mar in­ter­ven­ções, re­ce­ber ocor­rên­ci­as, criar e acom­pa­nhar or­dens de tra­ba­lho e man­ter o his­tó­ri­co as­so­ci­a­do a cada ativo.

O Cegid Valuekeep tem componente móvel?

Sim. A com­po­nen­te mó­vel per­mi­te re­gis­tar ocor­rên­ci­as, pe­di­dos e tra­ba­lhos di­re­ta­men­te no ter­re­no, re­du­zin­do o in­ter­va­lo en­tre aqui­lo que acon­te­ce na ope­ra­ção e aqui­lo que fica re­gis­ta­do no sis­te­ma.

Quem implementa Cegid Valuekeep em Portugal?

A key.value im­ple­men­ta e su­por­ta so­lu­ções do ecos­sis­te­ma Cegid, in­cluin­do Cegid Primavera ERP e Cegid Valuekeep, acres­cen­tan­do ca­pa­ci­da­de de in­te­gra­ção e de­sen­vol­vi­men­to atra­vés da sua pró­pria equi­pa téc­ni­ca.

Da manutenção reativa para uma operação controlada

O prin­ci­pal ar­gu­men­to para im­ple­men­tar um CMMS não é tec­no­ló­gi­co. É eco­nó­mi­co e ope­ra­ci­o­nal. Quan­to custa uma pa­ra­gem não pla­ne­a­da? Quan­to tempo é gasto a pro­cu­rar in­for­ma­ção? Quan­tas de­ci­sões de ma­nu­ten­ção são to­ma­das sem co­nhe­cer o custo acu­mu­la­do do ativo? Quan­to co­nhe­ci­men­to crí­ti­co con­ti­nua de­pen­den­te de uma pes­soa, de uma folha Excel ou de um con­jun­to de e-mails?

O Cegid Valuekeep, so­bre­tu­do quan­do in­te­gra­do com o Cegid Primavera, per­mi­te trans­for­mar a ma­nu­ten­ção numa fun­ção mais es­tru­tu­ra­da, ras­treá­vel e ori­en­ta­da por dados. Na key.value, o nosso papel é ga­ran­tir que essa trans­for­ma­ção não ter­mi­na na ins­ta­la­ção do softwa­re. Co­me­ça no pro­ces­so, passa pela in­te­gra­ção e con­ti­nua no su­por­te à ope­ra­ção.

Se a sua or­ga­ni­za­ção uti­li­za o Cegid Primavera e pre­ten­de pro­fis­si­o­na­li­zar a ges­tão da ma­nu­ten­ção e dos ati­vos, fale com a key.value. Po­de­mos ana­li­sar o ce­ná­rio atual, a ar­qui­te­tu­ra de in­te­gra­ção e a ade­qua­ção do Cegid Valuekeep à ope­ra­ção.

A key.value im­ple­men­ta o Cegid Valuekeep in­te­gra­do no ecos­sis­te­ma Cegid Primavera - Cegid Platinum Partner, com equi­pa pró­pria de in­te­gra­ção e su­por­te.

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Gestão Documental · IA

Gestão Documental: o que é, vantagens e como transformar documentos em processos inteligentes

Outubro 2026 · 13 min de leitura · key.value

Numa em­pre­sa, a in­for­ma­ção de­ve­ria ace­le­rar de­ci­sões. Mas, de­ma­si­a­das ve­zes, acon­te­ce pre­ci­sa­men­te o con­trá­rio: fa­tu­ras que aguar­dam apro­va­ção, con­tra­tos es­pa­lha­dos por di­fe­ren­tes pas­tas, do­cu­men­tos en­vi­a­dos por e-mail sem con­tro­lo de ver­sões, pro­ces­sos que de­pen­dem de uma pes­soa para avan­çar e in­for­ma­ção que exis­te, mas que nin­guém con­se­gue en­con­trar quan­do re­al­men­te pre­ci­sa dela.

Es­tes pro­ble­mas têm uma ori­gem co­mum: as or­ga­ni­za­ções di­gi­ta­li­za­ram mui­tos dos seus do­cu­men­tos, mas nem sem­pre di­gi­ta­li­za­ram a for­ma como tra­ba­lham com eles. É pre­ci­sa­men­te aqui que a ges­tão do­cu­men­tal as­su­me um pa­pel es­tra­té­gi­co.

Hoje, um sis­te­ma de ges­tão do­cu­men­tal vai mui­to além do ar­ma­ze­na­men­to de fi­chei­ros. Per­mi­te es­tru­tu­rar in­for­ma­ção, con­tro­lar aces­sos, au­to­ma­ti­zar pro­ces­sos, acom­pa­nhar res­pon­sa­bi­li­da­des e in­te­grar do­cu­men­tos nos sis­te­mas de ges­tão da or­ga­ni­za­ção. E, com a evo­lu­ção da in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al, a in­for­ma­ção do­cu­men­tal co­me­ça tam­bém a trans­for­mar-se numa fon­te de co­nhe­ci­men­to ope­ra­ci­o­nal, aces­sí­vel e uti­li­zá­vel.

O que é a Gestão Documental?

A ges­tão do­cu­men­tal é o con­jun­to de pro­ces­sos, re­gras e tec­no­lo­gi­as uti­li­za­dos para cap­tu­rar, clas­si­fi­car, or­ga­ni­zar, ar­ma­ze­nar, pes­qui­sar, pro­te­ger e ge­rir do­cu­men­tos ao lon­go do seu ci­clo de vida.

Um softwa­re de ges­tão do­cu­men­tal cen­tra­li­za a in­for­ma­ção e per­mi­te con­tro­lar quem pode ace­der a cada do­cu­men­to, que ver­sões exis­tem, quais os pro­ces­sos as­so­ci­a­dos e que ações fo­ram re­a­li­za­das. Numa or­ga­ni­za­ção, esta ges­tão pode abran­ger do­cu­men­tos tão di­fe­ren­tes como:

  • fa­tu­ras, no­tas de cré­di­to e ou­tros do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros;
  • con­tra­tos com cli­en­tes, for­ne­ce­do­res e co­la­bo­ra­do­res;
  • pro­pos­tas co­mer­ci­ais, en­co­men­das e do­cu­men­ta­ção de com­pras;
  • cor­res­pon­dên­cia, e-mails e co­mu­ni­ca­ções ins­ti­tu­ci­o­nais;
  • pro­ces­sos ad­mi­nis­tra­ti­vos e do­cu­men­ta­ção de re­cur­sos hu­ma­nos;
  • re­la­tó­ri­os, atas, pa­re­ce­res e do­cu­men­tos téc­ni­cos;
  • do­cu­men­ta­ção le­gal, re­gu­la­men­tar e de au­di­to­ria.

O ob­je­ti­vo não é sim­ples­men­te subs­ti­tuir pa­pel por fi­chei­ros di­gi­tais. É ga­ran­tir que cada do­cu­men­to está dis­po­ní­vel, pro­te­gi­do, atu­a­li­za­do e in­te­gra­do no pro­ces­so de ne­gó­cio a que per­ten­ce.

Digitalizar documentos não é o mesmo que implementar Gestão Documental

Mui­tas or­ga­ni­za­ções con­si­de­ram que já pos­su­em um sis­te­ma de ges­tão do­cu­men­tal por­que uti­li­zam pas­tas par­ti­lha­das, ser­vi­ços de ar­ma­ze­na­men­to na cloud ou apli­ca­ções de co­la­bo­ra­ção. Es­tas fer­ra­men­tas são úteis. Mas guar­dar fi­chei­ros e ge­rir o seu ci­clo de vida são ne­ces­si­da­des di­fe­ren­tes.

Uma pas­ta par­ti­lha­da per­mi­te ar­ma­ze­nar um con­tra­to. Um sis­te­ma de ges­tão do­cu­men­tal pode per­mi­tir iden­ti­fi­car a sua ver­são em vi­gor, con­tro­lar per­mis­sões, acom­pa­nhar apro­va­ções, aler­tar para a re­no­va­ção e man­ter o his­tó­ri­co das ações re­a­li­za­das.

O mes­mo acon­te­ce com uma fa­tu­ra. Di­gi­ta­li­zar a fa­tu­ra trans­for­ma o pa­pel num fi­chei­ro. Im­ple­men­tar um pro­ces­so do­cu­men­tal per­mi­te en­ca­mi­nhá-la para va­li­da­ção, as­so­ciá-la ao for­ne­ce­dor, con­tro­lar a apro­va­ção e dis­po­ni­bi­li­zar a in­for­ma­ção ao ERP.

A ver­da­dei­ra trans­for­ma­ção di­gi­tal acon­te­ce quan­do o do­cu­men­to dei­xa de ser um fi­chei­ro iso­la­do e pas­sa a in­te­grar um pro­ces­so es­tru­tu­ra­do, ras­treá­vel e con­tro­la­do.

Porque é que a Gestão Documental se tornou essencial para as organizações?

À me­di­da que as em­pre­sas cres­cem, au­men­ta tam­bém a com­ple­xi­da­de da in­for­ma­ção que pro­du­zem e re­ce­bem. Mais cli­en­tes sig­ni­fi­cam mais con­tra­tos. Mais for­ne­ce­do­res re­pre­sen­tam mais do­cu­men­tos de com­pras. Mais co­la­bo­ra­do­res im­pli­cam mais pro­ces­sos ad­mi­nis­tra­ti­vos. E quan­to mai­or é a or­ga­ni­za­ção, mai­or ten­de a ser a ne­ces­si­da­de de co­or­de­na­ção en­tre de­par­ta­men­tos.

Sem uma ar­qui­te­tu­ra do­cu­men­tal con­sis­ten­te, esta com­ple­xi­da­de gera cus­tos que nem sem­pre apa­re­cem de for­ma evi­den­te nos in­di­ca­do­res fi­nan­cei­ros.

1. Reduzir o tempo perdido à procura de informação

Quan­do os do­cu­men­tos es­tão dis­per­sos por e-mails, com­pu­ta­do­res, pas­tas e di­fe­ren­tes apli­ca­ções, en­con­trar a in­for­ma­ção cer­ta tor­na-se uma ta­re­fa re­cor­ren­te. Um sis­te­ma de ges­tão do­cu­men­tal per­mi­te pes­qui­sar do­cu­men­tos atra­vés de me­ta­da­dos, atri­bu­tos e, quan­do su­por­ta­do, do res­pe­ti­vo con­teú­do. O re­sul­ta­do é uma re­du­ção do es­for­ço ne­ces­sá­rio para lo­ca­li­zar in­for­ma­ção e uma me­nor de­pen­dên­cia das pes­so­as que co­nhe­cem a lo­ca­li­za­ção dos fi­chei­ros.

2. Eliminar tarefas administrativas repetitivas

Gran­de par­te do tra­ba­lho do­cu­men­tal não exi­ge de­ci­sões com­ple­xas. En­ca­mi­nhar uma fa­tu­ra, so­li­ci­tar uma apro­va­ção, no­ti­fi­car um res­pon­sá­vel, atu­a­li­zar um es­ta­do ou ar­qui­var um do­cu­men­to são ta­re­fas que po­dem ser au­to­ma­ti­za­das atra­vés de work­flows. A au­to­ma­ção per­mi­te às equi­pas de­di­car me­nos tem­po à cir­cu­la­ção de in­for­ma­ção e mais tem­po à aná­li­se, à re­so­lu­ção de ex­ce­ções e à to­ma­da de de­ci­sões.

3. Aumentar a segurança e o controlo

Nem to­dos os co­la­bo­ra­do­res de­vem ter aces­so aos mes­mos do­cu­men­tos. Con­tra­tos co­mer­ci­ais, in­for­ma­ção fi­nan­cei­ra, pro­ces­sos de re­cur­sos hu­ma­nos e do­cu­men­ta­ção con­fi­den­ci­al exi­gem di­fe­ren­tes ní­veis de pro­te­ção. A ges­tão do­cu­men­tal per­mi­te es­ta­be­le­cer per­mis­sões por uti­li­za­dor, fun­ção ou gru­po, cri­an­do me­ca­nis­mos de con­tro­lo so­bre o aces­so e a uti­li­za­ção da in­for­ma­ção.

4. Garantir rastreabilidade e responsabilização

Quem apro­vou de­ter­mi­na­do do­cu­men­to? Em que data? Qual era a ver­são uti­li­za­da? Que al­te­ra­ções fo­ram re­a­li­za­das? Por­que fi­cou o pro­ces­so pen­den­te? Sem um sis­te­ma es­tru­tu­ra­do, res­pon­der a es­tas per­gun­tas pode exi­gir re­cons­truir ca­dei­as de e-mails e con­sul­tar di­fe­ren­tes apli­ca­ções. Com uma so­lu­ção de ges­tão do­cu­men­tal, as ações po­dem fi­car re­gis­ta­das e as­so­ci­a­das ao res­pe­ti­vo pro­ces­so, fa­ci­li­tan­do au­di­to­ri­as, con­tro­lo in­ter­no e su­per­vi­são ope­ra­ci­o­nal.

5. Melhorar a capacidade de decisão

A ges­tão do­cu­men­tal não deve li­mi­tar-se a or­ga­ni­zar in­for­ma­ção his­tó­ri­ca. Quan­do os do­cu­men­tos es­tão as­so­ci­a­dos a pro­ces­sos, res­pon­sá­veis, es­ta­dos e pra­zos, tor­nam-se tam­bém uma fon­te de in­di­ca­do­res ope­ra­ci­o­nais: é pos­sí­vel acom­pa­nhar pro­ces­sos pen­den­tes, iden­ti­fi­car atra­sos, ana­li­sar tem­pos de apro­va­ção e de­te­tar pon­tos de es­tran­gu­la­men­to. A in­for­ma­ção dei­xa de ser­vir ape­nas para con­sul­ta e pas­sa a apoi­ar a ges­tão.

Gestão Documental e workflows: automatizar o percurso da informação

Um dos mai­o­res ga­nhos da ges­tão do­cu­men­tal está na pos­si­bi­li­da­de de au­to­ma­ti­zar pro­ces­sos atra­vés de work­flows. Um work­flow do­cu­men­tal de­fi­ne as eta­pas, res­pon­sa­bi­li­da­des, con­di­ções e ações ne­ces­sá­ri­as para que de­ter­mi­na­do pro­ces­so avan­ce até à sua con­clu­são.

Con­si­de­re-se o pro­ces­so de apro­va­ção de uma fa­tu­ra de for­ne­ce­dor. Num mo­de­lo tra­di­ci­o­nal, a fa­tu­ra che­ga por e-mail, é en­ca­mi­nha­da para di­fe­ren­tes res­pon­sá­veis, aguar­da va­li­da­ção e aca­ba por ser in­tro­du­zi­da no ERP, fre­quen­te­men­te com vá­ri­as in­ter­ven­ções ma­nu­ais. Num mo­de­lo in­te­gra­do, o pro­ces­so pode se­guir um per­cur­so es­tru­tu­ra­do:

  1. Re­ce­ção: a fa­tu­ra en­tra atra­vés de e-mail, di­gi­ta­li­za­ção ou in­te­gra­ção com ou­tro sis­te­ma.
  2. Clas­si­fi­ca­ção: o do­cu­men­to é iden­ti­fi­ca­do e as­so­ci­a­do ao for­ne­ce­dor e ao pro­ces­so re­le­van­te.
  3. Ex­tra­ção: os da­dos ne­ces­sá­ri­os são cap­tu­ra­dos au­to­ma­ti­ca­men­te, quan­do exis­te tec­no­lo­gia ade­qua­da.
  4. Va­li­da­ção: são apli­ca­das re­gras de ne­gó­cio e ve­ri­fi­ca­das as in­for­ma­ções ne­ces­sá­ri­as.
  5. Apro­va­ção: o do­cu­men­to é en­ca­mi­nha­do para os res­pon­sá­veis de­fi­ni­dos.
  6. In­te­gra­ção: a in­for­ma­ção va­li­da­da é dis­po­ni­bi­li­za­da ao ERP, de acor­do com a in­te­gra­ção im­ple­men­ta­da.
  7. Ar­qui­vo: o do­cu­men­to e o res­pe­ti­vo his­tó­ri­co fi­cam as­so­ci­a­dos ao pro­ces­so do­cu­men­tal.

Este mo­de­lo re­duz a cir­cu­la­ção in­for­mal de do­cu­men­tos, tor­na as res­pon­sa­bi­li­da­des mais cla­ras e per­mi­te acom­pa­nhar o pro­ces­so em cada eta­pa. Se as fa­tu­ras são o pon­to de par­ti­da da sua or­ga­ni­za­ção, veja por onde começar a automatizar o processamento de faturas.

E o mes­mo mo­de­lo pode ser apli­ca­do a mui­to mais do que fa­tu­ras. Con­tra­tos, pe­di­dos de com­pra, re­cru­ta­men­to, pro­pos­tas co­mer­ci­ais, pro­ces­sos ad­mi­nis­tra­ti­vos e pe­di­dos in­ter­nos são exem­plos de ati­vi­da­des que po­dem be­ne­fi­ci­ar de work­flows do­cu­men­tais.

Gestão Documental com Inteligência Artificial: da organização à compreensão da informação

A in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al está a acres­cen­tar uma nova di­men­são à ges­tão do­cu­men­tal. Du­ran­te mui­tos anos, os sis­te­mas de­pen­de­ram prin­ci­pal­men­te da clas­si­fi­ca­ção ma­nu­al, de re­gras pre­de­fi­ni­das e da in­tro­du­ção de me­ta­da­dos para or­ga­ni­zar do­cu­men­tos. Atu­al­men­te, tec­no­lo­gi­as de in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al e de pro­ces­sa­men­to in­te­li­gen­te de do­cu­men­tos po­dem apoi­ar ta­re­fas como:

  • clas­si­fi­ca­ção au­to­má­ti­ca de do­cu­men­tos se­gun­do a sua ti­po­lo­gia;
  • re­co­nhe­ci­men­to e ex­tra­ção de da­dos de fa­tu­ras, con­tra­tos e for­mu­lá­ri­os;
  • iden­ti­fi­ca­ção de in­for­ma­ção re­le­van­te em do­cu­men­tos não es­tru­tu­ra­dos;
  • pes­qui­sa se­mân­ti­ca e con­sul­ta de con­teú­dos em lin­gua­gem na­tu­ral;
  • apoio à va­li­da­ção do­cu­men­tal e iden­ti­fi­ca­ção de in­con­sis­tên­ci­as;
  • en­ca­mi­nha­men­to de pro­ces­sos com base em da­dos e re­gras de ne­gó­cio.

Há, no en­tan­to, uma di­fe­ren­ça im­por­tan­te en­tre or­ga­ni­zar do­cu­men­tos e com­pre­en­der o que eles con­têm. Mes­mo num sis­te­ma bem es­tru­tu­ra­do, en­con­trar uma cláu­su­la num con­tra­to, um pra­zo num pro­ce­di­men­to ou uma de­ci­são re­gis­ta­da numa ata con­ti­nua fre­quen­te­men­te a de­pen­der de pes­qui­sas por pa­la­vras, de lei­tu­ra ma­nu­al e do co­nhe­ci­men­to re­ti­do em de­ter­mi­na­das pes­so­as.

É esta ca­ma­da que o docvalue.ai® acres­cen­ta. De­sen­vol­vi­do pela key.va­lue e in­te­gra­do com o Filedoc, com o iPortalDoc e com o ERP, per­mi­te for­mu­lar ques­tões em lin­gua­gem na­tu­ral e ob­ter res­pos­tas con­tex­tu­a­li­za­das a par­tir do con­teú­do do­cu­men­tal au­to­ri­za­do, res­pei­tan­do as per­mis­sões e os per­fis de aces­so de­fi­ni­dos pela or­ga­ni­za­ção. Não subs­ti­tui as re­gras de ar­qui­vo, clas­si­fi­ca­ção, work­flow e con­tro­lo já exis­ten­tes: acres­cen­ta-lhes ca­pa­ci­da­de de pes­qui­sa e in­ter­pre­ta­ção.

Nos do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros, o de­sa­fio é di­fe­ren­te. Uma equi­pa fi­nan­cei­ra que re­ce­be cen­te­nas de fa­tu­ras de di­fe­ren­tes for­ne­ce­do­res não pre­ci­sa so­bre­tu­do de as con­sul­tar: pre­ci­sa de as pro­ces­sar. É aí que atua o COGNIO®, que re­ce­be, in­ter­pre­ta, va­li­da e in­te­gra fa­tu­ras e do­cu­men­tos fi­nan­cei­ros no ERP, en­ca­mi­nhan­do as ex­ce­ções para va­li­da­ção.

O va­lor da in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al não está ape­nas na ra­pi­dez de lei­tu­ra. Está na ca­pa­ci­da­de de trans­for­mar in­for­ma­ção não es­tru­tu­ra­da em co­nhe­ci­men­to aces­sí­vel e em da­dos uti­li­zá­veis pe­los pro­ces­sos de ne­gó­cio. Im­por­ta, con­tu­do, pre­ser­var a va­li­da­ção hu­ma­na nos pon­tos crí­ti­cos e as­se­gu­rar que os me­ca­nis­mos de in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al res­pei­tam as po­lí­ti­cas de se­gu­ran­ça, con­fi­den­ci­a­li­da­de e go­ver­na­ção da in­for­ma­ção.

A in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al não subs­ti­tui uma boa ar­qui­te­tu­ra do­cu­men­tal. Tor­na essa ar­qui­te­tu­ra mais efi­ci­en­te e mais in­te­li­gen­te.

Gestão Documental integrada com ERP: quando documentos e dados trabalham em conjunto

Uma das li­mi­ta­ções mais fre­quen­tes dos pro­je­tos de di­gi­ta­li­za­ção é a exis­tên­cia de sis­te­mas que não co­mu­ni­cam en­tre si. A em­pre­sa pode pos­suir um ERP para ge­rir a ope­ra­ção fi­nan­cei­ra e co­mer­ci­al, uma pla­ta­for­ma do­cu­men­tal para ar­ma­ze­nar fi­chei­ros e di­fe­ren­tes apli­ca­ções para apro­va­ções e co­mu­ni­ca­ção. Mas, se es­tas so­lu­ções fun­ci­o­na­rem de for­ma iso­la­da, os co­la­bo­ra­do­res con­ti­nu­am a trans­fe­rir in­for­ma­ção ma­nu­al­men­te en­tre sis­te­mas.

É por isso que a in­te­gra­ção en­tre a ges­tão do­cu­men­tal e o ERP deve ser con­si­de­ra­da des­de o iní­cio do pro­je­to. Uma ar­qui­te­tu­ra in­te­gra­da per­mi­te, de­pen­den­do das ca­pa­ci­da­des de cada so­lu­ção:

  • as­so­ci­ar do­cu­men­tos a for­ne­ce­do­res, cli­en­tes, en­co­men­das ou mo­vi­men­tos con­ta­bi­lís­ti­cos;
  • con­sul­tar do­cu­men­ta­ção a par­tir dos pro­ces­sos exis­ten­tes no ERP;
  • sin­cro­ni­zar da­dos e es­ta­dos en­tre apli­ca­ções;
  • re­du­zir a du­pli­ca­ção de re­gis­tos e a in­tro­du­ção ma­nu­al de in­for­ma­ção;
  • au­to­ma­ti­zar apro­va­ções e en­ca­mi­nha­men­tos;
  • re­for­çar a ras­tre­a­bi­li­da­de das ope­ra­ções fi­nan­cei­ras e ad­mi­nis­tra­ti­vas.

Em am­bi­en­tes em­pre­sa­ri­ais que uti­li­zam pla­ta­for­mas como Cegid Primavera, Cegid PHC, Sage, SAP ou Microsoft Dynamics 365, o ob­je­ti­vo deve ser ava­li­ar as pos­si­bi­li­da­des con­cre­tas de in­te­ro­pe­ra­bi­li­da­de, evi­tan­do cri­ar mais um re­po­si­tó­rio iso­la­do.

A in­te­gra­ção não deve ser ava­li­a­da ape­nas pela exis­tên­cia de um co­nec­tor. É ne­ces­sá­rio com­pre­en­der que da­dos são par­ti­lha­dos, em que mo­men­tos, que even­tos de­sen­ca­dei­am atu­a­li­za­ções e como são tra­ta­dos os er­ros e as ex­ce­ções. O ver­da­dei­ro va­lor de uma in­te­gra­ção não está em li­gar duas apli­ca­ções. Está em eli­mi­nar o tra­ba­lho que dei­xa de ser ne­ces­sá­rio en­tre elas.

Gestão Documental e arquivo digital: segurança, retenção e conformidade

A di­gi­ta­li­za­ção dos do­cu­men­tos exi­ge es­pe­ci­al aten­ção às obri­ga­ções de con­ser­va­ção, pro­te­ção e dis­po­ni­bi­li­za­ção da in­for­ma­ção. Em Por­tu­gal, di­fe­ren­tes ti­pos de do­cu­men­tos es­tão su­jei­tos a re­qui­si­tos le­gais e re­gu­la­men­ta­res es­pe­cí­fi­cos.

No caso dos do­cu­men­tos fis­cal­men­te re­le­van­tes, o Decreto-Lei n.º 28/2019 es­ta­be­le­ce re­gras so­bre o pro­ces­sa­men­to de fa­tu­ras e so­bre a con­ser­va­ção e o ar­qui­vo dos res­pe­ti­vos do­cu­men­tos, en­tre ou­tras ma­té­ri­as. Por ou­tro lado, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) im­põe obri­ga­ções re­la­ci­o­na­das com o tra­ta­men­to de da­dos pes­so­ais, in­cluin­do se­gu­ran­ça, li­mi­ta­ção da con­ser­va­ção e con­tro­lo de aces­sos. Tam­bém as en­ti­da­des pú­bli­cas po­dem es­tar su­jei­tas a re­qui­si­tos es­pe­cí­fi­cos de ges­tão ar­qui­vís­ti­ca, clas­si­fi­ca­ção, ava­li­a­ção e pre­ser­va­ção do­cu­men­tal.

Por isso, a es­co­lha de uma so­lu­ção deve con­si­de­rar:

  • con­tro­lo de aces­sos e se­gre­ga­ção de per­mis­sões;
  • in­te­gri­da­de e au­ten­ti­ci­da­de dos do­cu­men­tos;
  • re­gis­to das ope­ra­ções e ras­tre­a­bi­li­da­de;
  • po­lí­ti­cas de re­ten­ção e eli­mi­na­ção do­cu­men­tal;
  • me­ca­nis­mos de pes­qui­sa e re­cu­pe­ra­ção da in­for­ma­ção;
  • có­pi­as de se­gu­ran­ça e con­ti­nui­da­de ope­ra­ci­o­nal;
  • re­qui­si­tos es­pe­cí­fi­cos de ar­qui­vo apli­cá­veis à or­ga­ni­za­ção.

É im­por­tan­te dis­tin­guir ges­tão do­cu­men­tal de ar­qui­vo di­gi­tal le­gal. Uma pla­ta­for­ma pode dis­po­ni­bi­li­zar fun­ci­o­na­li­da­des re­le­van­tes para o ar­qui­vo sem que isso, por si só, ga­ran­ta o cum­pri­men­to de to­das as obri­ga­ções apli­cá­veis. A con­for­mi­da­de de­pen­de tam­bém das con­fi­gu­ra­ções, dos pro­ce­di­men­tos in­ter­nos, dos ti­pos de do­cu­men­tos e do en­qua­dra­men­to le­gal de cada or­ga­ni­za­ção.

Gestão Documental nas empresas e na Administração Pública

Em­bo­ra os prin­cí­pi­os se­jam se­me­lhan­tes, as pri­o­ri­da­des po­dem va­ri­ar de acor­do com o se­tor de ati­vi­da­de.

Empresas: produtividade, integração e controlo operacional

Nas or­ga­ni­za­ções pri­va­das, a ges­tão do­cu­men­tal pode ter im­pac­to di­re­to em áre­as como fi­nan­ças, com­pras, co­mer­ci­al, ju­rí­di­co, re­cur­sos hu­ma­nos e ope­ra­ções. O po­ten­ci­al de me­lho­ria ten­de a ser par­ti­cu­lar­men­te re­le­van­te quan­do exis­tem ele­va­dos vo­lu­mes do­cu­men­tais, múl­ti­plos in­ter­ve­ni­en­tes e apro­va­ções re­cor­ren­tes.

Uma or­ga­ni­za­ção pode, por ex­em­plo, re­du­zir as ta­re­fas ad­mi­nis­tra­ti­vas as­so­ci­a­das ao pro­ces­sa­men­to de fa­tu­ras, ace­le­rar a apro­va­ção de con­tra­tos ou me­lho­rar o con­tro­lo da do­cu­men­ta­ção de for­ne­ce­do­res. O va­lor deve ser me­di­do atra­vés da re­du­ção do es­for­ço ope­ra­ci­o­nal, dos tem­pos de pro­ces­sa­men­to e dos er­ros ou in­cum­pri­men­tos evi­ta­dos.

Administração Pública: rastreabilidade, transparência e continuidade dos processos

Na Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca, a ges­tão do­cu­men­tal as­su­me uma di­men­são adi­ci­o­nal. Para além da efi­ci­ên­cia, exis­te uma ne­ces­si­da­de par­ti­cu­lar­men­te exi­gen­te de for­ma­li­za­ção, ras­tre­a­bi­li­da­de e pre­ser­va­ção da in­for­ma­ção ad­mi­nis­tra­ti­va. A ges­tão de cor­res­pon­dên­cia, pro­ces­sos in­ter­nos, des­pa­chos, pa­re­ce­res, con­tra­tos e pro­ce­di­men­tos ad­mi­nis­tra­ti­vos exi­ge que a in­for­ma­ção cir­cu­le de for­ma con­tro­la­da en­tre uni­da­des or­gâ­ni­cas.

Uma so­lu­ção de ges­tão do­cu­men­tal pode con­tri­buir para me­lho­rar a or­ga­ni­za­ção dos pro­ces­sos, acom­pa­nhar pra­zos e res­pon­sa­bi­li­da­des e fa­ci­li­tar a con­sul­ta do his­tó­ri­co do­cu­men­tal. O re­sul­ta­do pre­ten­di­do não é ape­nas re­du­zir pa­pel. É as­se­gu­rar pro­ces­sos ad­mi­nis­tra­ti­vos mais con­sis­ten­tes, ve­ri­fi­cá­veis e me­nos de­pen­den­tes de cir­cui­tos in­for­mais.

Como escolher o melhor software de Gestão Documental?

Não exis­te uma so­lu­ção uni­ver­sal­men­te su­pe­ri­or para to­das as or­ga­ni­za­ções. A es­co­lha deve par­tir dos pro­ces­sos que pre­ci­sam de ser me­lho­ra­dos e não ex­clu­si­va­men­te da quan­ti­da­de de fun­ci­o­na­li­da­des anun­ci­a­das pelo fa­bri­can­te. An­tes de se­le­ci­o­nar uma pla­ta­for­ma, re­co­men­da­mos ava­li­ar sete di­men­sões.

1. Complexidade documental

Que ti­pos de do­cu­men­tos são ge­ri­dos? Qual o vo­lu­me men­sal? Exis­tem di­fe­ren­tes re­gras de clas­si­fi­ca­ção, re­ten­ção e aces­so?

2. Processos e workflows

Que cir­cui­tos de apro­va­ção de­vem ser au­to­ma­ti­za­dos? Exis­tem re­gras con­di­ci­o­nais, di­fe­ren­tes ní­veis hi­e­rár­qui­cos ou pro­ces­sos que atra­ves­sam vá­ri­os de­par­ta­men­tos?

3. Integração com os sistemas existentes

A so­lu­ção pre­ci­sa de co­mu­ni­car com o ERP, o CRM, pla­ta­for­mas de re­cur­sos hu­ma­nos, o e-mail ou apli­ca­ções de­sen­vol­vi­das in­ter­na­men­te?

4. Segurança e conformidade

Que re­qui­si­tos exis­tem em ma­té­ria de aces­sos, au­di­to­ria, con­ser­va­ção, pro­te­ção de da­dos e con­ti­nui­da­de ope­ra­ci­o­nal?

5. Inteligência artificial

A or­ga­ni­za­ção pre­ci­sa de clas­si­fi­ca­ção au­to­má­ti­ca, ex­tra­ção de in­for­ma­ção, pes­qui­sa in­te­li­gen­te ou pro­ces­sa­men­to avan­ça­do de do­cu­men­tos?

6. Escalabilidade e experiência de utilização

A pla­ta­for­ma con­se­gue acom­pa­nhar o cres­ci­men­to da or­ga­ni­za­ção sem cri­ar com­ple­xi­da­de des­ne­ces­sá­ria para os uti­li­za­do­res?

7. Implementação e custo total de propriedade

Para além do li­cen­ci­a­men­to, de­vem ser con­si­de­ra­dos os cus­tos de im­ple­men­ta­ção, in­te­gra­ção, mi­gra­ção, for­ma­ção, su­por­te e evo­lu­ção. Uma so­lu­ção apa­ren­te­men­te mais eco­nó­mi­ca pode re­ve­lar-se mais dis­pen­di­o­sa se exi­gir tra­ba­lho ma­nu­al per­ma­nen­te ou in­te­gra­ções adi­ci­o­nais. O in­ves­ti­men­to deve ser ava­li­a­do com base no cus­to to­tal de pro­pri­e­da­de e no re­tor­no ope­ra­ci­o­nal es­pe­ra­do.

Filedoc, iPortalDoc e docvalue.ai®: Gestão Documental no portefólio da key.value

Na key.va­lue, tra­ba­lha­mos com duas pla­ta­for­mas es­pe­ci­a­li­za­das de ges­tão do­cu­men­tal e au­to­ma­ção de pro­ces­sos, o Filedoc e o iPortalDoc, e acres­cen­ta­mos-lhes in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al atra­vés do docvalue.ai®, so­lu­ção de­sen­vol­vi­da pela key.va­lue. A ar­qui­te­tu­ra mais ade­qua­da de­pen­de dos pro­ces­sos, das in­te­gra­ções e dos re­qui­si­tos es­pe­cí­fi­cos de cada or­ga­ni­za­ção. Co­nhe­ça as nos­sas parcerias em gestão documental.

Filedoc: gestão documental, workflows e integração empresarial

O Filedoc é uma pla­ta­for­ma de ges­tão do­cu­men­tal e au­to­ma­ção de pro­ces­sos que per­mi­te cen­tra­li­zar in­for­ma­ção, clas­si­fi­car do­cu­men­tos, ge­rir work­flows e con­tro­lar aces­sos. En­tre as suas ca­pa­ci­da­des en­con­tram-se a au­to­ma­ti­za­ção de ta­re­fas e apro­va­ções e a in­te­gra­ção com sis­te­mas em­pre­sa­ri­ais. Pode apoi­ar pro­ces­sos em áre­as como fi­nan­ças, com­pras, re­cur­sos hu­ma­nos e ges­tão con­tra­tu­al, e o seu va­lor deve ser ana­li­sa­do so­bre­tu­do nos ce­ná­ri­os em que a or­ga­ni­za­ção pre­ci­sa de li­gar do­cu­men­tos, da­dos e pro­ces­sos ope­ra­ci­o­nais.

iPortalDoc: gestão de documentos e processos com rastreabilidade

O iPortalDoc é uma so­lu­ção de ges­tão do­cu­men­tal e de pro­ces­sos que dis­po­ni­bi­li­za fun­ci­o­na­li­da­des de or­ga­ni­za­ção do­cu­men­tal, con­tro­lo de per­mis­sões, ges­tão de work­flows e au­to­ma­ti­za­ção de ta­re­fas. Per­mi­te es­tru­tu­rar cir­cui­tos do­cu­men­tais, ge­rir pro­ces­sos de tra­ba­lho e in­te­grar in­for­ma­ção atra­vés de me­ca­nis­mos de in­te­ro­pe­ra­bi­li­da­de. É uma so­lu­ção a con­si­de­rar em or­ga­ni­za­ções que pro­cu­ram es­tru­tu­rar a cir­cu­la­ção do­cu­men­tal, for­ma­li­zar pro­ce­di­men­tos e re­for­çar o con­tro­lo dos pro­ces­sos.

docvalue.ai®: a camada de inteligência artificial sobre os documentos

O docvalue.ai® é a so­lu­ção de in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al do­cu­men­tal de­sen­vol­vi­da pela key.va­lue para pes­qui­sar, in­ter­pre­tar e uti­li­zar a in­for­ma­ção exis­ten­te nos do­cu­men­tos. In­te­gra­do com o Filedoc, com o iPortalDoc e com o ERP, res­pon­de a ques­tões em lin­gua­gem na­tu­ral com base no con­teú­do do­cu­men­tal au­to­ri­za­do de cada uti­li­za­dor. Os do­cu­men­tos dei­xam de fun­ci­o­nar ape­nas como ar­qui­vo e pas­sam a cons­ti­tuir uma base de co­nhe­ci­men­to uti­li­zá­vel.

Como medir o retorno do investimento em Gestão Documental?

O re­tor­no de um pro­je­to de ges­tão do­cu­men­tal deve ser ava­li­a­do atra­vés de in­di­ca­do­res ope­ra­ci­o­nais con­cre­tos. Al­gu­mas mé­tri­cas par­ti­cu­lar­men­te re­le­van­tes in­clu­em:

  • Tem­po mé­dio de pro­ces­sa­men­to: du­ra­ção en­tre a re­ce­ção de um do­cu­men­to e a con­clu­são do res­pe­ti­vo pro­ces­so.
  • Tem­po de pes­qui­sa: es­for­ço ne­ces­sá­rio para en­con­trar do­cu­men­ta­ção.
  • Taxa de au­to­ma­ti­za­ção: per­cen­ta­gem de ta­re­fas do­cu­men­tais exe­cu­ta­das sem in­ter­ven­ção ma­nu­al.
  • Tem­po de apro­va­ção: du­ra­ção mé­dia dos cir­cui­tos de va­li­da­ção.
  • Taxa de re­tra­ba­lho: per­cen­ta­gem de pro­ces­sos que exi­gem cor­re­ção ou re­pe­ti­ção.
  • Cum­pri­men­to de pra­zos: pro­por­ção de ta­re­fas con­cluí­das den­tro do pra­zo de­fi­ni­do.
  • Cus­to por do­cu­men­to pro­ces­sa­do: cus­to ope­ra­ci­o­nal as­so­ci­a­do ao tra­ta­men­to de cada do­cu­men­to.

Con­si­de­re-se um ex­em­plo ilus­tra­ti­vo. Uma em­pre­sa pro­ces­sa 2.000 do­cu­men­tos por mês e de­di­ca, em mé­dia, qua­tro mi­nu­tos de tra­ba­lho ad­mi­nis­tra­ti­vo a ta­re­fas que po­de­ri­am ser eli­mi­na­das ou re­du­zi­das atra­vés de au­to­ma­ção. Se um pro­je­to con­se­guir eli­mi­nar três des­ses qua­tro mi­nu­tos, a or­ga­ni­za­ção li­ber­ta 100 ho­ras de tra­ba­lho por mês. Com um cus­to in­ter­no de re­fe­rên­cia de 20 € por hora, isso re­pre­sen­ta uma ca­pa­ci­da­de ope­ra­ci­o­nal equi­va­len­te a 2.000 € men­sais, ou 24.000 € anu­ais.

Este va­lor não cor­res­pon­de ne­ces­sa­ri­a­men­te a uma pou­pan­ça fi­nan­cei­ra di­re­ta. O be­ne­fí­cio pode tra­du­zir-se em mai­or ca­pa­ci­da­de de pro­ces­sa­men­to, re­du­ção de ho­ras ex­tra­or­di­ná­ri­as, me­lho­ria do ser­vi­ço ou li­ber­ta­ção de re­cur­sos para ati­vi­da­des de mai­or va­lor. O re­tor­no efe­ti­vo de­pen­de dos cus­tos do pro­je­to, do ní­vel de ado­ção e dos ga­nhos re­al­men­te al­can­ça­dos. É por isso que a me­di­ção deve co­me­çar an­tes da im­ple­men­ta­ção, com in­di­ca­do­res de re­fe­rên­cia, e con­ti­nu­ar de­pois da en­tra­da em pro­du­ção.

Perguntas frequentes sobre Gestão Documental

Qual é a diferença entre digitalização e gestão documental?

A di­gi­ta­li­za­ção con­ver­te do­cu­men­tos fí­si­cos em fi­chei­ros di­gi­tais. A ges­tão do­cu­men­tal or­ga­ni­za e con­tro­la es­ses do­cu­men­tos ao lon­go do seu ci­clo de vida, in­cluin­do clas­si­fi­ca­ção, pes­qui­sa, per­mis­sões, ver­sões, work­flows e ar­qui­vo.

O que faz um software de gestão documental?

Um softwa­re de ges­tão do­cu­men­tal per­mi­te cen­tra­li­zar do­cu­men­tos, ge­rir aces­sos, acom­pa­nhar ver­sões, au­to­ma­ti­zar apro­va­ções, pes­qui­sar in­for­ma­ção e man­ter a ras­tre­a­bi­li­da­de dos pro­ces­sos do­cu­men­tais.

Um sistema de gestão documental pode integrar com um ERP?

Sim. De­pen­den­do da so­lu­ção e dos co­nec­to­res dis­po­ní­veis, pode in­te­grar-se com o ERP para re­la­ci­o­nar do­cu­men­tos com for­ne­ce­do­res, cli­en­tes, en­co­men­das, fa­tu­ras e mo­vi­men­tos con­ta­bi­lís­ti­cos, re­du­zin­do a in­tro­du­ção ma­nu­al de da­dos.

A inteligência artificial pode automatizar a gestão documental?

Sim. A in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al pode apoi­ar a clas­si­fi­ca­ção de do­cu­men­tos, a ex­tra­ção de da­dos, a pes­qui­sa se­mân­ti­ca e a iden­ti­fi­ca­ção de in­for­ma­ção re­le­van­te, man­ten­do a va­li­da­ção hu­ma­na nos pon­tos crí­ti­cos. A au­to­ma­ti­za­ção de­pen­de das fun­ci­o­na­li­da­des im­ple­men­ta­das e das re­gras de va­li­da­ção de­fi­ni­das. Na key.va­lue, o docvalue.ai® acres­cen­ta pes­qui­sa e in­ter­pre­ta­ção em lin­gua­gem na­tu­ral aos do­cu­men­tos ge­ri­dos no Filedoc, no iPortalDoc e no ERP.

Qual é a diferença entre gestão documental e arquivo digital?

A ges­tão do­cu­men­tal abran­ge a uti­li­za­ção e o con­tro­lo dos do­cu­men­tos ao lon­go do seu ci­clo de vida. O ar­qui­vo di­gi­tal con­cen­tra-se na con­ser­va­ção, or­ga­ni­za­ção, in­te­gri­da­de e re­cu­pe­ra­ção dos do­cu­men­tos du­ran­te os pe­río­dos apli­cá­veis.

Quanto custa implementar um sistema de gestão documental?

O in­ves­ti­men­to de­pen­de do nú­me­ro de uti­li­za­do­res, do vo­lu­me do­cu­men­tal, dos work­flows, das in­te­gra­ções, das ne­ces­si­da­des de mi­gra­ção e do mo­de­lo de li­cen­ci­a­men­to. Uma ava­li­a­ção deve con­si­de­rar a im­ple­men­ta­ção, a ope­ra­ção, a ma­nu­ten­ção e o re­tor­no es­pe­ra­do.

Qual é o melhor software de gestão documental para empresas?

A me­lhor so­lu­ção de­pen­de dos pro­ces­sos a au­to­ma­ti­zar, dos re­qui­si­tos de se­gu­ran­ça e ar­qui­vo, das in­te­gra­ções com os sis­te­mas exis­ten­tes e da di­men­são da or­ga­ni­za­ção. O Filedoc e o iPortalDoc são duas pla­ta­for­mas que po­dem ser ava­li­a­das em fun­ção des­tes re­qui­si­tos. Quan­do a or­ga­ni­za­ção pre­ci­sa de pes­qui­sar e in­ter­pre­tar do­cu­men­tos com in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al, am­bas po­dem ser com­ple­men­ta­das pelo docvalue.ai®.

Gestão Documental: menos trabalho administrativo, mais capacidade de decisão

As or­ga­ni­za­ções não pre­ci­sam ape­nas de en­con­trar do­cu­men­tos mais ra­pi­da­men­te. Pre­ci­sam de re­du­zir ta­re­fas re­pe­ti­ti­vas, eli­mi­nar cir­cui­tos in­for­mais, as­se­gu­rar ras­tre­a­bi­li­da­de e dis­po­ni­bi­li­zar in­for­ma­ção fiá­vel a quem tem de de­ci­dir. É essa a di­fe­ren­ça en­tre ar­ma­ze­nar do­cu­men­tos e ge­rir ver­da­dei­ra­men­te a in­for­ma­ção.

Por isso, na key.va­lue, um pro­je­to de ges­tão do­cu­men­tal co­me­ça por uma aná­li­se fun­ci­o­nal e não pela es­co­lha do softwa­re. Onde nas­ce a in­for­ma­ção? Que de­par­ta­men­tos in­ter­vêm? Que apro­va­ções são ne­ces­sá­ri­as? Que sis­te­mas de­vem co­mu­ni­car? Onde exis­tem atra­sos? Que obri­ga­ções de con­tro­lo e ar­qui­vo pre­ci­sam de ser res­pei­ta­das? É a res­pos­ta a es­tas per­gun­tas que per­mi­te de­se­nhar uma so­lu­ção ajus­ta­da à re­a­li­da­de da or­ga­ni­za­ção.

Com­bi­na­mos co­nhe­ci­men­to de pro­ces­sos de ne­gó­cio, in­te­gra­ção de sis­te­mas e so­lu­ções es­pe­ci­a­li­za­das, como o Filedoc, o iPortalDoc e o docvalue.ai®, para apoi­ar em­pre­sas e en­ti­da­des pú­bli­cas na trans­for­ma­ção das suas ope­ra­ções do­cu­men­tais. O ob­je­ti­vo não é im­ple­men­tar softwa­re por im­ple­men­tar. É cons­truir pro­ces­sos do­cu­men­tais mais efi­ci­en­tes, in­te­gra­dos e pre­pa­ra­dos para acom­pa­nhar a evo­lu­ção do ne­gó­cio.

O pró­xi­mo pas­so não é ne­ces­sa­ri­a­men­te es­co­lher um novo softwa­re. É iden­ti­fi­car quan­to tem­po, con­tro­lo e ca­pa­ci­da­de de de­ci­são a sua or­ga­ni­za­ção está a per­der com os pro­ces­sos do­cu­men­tais atu­ais. Fale com a key.va­lue para ava­li­ar­mos como es­tru­tu­rar, au­to­ma­ti­zar e in­te­grar os seus pro­ces­sos do­cu­men­tais.

A key.va­lue im­ple­men­ta ges­tão do­cu­men­tal com Filedoc e iPortalDoc - e, com o docvalue.ai®, trans­for­ma os do­cu­men­tos numa base de co­nhe­ci­men­to uti­li­zá­vel.

Início / Empresa

Sobre a key.value

Uma empresa de software que pensa como consultora.
Uma consultora que executa como fábrica de produto.

consultoria de negócio

Pensamos primeiro

Ma­pe­a­men­to de pro­ces­sos, de­se­nho ope­ra­ci­o­nal e de­fi­ni­ção de KPIs de im­pac­to - antes de qual­quer linha de código.

produto próprio

Construímos

O nosso portfólio - CIVIO®, VENIO®, COGNIO® e [docvalue.ai®] - é construído sobre a Forge.

implementação & suporte

Respondemos

Cegid Primavera, gestão do­cu­men­tal e in­te­gra­ções en­ter­pri­se - com res­pon­sa­bi­li­da­de única.

Percurso

Mais de 22 anos a construir sistemas que ficam

Fun­da­da em Maia, no Porto, a key.value cres­ceu pro­je­to a pro­je­to até aos 575+ cli­en­tes e 2.500+ pro­je­tos en­tre­gues em em­pre­sas e Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca. Pelo ca­mi­nho, cons­truiu a Forge - a pla­ta­for­ma RAD pro­pri­e­tá­ria com que en­tre­ga­mos em se­ma­nas o que a in­dús­tria en­tre­ga em meses, com 60-80% de re­du­ção no tempo de de­sen­vol­vi­men­to face a stacks tra­di­ci­o­nais - e con­quis­tou o es­ta­tu­to Cegid Platinum Part­ner, o mais ele­va­do da par­ce­ria.

+22

anos de mer­ca­do, com de­ci­são e equi­pas sem­pre em Por­tu­gal.

+575

cli­en­tes B2B e B2G, do mid-market à Ad­mi­nis­tra­ção Pú­bli­ca.

+2.500

pro­je­tos en­tre­gues - im­ple­men­ta­ções, in­te­gra­ções e pro­du­to pró­prio.

4

pro­du­tos com marca re­gis­ta­da sobre a pla­ta­for­ma Forge.

Parceiro, não fornecedor

Se o projeto correr mal, o problema é nosso.
É isto que muda tudo.

Accountability única

Um úni­co in­ter­lo­cu­tor. Um úni­co SLA. Um úni­co res­pon­sá­vel pelo re­sul­ta­do.

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O Di­ag­nós­ti­co Es­tra­té­gi­co é uma reu­nião exe­cu­ti­va es­tru­tu­ra­da, com con­clu­sões do­cu­men­ta­das:

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